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Portal Competência

7 de outubro de 2014
Recursos Humanos


O perfil do profissional de RH no Brasil

Pesquisa revela a trajetória dos gestores de pessoas de grandes organizações

O perfil do profissional de RH no Brasil

Para traçar o perfil do profissional de RH no Brasil, uma pesquisa da Great Place to Work entrevistou os principais executivos das 130 organizações contempladas pela premiação. O estudo inédito fez parte da edição 2014 da GPTW e revela um pouco sobre o percurso que um profissional da área traça para chegar ao ápice da carreira de recursos humanos.

Entre os dados levantados, observou-se, por exemplo, que 59% dos diretores da área de Gestão de Pessoas assumiram esse cargo depois de fazerem carreira dentro dessas empresas. Esses profissionais demoraram, em média, nove anos para alcançar tal posição – sendo que apenas 41% dos entrevistados foram contratados diretamente para exercer a função de diretores.


Saiba mais em: Por um RH melhor em 2014


De acordo com análise do responsável pela Área de Conteúdo da Great Place to Work, Bruno Nunes Mendonça, esses números confirmam que vivência dentro de uma organização é importante para alcançar o alto escalão. “Esta experiência ajuda muito o profissional a ter uma visão mais holística e estratégica para a condução de negócios”, avalia. A pesquisa ainda demonstrou que 45 anos é a média de idade destes executivos.

O estudo da Great Place to Work também expôs a diversidade das graduações dos profissionais entrevistados. Administração de Empresas (25%), Psicologia (20%) e Engenharia (13%) estão entre os cursos que compõe o currículo desses gestores. Eduardo Ferraz é engenheiro por formação, atuante na área de Gestão de Pessoas e autor de livros sobre Desenvolvimento Humano. Ele avalia a importância da graduação para o RH.


Saiba mais em: Como se tornar um RH de sucesso


Ferraz acredita nas contribuições dos cursos de Administração (por preparar para o atingimento de metas e objetivos no negócio) e Psicologia (por auxiliar na gestão das competências e habilidades do público interno). O gestor defende, porém, que se a pessoa tem aptidão para a atuação em Recursos Humanos, ela é capaz de, mesmo com outras formações e uma busca autônoma por conhecimento, alcançar o perfil ideal para a função. 

A predominância feminina nos cargos de Recursos Humanos é outro dado levantado pela pesquisa da GPTW. As mulheres lideram 51% dos postos de trabalho nesta área.



Redação, Portal Competência