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Portal Competência

29 de agosto de 2013
Silvia OSSO


Relações humanas no ambiente de trabalho

O assunto relações humanas está vinculado ao Respeito Pessoal – que compreende promover o relacionamento profissional baseado na ética

Relacoes humanas no ambiente de trabalho

O assunto relações humanas está vinculado ao Respeito Pessoal – que compreende promover o relacionamento profissional baseado na ética

Muito se tem falado sobre as deficiências nas Relações Humanas no ambiente de trabalho. Profissionais despreparados para atuar num mercado competitivo e altamente exigente apresentam-se diariamente aos empresários em busca de emprego. A baixa escolaridade, a falta de bons modos e de traquejo social tem contribuído para isso. O fenômeno da globalização trouxe mudanças significativas tanto para as pessoas quanto para as corporações. No meio organizacional de hoje, se observam investimentos destinados não apenas às novas tecnologias, como também em ações voltadas ao desenvolvimento do capital humano e das atitudes comportamentais.

Mas por que motivo as empresas voltaram suas atenções para as competências relacionadas ao comportamento dos profissionais? A resposta surge da necessidade de encontrar um diferencial significativo para o negócio. E essa busca culmina nas pessoas.

O desenvolvimento de competências comportamentais passou a ser trabalhado, na prática, em treinamentos dinâmicos que abordam as relações humanas e aplicam técnicas de sensibilização, em que o colaborador faz uma reflexão sobre seus relacionamentos pessoais e profissionais, e uma análise em relação às escolhas feitas todos os dias e que nortearão suas vidas, tanto na organização como fora dela. O assunto “relações humanas” está vinculado ao Respeito Pessoal – que compreende promover o relacionamento profissional baseado na ética, no respeito e no reconhecimento das diferenças de cada pessoa.

Com esses treinamentos, os resultados se evidenciam na melhoria no desempenho das pessoas; aumento do orgulho pessoal em pertencer à empresa; crescimento da satisfação dos colaboradores; maior retenção de talentos; aumento na participação no mercado; progresso na qualidade dos serviços e atendimento; melhoria da imagem institucional; expansão dos negócios da empresa; aumento da eficácia organizacional; equipes mais inspiradas para superação de metas e a motivação das pessoas em busca de objetivos.

Lembro a seguir alguns aspectos dos treinamentos comportamentais e as regras de boa convivência funcional e que devem ser trabalhadas com superiores, subordinados e colegas:

·         Respeitar o chefe imediato, colegas, subordinados e clientes – quem respeita, sempre será respeitado.

·         Não cortar a palavra de quem fala – falar pouco e com segurança agrada mais aos clientes e colegas.

·         Ser claro na comunicação – falar somente o necessário. Saber ouvir é uma arte!

·         Cuidar para não ferir o outro com reações agressivas – controlar emoções é fundamental.

·         Procurar a causa das antipatias para vencê-las – conhecer a si mesmo e procurar ser compatível com colegas e chefia são básicos para o trabalho harmonioso e rentável.

·         Nunca dizer categoricamente: “Não concordo! Você está errado” – dizer a mesma coisa com outros termos. A maneira como você diz é mais importante do que aquilo que você diz.

·         Aprender a enaltecer as qualidades positivas das pessoas, através do elogio – esta é a melhor arma para quem quer conquistar e cativar amigos.

·         Usar normas de etiqueta social, aplicando-as corretamente como: dizer obrigada, por favor, com licença etc.

·         Ter sempre um semblante alegre e sorridente – o sorriso contagia favoravelmente o ambiente. A simpatia atrai amizades.

·         Mostrar interesse pelos outros – as pessoas gostam de receber atenção. Amigos sim; íntimos não!

·         Dar importância ao outro, por mais humilde que seja – valorizar cada pessoa é uma questão de respeito.

·         Lembrar sempre que ninguém nasce sabendo – aprender é descobrir as suas próprias ignorâncias; dialogar uma arte!

·         Gostar do que faz é gostar de si. Gostar do outro e amar seu trabalho são ingredientes de sucesso nas relações humanas.

Se algum empresário ainda questiona os resultados que esses treinamentos podem gerar, afirmo que esse o investimento ainda estimula nas pessoas o sentimento de pertencer ao contexto da empresa, encoraja o aprendizado e o crescimento contínuo dos profissionais, cria um clima que estimula os desafios e a criatividade, inspira entusiasmo, reconhece e compreende os sentimentos dos outros. Tente e verá os resultados que obterá!

 

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Silvia OSSO

É palestrante e consultora de empresas. Jornalista , especialista em varejo,é autora dos livros Atender bem dá lucro ; Programa Prático de Marketing para Farmácias; Administração de Recursos Humanos e do DVD Etiqueta Empresarial.Contato via e-mail: siosso@uol.com.br . Para adquirir meus livros : www.lojacontento.com.br