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Posts publicados em janeiro, 2015

De Vendedor a Gerente de Vendas

20 de janeiro de 2015

Autor: Marcelo Leal em Portal

De vendedor a Gerente de Vendas

Tornar-se um gerente de vendas pode ser uma transição difícil até mesmo para os melhores vendedores, afinal, novos desafios aparecem quando você precisa atingir resultados por meio de outras pessoas, sem depender somente do seu trabalho individual.

Geralmente os novos gerentes demoram até conseguir ter um bom desempenho na sua nova atividade, porque não dão atenção a quatro pontos importantes, que são:

1. Vendedores não são todos iguais: como gerente, você precisa primeiramente aceitar a trabalhar com pessoas diferentes de você, ou seja, que conseguem atingir os resultados de forma diferente. O erro mais comum é tentar fazer todos agirem da sua maneira, ou valorizar apenas quem é “igual” a você.

2. Não se pode fazer por “eles”: o seu papel como gerente de vendas não é somente sair fazendo visitas em conjunto, ao lado do vendedor, afinal isso ele deveria fazer sozinho. O gerente acrescenta conhecimento quando traz novos caminhos, consegue evitar problemas, apresenta novas maneiras de olhar o cliente; o produto e o setor. É quando você serve muito mais de luz (que ilumina) do que de poste (que apoia).

3) Não se esquecer do contato direto: muitos gerentes acham que não precisam mais estar em campo, e tentam resolver tudo de sua sala. O bom gerente continua indo a campo, conhecendo os problemas de perto, apertando a mão de clientes e ouvindo seus problemas, sequenciando o contato direto.

4) Invista no que os vendedores não investem: em geral, vendedores não querem “perder” tempo com planejamento, organização e prospecção de novos clientes ou oportunidades. Como gerente, você tem grandes contribuições a fazer nesta área, para o time, para a empresa e para os resultados. Crie métodos e práticas e mantenha a disciplina para estas três importantes atividades não ficarem largadas.

De ótimo vendedor a ótimo gestor de vendas, a grande diferença está em pensar mais nos outros do que em si mesmo. Pensar no que a equipe precisa para se desempenhar melhor, pensar em como os clientes pode ser melhores atendidos, pensar no que as outras empresas fazem melhor e o que pode ser incorporado na sua, em seus produtos e em novas oportunidades.

Os males da síndrome do pensamento acelerado

15 de janeiro de 2015

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

Os males da síndrome do pensamento acelerado

A “síndrome do pensamento acelerado”, definida pelo psiquiatra Augusto Cury como um dos males do século XXI é, embora um conceito novo, uma característica percebida nos seres humanos com cada vez mais intensidade e capaz de impactar as relações profissionais. De acordo com a psicóloga do trabalho, Karina Campos, ela nada mais é do que um reflexo à quantidade de estímulos que os indivíduos estão submetidos.

“O número de informações a que temos acesso, as exigências de mercado e a pressão por conexão e globalização a toda hora são desencadeadores. Uma parcela expressiva da população se queixa de muitos pensamentos, da necessidade de executar com muita agilidade suas tarefas, de se sentir incomodado quando alguém executa algo com mais tranquilidade, de não conseguir controlar os pensamentos e harmonizá-los com o comportamento”, afirma Karina.

A ansiedade e os níveis elevados de estresse estão totalmente relacionados ao pensamento acelerado e são sensações conhecidas dos seres humanos há séculos. O que ocorre na atualidade, é que as pessoas estão menos estruturadas para administrar estes estados. “O que nos diferencia enquanto seres humanos passíveis de sofrermos dessa aceleração de pensamento é nossa subjetividade e poder de reflexão sobre os fatos e sobre o que podemos chamar de estímulos”, reflete a psicóloga.

A velocidade das informações e as urgências das demandas do dia a dia têm desenvolvido profissionais com deficiências na capacidade de ouvir, de manter o foco e de se envolver com o trabalho. Por isso, é muito importante compreender o que é urgente e priorizar as atividades.

Direcionar o pensamento para o contexto vivido é muito importante para manter o foco, ou seja, as soluções para o local de trabalho devem ser tratadas no local de trabalho e as da vida particular nos momentos oportunamente propícios. É importante a pessoa buscar se conhecer e tentar identificar como se formam seus pensamentos, em que circunstâncias eles acontecem, para conseguir manter o autocontrole. É um aspecto da inteligência emocional que trás à tona a reflexão”, conclui Karina.

 

Matéria “Torne sua empresa menos estressante”

Matéria “Pressão profissional sem estresse”

 

 

 

O avanço da tecnologia e o impacto nas profissões do futuro

14 de janeiro de 2015

Autor: Eline Kullock em Portal

O avanço da tecnologia e o impacto nas profissões do futuro

Segundo uma declaração dada há algumas semanas pelo renomado físico inglês Stephen Hawking, o avanço da inteligência artificial pode extinguir a raça humana. A profecia parece catastrofista, mas a afirmação deste que é um dos cientistas mais conceituados da atualidade foi baseada apenas em fatos de nossa própria realidade.

Para Hawking – que, aliás, depende da tecnologia para poder conviver com a doença que rara da qual é portador (esclerose amiotrófica), o desenvolvimento de robôs pensantes é uma real ameaça à espécie humana já que, segundo ele, as máquinas poderão nos substituir completamente no futuro. Alguns cientistas já veem robôs fazendo boa parte do trabalho humano em menos de 30 anos!

