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Portal Competência

19 de maio de 2014
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Cyberbullying no trabalho

Pesquisa revela que problema já atinge as empresas de maneira expressiva

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Quando se pensa em bullying, há quem associe a prática apenas ao universo escolar e infantojuvenil. Uma pesquisa da AVG Technologies, porém, revelou que 30% dos brasileiros já sofreram agressão via recursos tecnológicos por parte de colegas de trabalho. Um dado que torna o problema alvo também da atenção das empresas.

A AVG Technologies atua na área de softwares de segurança, seu estudo foi divulgado em setembro de 2013. Entre os dados levantados, foi identificado que 25% dos profissionais acreditam que as mídias sociais prejudicam a privacidade no trabalho e 54% consideram a empresa responsável pelo comportamento online de seus colaboradores.

“O estudo é um alerta para as empresas, que precisam adotar urgentemente políticas de uso da internet, orientar os funcionários sobre boas práticas nas redes sociais e promover discussões abertas com seus colaboradores sobre ética nas comunicações online”, declara o diretor de marketing da AVG Brasil, Mariano Sumrell.

A questão é tão séria que a empresa de educação e comunicação corporativa Dtcom desenvolveu um curso online específico para tratar do assunto: Cyberbullying – O Uso Ético da Internet. O treinamento é ministrado pela psicóloga Rosemary Miyahara, especialista em Psicologia Social e coordenadora do Centro de Referência às Vítimas da Violência do Instituto Sedes Sapientiae.

Segundo Rosemary, as mídias sociais ainda são novidade e oferecem um potencial de enclausuramento de segredos que incentiva o bullying: “para os maus intencionados, há a uma possibilidade de transgressão em oculto com perfis falsos, os nicknames. Por outro lado, há usuários que apenas apresentam um despreparo ético em relação ao uso desses recursos”.

Diante disso, a empresa passa a ser responsável por orientar suas equipes a respeito da maneira mais adequada de agir na Internet. Para a psicóloga, brincadeiras com distorção de fotografias de colegas, nomeação de apelidos, divulgação de características negativas e demais ações que gerem desconforto, devem ser coibidas. “O que aparenta apenas um momento de descontração, é capaz de alcançar proporções sérias”.

Para aprofundar seus conhecimentos sobre Cyberbullying, acesse o curso da Dtcom – Educação e Comunicação Corporativa



Redação, Portal Competência