Conteúdo EAD e o novo comportamento dos alunos: Desafios e decisões

Conteúdo EAD e o novo comportamento dos alunos: desafios e decisões!

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Quem atua no mercado de Ensino Superior a Distância sabe que precisa adotar critérios para selecionar o material didático que adotará em seus cursos. Não pode oferecer qualquer conteúdo EAD sob o risco de não prender o interesse dos atuais alunos e de ter dificuldade para atrair novos. Para evitar que isso ocorra, observar como os alunos se comportam torna-se essencial tanto quanto saber quais são as motivações que os fazem buscar um curso à distância (se formar, se especializar ou se aprender algo relevante para sua vida pessoal e profissional).

 

E se a estimativa do Ministério da Educação é que em cinco anos a Educação a Distância deverá responder por metade das matrículas na educação superior brasileira, é certo que será necessário atender uma nova geração de alunos, com novos interesses, novas perspectivas e, principalmente, novos comportamentos. É um dos muitos desafios que a instituição precisa enfrentar e sobre os quais será necessário tomar algumas decisões, começando pela avaliação do conteúdo atualmente oferecida e se haverá necessidade de mudanças mais radicais sobre o assunto – incluindo troca de plataforma, busca de novos fornecedores de conteúdo EAD, entre outras.

Tudo isso a partir de uma única pergunta:

 

Seu conteúdo EAD está adaptado para o novo comportamento dos alunos?

Não por acaso, a primeira medida para entender o comportamento dos alunos é facilmente percebida. Está na palma da mão, literalmente. Pensou num smartphone? Pensou certo. A maioria dos alunos está cada vez mais conectada e não deixa de tirar proveito disso para se tornar um consumidor muito mais bem informado.

 

Assim como eles entram numa loja e sabem tudo sobre um determinado produto porque pesquisaram antes na internet, o mesmo se aplica às demais escolhas. Ou seja, antes de efetuar a matrícula no seu curso, muito provavelmente o aluno buscará referências em redes sociais e até em sites de avaliação. Nesta pesquisa, o material didático (o conteúdo e a forma como ele é apresentado) não ficarão de fora.

 

Portanto, a dica número um para levar em conta o comportamento do aluno: ele está muito mais (e cada vez mais) bem informado sobre aquilo que deseja. Certamente é alguém que não ficará encantado apenas com o básico. Será necessário adaptar e criar conteúdos que o surpreendam. Por isso, inovação também é uma palavra-chave quando se fala em conteúdo EAD, assim como também deve-se acompanhar as tendências e analisar quais se encaixam mais no perfil dos alunos que frequentam os cursos da sua instituição.

 

Há ainda outro ponto relacionado a isso: com a internet, o aluno está com muito mais poder também para encontrar aquilo que procura, inclusive novos conhecimentos e habilidades. E há muitos que acabam satisfeitos com isso, não veem necessidade de um curso de graduação ou uma especialização muitas vezes porque encontram por conta própria e acreditam não precisar de um diploma. É um sintoma de autossuficiência que também caracteriza o comportamento desta geração de “hiperconectados”.

 

Como “antídoto” para isso, entregar mais do que o aluno espera é outro ponto importante. Ao mesmo tempo em que apresenta desafios, fica mais fácil oferecer conteúdo EAD para uma geração que lida bem com tecnologia. Mas também está muito mais fácil do aluno dispersar, perder a atenção. Por isso, o conteúdo precisa ter elementos conquistem e prendem a atenção do aluno.

 

Pode-se fazer isso, por exemplo, adotando os objetos de aprendizagem que deixam o conteúdo pedagógico mais atrativo e criativo, além de despertar o interesse do aluno. Isso vale tanto para quem já está quanto para quem deseja começar a ofertar EAD em sua instituição.

 

Empatia: foque nos benefícios do conteúdo EAD

Uma das estratégias que a instituição pode adotar para levar em conta o comportamento dos alunos é se colocar no lugar deles. Uma pesquisa ajuda para conhecer mais o perfil, mas também é importante praticar a empatia. Ou seja, buscar uma visão que ajude a compreender a forma como eles se relacionam com o ensino a distância. Pergunte-se:

 

Será que conseguem manter a atenção?

O que será que os distrai?

Tem algum elemento que os deixa mais conectados com o conteúdo?

Que fatores do dia a dia influenciam mais na dedicação aos estudos?

O que ele prefere se precisa escolher entre estudar e uma outra atividade?

 

Um dos motivos para adotar a empatia é que muitas vezes importa menos as características do produto e muito mais os benefícios que ele proporciona. Da mesma forma, do seu ponto de vista, os cursos da sua instituição são os melhores porque usam a tecnologia X. Mas como isso impacta e se torna um atrativo do ponto de vista do aluno? O foco deve estar no aluno e deve ser mostrado o que ele ganha com a tecnologia X usada no curso. É como vender um carro sem dizer quantos quilômetros faz com um litro de gasolina. Todos querem saber dos benefícios, inclusive o aluno de EAD, esse mesmo que está cada vez mais bem informado, lembra?

 

Deseja saber mais sobre como oferecer o conteúdo EAD ideal para seus alunos? Fale com os especialistas da DTCOM.

 

Assinatura Redação - Vale a pena investir em EAD?

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