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Portal Competência

11 de outubro de 2013
Recursos Humanos


O peso do Coaching em um currículo

O que faz a diferença no processo de seleção?

O peso do Coaching em um curriculo

A procura por cursos e consultorias em Coaching tem aumentado no Brasil de maneira expressiva nos últimos anos. Os dados da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), um dos maiores centros de pesquisa e treinamento na área, são um exemplo deste contexto. Só em 2010, a SLAC formou 160% a mais de profissionais do que no ano anterior. Até que ponto essas vivências podem contribuir com a conquista de uma vaga no mercado é o que especialistas abordam abaixo.

O fato de o candidato ter descrito em seu currículo que já passou por um processo de Coaching nem sempre garante ao recrutador que o profissional apresenta os diferenciais esperados. Quem alerta é o presidente do IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, o Master Coach Senior e Trainer José Roberto Marques.

“O Coaching não é um simples curso, é um estilo de vida, uma filosofia. Uma passagem pelo processo de Coaching pode ser um diferencial se a pessoa aplica o conhecimento adquirido. Para saber se o profissional efetivamente está inserido nesta filosofia, é fundamental que o recrutador faça uma investigação comportamental”, esclarece José Marques.

A rápida proliferação de cursos e consultores em Coaching também exige cautela por parte do RH. A orientação é da Consultora de Carreira e Coordenadora de Projetos da LHH | DBM – Regional Sul, a psicóloga e coach Isabela Guerra.  “É interessante averiguar se a instituição onde foi feita a formação é séria e, no caso de quem passou por um processo de Coaching, buscar informações sobre a empresa ou profissional que conduziram este trabalho”, destaca a consultora.

Acostumada a conduzir processos de seleção, a consultora de recursos humanos da Consultale RH, Cintia Fontoura, declara que empresas de grande porte valorizam as vivências em Coaching. “Para cargos de liderança, o fato de o candidato ter uma formação nesta área revela que alguma visão mais ampla sobre trabalho em equipe, comprometimento e motivação ele deve ter. Além disso, trata-se de uma tendência recente no mercado, o que demonstra uma preocupação com a atualização dos conhecimentos”, afirma Fontoura.

E para aqueles candidatos que revelam efetivamente entender e aplicar a filosofia do Coaching, o presidente do IBC garante que alguns diferenciais podem ser esperados: “a pessoa tem suas habilidades e capacidades desenvolvidas, metas e objetivos bem definidos, assim como foco e determinação para atingir os resultados propostos. Espera-se ainda um profissional altamente comprometido e em contínuo desenvolvimento”.



Redação, Portal Competência