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Portal Competência

11 de julho de 2014
Educação Corporativa


Conhecendo o cérebro para dominar as emoções

Como a neuroanatomia potencializa processos de Coaching e desenvolve melhores profissionais

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Você já se deu conta que algumas pessoas apresentam padrões de comportamento extremamente prejudiciais às suas vidas profissionais? São indivíduos repletos de competências, mas que se deixam dominar por formas destrutivas de sentir, pensar e agir. Os adeptos do NeuroCoaching acreditam que esta metodologia é capaz de auxiliar profissionais nestas circunstâncias potencializando ainda mais os processos do Coaching tradicional. Saiba como:

Passou o tempo em que falar de emoções no contexto profissional era algo inconveniente. A neurociência e a neuropsicologia demonstram hoje que as emoções são um produto natural do cérebro e são essenciais para o funcionamento do ser e para o bom andamento de processos de gestão pessoal. Assim explica o coach e fundador do Instituto de Neuroliderança, Carlos A. Diz.

“As emoções podem ser usadas a nosso favor e o domínio do racional sobre o emocional deve ser visto como uma competência a ser desenvolvida pelos profissionais. Trata-se de um treinamento da mente e a principal contribuição da neurociência aos processos de Coaching”, esclarece Carlos sobre os diferenciais do NeuroCoaching.

Segundo o coach – que também é especialista em neurociência – atitudes como a impulsividade, a agressividade, a passividade, a prolixidade e a dificuldade de tomar decisões podem ser identificadas e dominadas por meio do NeuroCoaching e da ampliação do que chama de metaconsciência.

“Este entendimento permite afinar a conversa do Coaching com a realidade e o momento cerebral do profissional, assim como endereçar com mais precisão o que pode dar resultado. Isto resulta na redução do tempo e do esforço necessários para se alcançar objetivos”, acentua Diz.

José Roberto Marques é presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, uma das instituições nacionais que oferecem treinamento em NeuroCoaching. Ele cita algumas das principais situações do meio organizacional que podem ser revolucionadas por meio desta metodologia específica:

“Tomadas de decisão, feedbacks, elaboração de planejamentos, momentos de estresse, quebra de comportamentos sabotadores, gerenciamentos de crises, conflitos, inteligência e controle emocional, entre tantas outras situações”, cita José Marques.

O presidente do IBC ainda acentua que o NeuroCoaching é indicado para qualquer profissional, independente da área de atuação, que precisa melhorar ou mudar comportamentos e deseja fazer isto por meio do estudo sistêmico do cérebro humano: a neuroanatomia.

“Além disto”, discorre José Marques, “é indicado para profissionais que trabalham como Coachs, para ampliarem esta atuação, oferecendo mais possibilidades de desenvolvimento aos seus Coachees e obtendo maior assertividade”.



Redação, Portal Competência