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Portal Competência

23 de maio de 2014
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Arquitetura corporativa em prol de equipes produtivas

Projetos inteligentes para ambientes de trabalho potencializam o desempenho dos colaboradores

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Não se trata apenas de ter um escritório bonito e bem decorado. A questão é bem mais ampla. Um projeto de arquitetura corporativa inteligente é desenvolvido de acordo com o perfil da empresa e as necessidades dos profissionais que nela atuam e tem poder de motivar e elevar a produtividade. Quer saber como? Confira abaixo.

Instalações elétricas, telecomunicações, sistema de ar condicionado, projeto de detecção e combate a incêndios. Quando se vai projetar um ambiente de trabalho, deve-se pensar em tudo isto. Mas além destas questões, o dia a dia da empresa, sua identidade visual, a rotina de suas equipes e o bem-estar de seus empregados devem ser levados em consideração.

“É preciso entender as sinergias da organização, seus fundamentos, suas interlocuções e especificidades de cada área, o foco comercial, sua atuação social e seu estilo de gestão”, explica o arquiteto Marco André Benjamin, da MB Arquitetura – empresa especialista no desenvolvimento, gerenciamento e instalação de obras corporativas.

Marco apresenta 15 anos de experiência em arquitetura corporativa com o foco acima. Segundo o arquiteto, um projeto que considera essas questões melhora a forma de trabalho e o fluxo de informações entre colaboradores, pois posiciona o mobiliário por um layout fluido, um ambiente claro e integrado e áreas de uso comum com espaços colaborativos.

“Uma arquitetura corporativa bem trabalhada reverbera de maneira muito positiva junto a todos os públicos da empresa: colaboradores, clientes, fornecedores e até diante da concorrência”, afirma Marco André Benjamin.

A Ergonomia dos espaços de trabalho também deve ser considerada na hora de projetar um ambiente – lembra a especialista no assunto Luciana Leuche, fisioterapeuta do trabalho. Segundo ela, os espaços de trabalho devem ser adaptados às necessidades do profissional e não o contrário.

Para a Ergonomia, mesas e cadeiras devem ser escolhidas para promover saúde física e bem-estar aos profissionais e não apenas por suas características estéticas. Da mesma forma, devem ser pensados: iluminação dos espaços, ventilação, entre outros quesitos.

“Um profissional com qualidade de vida e sem dores musculares é um trabalhador que rende mais. Ele não costuma faltar e tem a atenção aumentada, produzindo melhor”, defende Luciana, que também é consultora da A Laboral Ergonomia.



Redação, Portal Competência