Aprendizagem móvel: O smartphone como plataforma de EAD corporativo

Aprendizagem Móvel: o smartphone como plataforma de EAD corporativo

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Já são mais de 220 milhões de smartphones no Brasil e em maio de 2018 o número deverá bater na casa dos 306 milhões. Os dados reunidos pela Fundação Getúlio Vargas na 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas confirmam a presença cada vez maior dos dispositivos móveis na vida dos brasileiros e o quanto é importante levar isso em conta também quando se pensa numa estratégia de aprendizagem móvel para os colaboradores de uma empresa. É mais uma das vantagens que se obtém ao investir em e-learning corporativo.

 

Sendo uma tendência cada vez mais consolidada, o grande atrativo da aprendizagem móvel, também chamado de mobile learning, é a ubiquidade. Isto é, permite que o aluno acesse todo o conteúdo a qualquer hora e de qualquer lugar. Não precisa estar na frente de um desktop. Pode estar voltando para a casa, no ônibus, e resolvendo alguns exercícios. Ou pode estar numa fila, aguardando ser chamado, aproveitando para revisar um conteúdo pelo smartphone.

 

Tudo isso faz com que a busca por novos conhecimentos, competências e habilidades seja incorporada ao dia a dia do colaborador. E mais: acelera a assimilação de novos conteúdos e passa longe de ser uma obrigação porque dá a ele a liberdade de aprender quando e onde desejar.

 

Microlearning reforça importância da aprendizagem móvel!

Um dos fatores que atesta o avanço da aprendizagem móvel está no crescente uso do microlearning na Educação Corporativa. Trata-se de um modelo de aprendizagem pela internet com conteúdos de curta duração, produzidos em série e que podem ser consumidos rapidamente pelos alunos pelo smartphone. Ou seja, o colaborador da empresa também pode aprender usando o celular da mesma maneira que posta, compartilha e curte fotos, vídeos, memes e outros conteúdos nas redes sociais e aplicativos de mensagem.

Não por acaso uma das características do microlearning é justamente a apropriação de elementos que fazem sucesso na internet. Pode-se levar para o treinamento corporativo formatos, mídias e tipos de conteúdo já testados e, principalmente, com os quais o público da empresa certamente terá maior chance de conhecer e de, literalmente, curtir em seu dispositivo móvel.

 

O melhor exemplo disso são os vídeos. Uma produção com mais de 3 minutos de duração é quase uma eternidade no YouTube. Não há uma regra fechada sobre isso, mas se estamos falando em transmissão rápida de informação numa estratégia de aprendizagem móvel é importante analisar a questão do tempo e optar por não fugir do padrão entre 2 e 5 minutos. Afinal, queremos engajar e não entediar o público com um vídeo de longa duração.

 

Mas além de vídeos – cada vez mais populares na internet graças ao sucesso do YouTube e, mais recentemente, do Instagram Stories – outros formatos da web cabem como uma luva numa estratégia de usar o smartphone como plataforma de EAD corporativo. Os testes online são um exemplo de como a gameficação, mesmo quando aplicada de forma simples, gera resultados.

 

Num treinamento corporativo, um teste deste tipo pode envolver um tema que a empresa deseja ao mesmo tempo fixar alguns conceitos, mas também gerar engajamento. Pode-se fazer um que queira mostrar aos funcionários “Quem você é na reunião de planejamento”. As perguntas podem incluir temas relacionados a comportamento, assiduidade, atitude, participação, engajamento, entrosamento, tipos de ideias apresentadas, entre outros. O resultado mede o desempenho do funcionário e diz o que ele precisa fazer para que tenha uma presença relevante nas reuniões.

 

Responsividade e mobile first!

Os custos de investimento em aprendizagem móvel costumam ser baixos. Mas para partir para uma estratégia de EAD antes é preciso estar atento também para alguns cuidados técnicos essenciais. Para começar, pelo número de smartphones ativos e também por todas as possibilidades de uso no EAD corporativo, é impensável nos dias de hoje usar uma plataforma que não seja responsiva.

A responsividade é um procedimento técnico de desenvolvimento web que permite que uma plataforma digital (um site, por exemplo) seja compatível com as características do dispositivo pelo qual será acessado. É isso o que permite que um mesmo site possa ser acessado no desktop, no tablet ou no smatphone sem ter a usabilidade prejudicada. Um site de EAD, por exemplo, que abre no celular e obriga o usuário a ampliar a tela para conseguir ler alguma coisa não é responsivo e está longe de ser um bom exemplo de aprendizagem móvel. Se fosse responsivo não haveria necessidade de ampliar a tela.

 

A força da aprendizagem móvel já é tão grande que existe também no EAD a tendência do “mobile first” ou “primeiro móvel”, que já é algo comum em projetos no jornalismo e na publicidade. O que isso significa? Basicamente se inverte a ordem de concepção de um projeto para internet. A ordem antes sempre pensar o site para desktop, depois para o tablet e, por fim, para o celular. Agora não, com mais smartphones em uso, eles ganharam prioridade. Por isso, há quem defenda pensar primeiro em como fica o site no celular e depois “traduzir” o projeto para os outros dispositivos.

 

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