Big Data nos treinamentos Corporativos

Preparado para o uso de Big Data no planejamento de treinamentos?

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O uso de Big Data já é realidade no dia a dia de muitas empresas de diferentes ramos de atividade que estão interessadas em coletar, qualificar, analisar e aplicar dados para inovar na gestão e aumentar suas receitas com auxílio de tecnologias inteligentes. A estratégia tem mexido na rotina das empresas. Uma revolução está ocorrendo nos processos de prospecção e de vendas com um trabalho mais focado no perfil do cliente ideal. Além disso, o Big Data também permite uma atuação segmentada, mais ágil e precisa e com melhor aproveitamento de recursos humanos e financeiros.

 

Por tudo isso, a importância do uso estratégico de dados tende a crescer cada vez mais, também pelo impacto financeiro que proporciona. Segundo a consultoria Frost & Sullivan, o mercado brasileiro de Big Data fechou 2017 com faturamento de US$ 1,35 bilhão, representando 46,7% no mercado latino-americano. A perspectiva de crescimento anual até 2023 é de 19,2%, podendo chegar na casa dos US$ 8,5 bilhões.

 

E as boas notícias sobre o Big Data não param por aí. Seu uso também tende se expandir para outras áreas além das de prospecção e vendas e de cobrança, e contribuir para melhores resultados nos treinamentos corporativos.

 

Planejando com o uso de Big Data

Basicamente, o Big Data aplicado ao projeto de educação corporativa ajuda a planejar melhor as etapas do processo. Ou seja, é o fim do “achismo”, da definição de quais temas serão abordados sem que sejam consideradas informações mais precisas sobre qual o nível e quais as necessidades dos colaboradores em relação a competências e habilidades.

 

Com o auxílio de sistemas inteligentes é possível filtrar dados sobre o desempenho dos colaboradores e cruzar essas informações com o desempenho do setor, por exemplo. Assim, pode-se ter relatórios mais aprofundados que sirvam de base para o planejamento do treinamento e na tomada de decisão.

 

A possibilidade de usar dados confiáveis de desempenho não é importante só porque ajudará a melhorar a formação do colaborador. Mas também porque isso pode identificar aqueles que despontam como líderes, bem como os que demonstram potencial para crescer na empresa, com bons índices de vendas ou de produtividade. É o que pode gerar ações casadas de treinamento e retenção de talentos, direcionando o foco para a formação e valorizando o colaborador a partir do que indicam os dados.

 

Dados estratégicos para planejar treinamentos

Pare, pense e responda:

Quais dados podem ajudar com o uso de Big Data no planejamento dos treinamentos da sua empresa?

 

Veja a lista que preparamos para ajudar na sua resposta.

Perfil dos colaboradores: idade, estado civil, número de filhos, formação, histórico acadêmico, tempo de empresa, área de atuação, atividades anteriores, hobbies, hábitos de consumo de informação, entre outros.

 

Desempenho mensal (individual e por equipe/setor): vendas, produtividade, assiduidade, histórico de metas, entre outros.

 

Participação em ações de educação corporativa: cursos que participou, avaliação obtida, nível de satisfação com o tema e a metodologia, aceitação do modelo de aprendizagem, resultado prático da nova competência ou habilidade adquirida, entre outros.

 

Importante: No caso da empresa já usar o Big Data em suas ações comerciais, isso deve ser levado em conta no planejamento. Questões como o perfil do cliente ideal ou a atuação segmentada também ajudam a direcionar o treinamento para aquilo que realmente pode fazer diferença.

 

O papel do RH e por onde começar

O time do departamento de recursos humanos tem papel fundamental no processo de uso de Big Data com foco em treinamento. Deve partir do setor o interesse e a busca pelas soluções mais indicadas para que sejam feitos o gerenciamento dos dados. Para isso, uma primeira providência é desenvolver ações internas, dentro do setor, que possam criar uma “cultura de dados” para que todos possam estar cientes da importância do Big Data e também para que todos possam contribuir com a definição de quais são as informações essenciais, conforme o perfil da empresa e dos colaboradores.

 

Outra medida importante a ser tomada pelo RH, recomendada pelos especialistas, é que o projeto de Big Data tenha sua implantação realizada de forma gradual. Ou seja, por mais que o sistema inteligente escolhido pela empresa permita diversas possibilidades em termos de quantidade de dados e de filtros, o melhor é iniciar explorando uma única base de dados, mas com volume suficiente para o que se propõe no início das ações.

 

Por isso também pode-se optar por planejar treinamentos com Big Data para áreas ou funções específicas e não para toda a empresa. Escolha, por exemplo, usar dados para os treinamentos da equipe de vendas. Isso poderá ser a garantia do sucesso da iniciativa, mas também servir de aprendizado sobre o uso de Big Data, ao mesmo tempo que serve de estímulo e motivação para aplicar nas demais áreas da empresa.

 

Já usa Big Data na sua empresa? Compartilhe sua experiência.

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Assinatura Redação

 

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