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Portal Competência

3 de janeiro de 2014
Educação Corporativa


A importância do público na Educação Corporativa

Definir quem vai receber determinado conteúdo é fundamental para colher frutos do conhecimento oferecido

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Para ter um programa de Educação Corporativa eficiente é preciso muito mais do que uma grade de aulas e workshops à disposição dos colaboradores. Antes de oferecer cursos ao seu público, a empresa deve mapear o seu quadro de colaboradores para atingir as pessoas cujos conteúdos realmente farão diferença no seu dia a dia profissional e pessoal.

Com um público bem especificado, são maiores as chances de o colaborador absorver aquele ensinamento e usá-lo nas suas atividades profissionais. Além de elevar o nível de satisfação entre os participantes, já que o interesse naquele conteúdo é geral para aquele grupo, essa é uma maneira de contribuir efetivamente para o fortalecimento das competências das pessoas.

De acordo com o Diretor Comercial da Fellipelli Consultoria e Diagnósticos, Danilo Afonso, a importância de entender o público é fundamental para não entregar algo para alguém que não precisa. “É importante definir quem são as pessoas para oferecer um conhecimento que tenha utilidade para o indivíduo. Não pode ser apenas um desejo do gestor que aquela pessoa tenha uma determinada competência se o indivíduo não apresenta habilidades para tal”, comenta. “Oferecer a mesma coisa para todo mundo é o mesmo que oferecer alimento que não sacia a fome de ninguém. Significa re-trabalho e frustração, já que as pessoas têm necessidades profissionais diferentes”.

As empresas – geralmente as de grande porte – que têm departamento de treinamentos já fazem mapeamento das pessoas no seu programa de lideranças. “Traçar o perfil do profissional não significa que só a pessoa será analisada. É preciso levar em conta a cultura organizacional, o cargo que a pessoa ocupa e/ou poderá ocupar, o indivíduo e o profissional”, diz Danilo Afonso.

Algumas são as ferramentas utilizadas para identificar os públicos dentro das organizações. Elas vão desde o processo de gestão por competências até instrumentos como o ‘Brikman’, oferecido pela Fellipelli com o objetivo de identificar as necessidades e os interesses do indivíduo a partir de dados comportamentais, motivacionais e ocupacionais. “As ferramentas ajudam a elaborar planos de desenvolvimento individuais ou coletivos que identificam os perfis adequados para cada posição, tendências de comportamento e competências que podem ser trabalhadas e fortalecidas”, conta.



Redação, Portal Competência