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Portal Competência

4 de abril de 2014
Qualidade de Vida


Em busca do profissional bilíngue

Cursos in company combatem dificuldade de encontrar proficiência na contratação

Em busca do profissional bilingue

Cada vez mais multinacionais se instalam no País com a necessidade de profissionais que dominem outro idioma. Mesmo as empresas nacionais, por estarem ampliando seus contatos no exterior, também carecem deste perfil de colaborador. O que ocorre é que apenas 5% da população brasileira apresenta fluência na língua inglesa, por exemplo (dados da British Council). É um dos piores índices do mundo em proficiência neste idioma. Diante deste panorama, para não descartar candidatos com excelente formação e experiência, as empresas têm encontrado alternativas na busca do profissional bilíngue.

Não se trata mais de uma exigência que diz respeito apenas à presidência, à diretoria ou à gerência. Segundo a psicóloga e gestora de pessoas Cintia Fontoura, especialista em Recrutamento & Seleção e Executive Search há mais de 20 anos, atualmente é muito comum encontrar vagas para coordenador, supervisor e até analista com a exigência do domínio do inglês. “Hoje em dia, apenas empresas de pequeno porte e com atuação regional não buscam profissionais bilíngues”, comenta Cintia.

A dificuldade de encontrar candidatos com fluência em inglês nos processos de seleção, entretanto, tem feito algumas organizações optarem por caminhos que fogem de um garimpo apurado no recrutamento. De acordo com a especialista, “o oferecimento de cursos in company e a distância bancados pelas próprias empresas têm sido a estratégia de um número cada vez maior de organizações”.

Opção in company

Atenta a necessidade crescente das empresas e à escassez elevada do mercado de trabalho nesta área, a Dtcom – Comunicação e Educação Corporativa desenvolveu um amplo treinamento online a distância com conteúdo e metodologia específicos para atender esta demanda.  O curso chamado “Inglês na Prática” apresenta níveis variados com conteúdo aplicado à realidade do profissional, explica a coordenadora de produção da Dtcom, Sabrina Viana.

Ministradas por professores com experiência em International Bussiness, as aulas apresentam diversas abordagens práticas e exercícios em forma de jogos – ao invés de deterem-se em questões gramaticais aprofundadas e pouco aplicadas à realidade profissional.  “A ideia de desenvolver os cursos de inglês dessa forma vem para tornar o aprendizado do aluno mais agradável, com o objetivo de ir direto ao ponto e não perder anos de estudo em uma gramática complexa”, explica Sabrina.

A coordenadora da Dtcom ainda explica que o sistema de autoaprendizagem e as diversas ferramentas interativas do curso proporcionam ao colaborador um sentimento de maior responsabilidade por sua formação: “hoje, as empresas preocupam-se muito com a educação do público interno e o grande desafio nesse sentido é criar mecanismos que garantam o processo de conversão do conhecimento para a realidade da organização. Quando a empresa proporciona ao seu colaborador isso por meio da autoaprendizagem, ela está contribuindo para a excelência na gestão do conhecimento”.



Redação, Portal Competência