O acesso à Educação Superior e o papel da EAD.

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Acesso à educação! A quantidade de adultos que cursam o ensino superior no Brasil é historicamente baixa: cerca de 14% em 2015, de acordo com o relatório da Organização para Desenvolvimento e Cooperação Econômica (OECD), o que está abaixo da média de 35%, calculada a partir da dos outros países participantes. Apesar disso, é possível olhar com um pouco de otimismo para estes dados.

 

É verdade que o número de pessoas em universidades no Brasil tem evoluído lentamente. Mas o acesso à educação melhorou exponencialmente nas últimas décadas e isso pode ser visto de diferentes maneiras. Surgiram novas ofertas de cursos, por exemplo, como os híbridos ou totalmente a distância. E a população universitária ganhou variedade em gênero e idade.

 

  • Você pode ler mais sobre o perfil dos estudantes e ter acesso a outras informações importantes para estruturar uma EAD de sucesso em nosso e-book.

 

O papel da EAD nessas mudanças

Diretamente influenciada pelos acessos à internet e à informação, o número de matrículas em cursos a distância tem crescido rapidamente no País. E em velocidade superior, inclusive, do que o de cursos presenciais. E o mercado responde à tendência: segundo previsão feita pela Educa Insights, o número de ofertas em EAD deve ultrapassar o ensino presencial já em 2023.

 

Há poucas décadas, o mérito pelas boas faculdades era limitado às capitais estaduais. Enquanto isso, cidades do interior sofriam com a sua falta. O custo do ensino superior por pessoa incluía custos de viagem e moradia em uma segunda cidade. Com um bom acesso à internet, essa questão de orçamento se resolveu, e os limites geográficos foram perdendo sua força. Nos últimos dez anos, cresceu também o número de cursos oferecidos gratuitamente por universidades de renome mundial, tais como Harvard ou Yale, por exemplo, e é raro encontrar melhor exemplo de acesso à educação do que isso.

 

Mesmo sem possuir visto ou dinheiro para ir aos EUA, brasileiros podem, agora, estudar em algumas das universidades mais famosas do mundo. Não só o acesso melhorou, mas também a qualidade da educação que temos a nosso alcance cresceu.

 

Nesse mesmo período de tempo, o preço médio da mensalidade de um curso superior foi diretamente influenciado pela oferta a distância. Enquanto hoje, a mensalidade de um bom curso ofertado pela internet gira em torno de R$260,00, segundo pesquisa pela Educa Insights, há alguns anos, o mesmo curso presencial tinha um preço base de R$500,00.

 

Isso acontece porque o investimento na oferta de EAD é feito prioritariamente em tecnologia. E uma vez que o investimento inicial é feito para que a oferta tenha qualidade e suporte um grande tráfego online, seu potencial de crescimento possui limites pouco definidos.

 

Como a nova regulamentação do MEC ajuda o acesso à educação

Com as mudanças aprovadas pelo Ministério da Educação em junho de 2017, ficou mais fácil para as Instituições de Ensino Superior ofertarem cursos EAD.

 

“A portaria possibilita o credenciamento de instituições de ensino superior (IES) para cursos de educação a distância (EAD) sem o credenciamento para cursos presenciais. Com isso, as instituições poderão oferecer exclusivamente cursos EAD, na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial.”
Fonte: MEC atualiza regulamentação de EaD e amplia a oferta de cursos

 

Para garantir a manutenção da segurança e da qualidade dos cursos, o MEC segue impondo algumas medidas regulamentares. De modo geral,  ao diminuir os obstáculos para se estruturar uma EAD em ensino superior, a tendência é que a modalidade continue crescendo, seguindo a ordem natural do mercado, em que a oferta tende a crescer proporcionalmente à procura.

 

Essa flexibilização é o primeiro passo para o reconhecer a EAD como instrumento de inclusão social disponível no Brasil de hoje. Mas sem investimento e dedicação das IES ofertantes, a regulamentação faz muito pouco ou quase nada pela qualidade do ensino.

 

Ao decidir iniciar os investimentos na área, é necessário que as IES saibam se adaptar às nuances da modalidade, e não hesitem em procurar por parceiros especialistas em produção de conteúdo e em tecnologias específicas para EAD. Do contrário, mero acesso à educação pela internet não será o suficiente para prender a atenção e o interesse do aluno. Para isso, outras técnicas são necessárias.

 


 


Assinatura Redação - O acesso à Educação Superior no país e o papel da EAD

 

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