Noticiada em diferentes mídias no mundo todo, a afirmação bombástica de Hawking não deveria ser motivo de histeria. Pessoalmente, acho que apenas as atividades mais braçais vão realmente desaparecer e que nós, humanos, ainda vamos ter muita serventia neste mundo, por muitos e muitos anos. Entretanto, a declaração não deixa de ser um alerta para repensarmos a sociedade do futuro. Afinal, sabemos que muitas mudanças serão promovidas em nosso cotidiano a partir de novas descobertas, mas a questão é: quais tecnologias devem realizar as rupturas mais profundas na sociedade, tal qual a conhecemos? E quanto ao impacto no mundo do trabalho: que profissões devem realmente desaparecer com tanta inovação?

Claro que as novas tecnologias introduzidas até aqui não apenas extinguiram profissões como também criaram novas. Resta saber se a balança vai se equilibrar entre as ocupações que sumiram do mapa (como telefonista, datilografa) – ou se substituem – (o cocheiro que conduzia charretes trocado pelo motorista) com as novas, como o desenvolvedor de aplicativos ou o gerente de sustentabilidade…

E a atividade agrícola, essencial para nossa sobrevivência, conseguirá escapar ilesa? Um exemplo de mudança já em prática é a “agricultura urbana”, que propõe que o cultivo de hortaliças, frutas e verduras fique mais próximo dos consumidores – em cada bairro ou comunidade. Isso ajudaria a evitar o deslocamento dos alimentos para, além de economizar tempo e dinheiro, promover a integração da comunidade na produção de sua própria comida.

O escritor Peter Diamandis, autor do best seller “Abundância”, vai mais além nessa questão e prevê que, no futuro, as plantações nas cidades serão verticais, viabilizando o plantio e a colheita o ano inteiro, sem uso de pesticidas e sem contaminação do solo. Essa nova prática agrícola permitiria não só obter alimentos mais saudáveis, como também daria emprego à comunidade próxima e diminuiria o trânsito. Além disso, por ser uma atividade com novas técnicas, deveria gerar novas profissões também.

O futurista Thomas Frey, em seu livro “Communicating with the future” nos dá exemplos concretos de algumas invenções que determinarão a morte e o nascimento de profissões. Por exemplo, em função da possibilidade de carros se auto-dirigirem (há textos sobre o tema IG ou no Exame), algumas funções como motoristas de táxi, de ônibus e de vallet parking, além dos policiais de trânsito, cairiam em desuso. Falar de carros tão inteligentes pode parecer muito futurístico, mas as montadoras já têm equipes de pesquisa trabalhando no assunto. Prova disso é que alguns veículos já estacionam sozinhos!  Da mesma forma, os aviões podem ser pilotados à distância, fazendo com que a função dos pilotos mude completamente.

Outra grande invenção que pode abalar as estruturas sociais são os drones. Eles já são utilizados na Amazon e vão mudar dramaticamente algumas tarefas do nosso dia-a-dia. Já sabemos que existirão drones de todos os tamanhos e formas, voando baixo ou alto, para o bem e para o mal. E quando eles realmente forem aperfeiçoados, os entregadores serão, certamente, uma profissão extinta. Talvez até mesmo os correios, que viram sua atividade se reduzir à entrega de pacotes, acabem de vez depois dessa…

Mas a revolução não para por aí. Os drones também poderão nos substituir em funções relacionadas ao controle da agricultura, em especial o plantio, que poderia ser controlado à distância. Talvez por conta dos mesmos drones, milhões de outros serviços braçais – como os de monitoramento (segurança e vigilância) também estejam fadados a morrer. A esta altura você deve estar pensando, como eu, no cientista inglês Hawking: a tecnologia talvez esteja indo longe demais, aonde nem precisava! Parece não haver limites quando o assunto são as mudanças que estão por vir.

A popularização da impressão em 3D, por exemplo, é outra novidade que vai, muito provavelmente, revolucionar nossas indústrias. Descobri hoje – conversando com meu dentista – que as obturações já podem ser feitas por moldes a partir de imagens 3D enviadas aos laboratórios. Fiquei pensando que talvez os próprios dentes possam ser feitos/redesenhados a partir da realidade que a tecnologia em 3D permite. Certamente a função dos dentistas e protéticos e dos médicos também mudará completamente!

Mas e a fabricação de produtos, também sofrerá consequências?  Com o avanço dos estudos da engenharia de materiais, está provado que será possível construir dentro de casa artigos que hoje estão em uma linha de produção, como mostra este artigo, feito já no Brasil. Isso significa que os marceneiros deixarão de existir? E as fábricas, como conhecemos hoje, serão repensadas? Será possível construir casas a partir da impressão em 3D? Uma empresa chamada WASP, na Itália, já demonstrou que isto é possível.

Big data, inteligência artificial, robótica…! Quais outros profissionais isso tudo vai afetar? Será que os contadores e auditores serão substituídos por programas de computador ou aplicativos de celular? E as mudanças na medicina: ainda teremos médicos nos consultórios? Ou chegará o dia em que, ao nos sentirmos mal, vamos entrar em uma farmácia (se elas ainda existirem), nos dirigir a uma máquina que vai colher nosso sangue com uma simples picada no dedo e vai, em seguida, informar que remédio tomar, com posologia e duração?  Existirão médicos e enfermeiros ou este trabalho será feito por robôs? Um mistério para o qual teremos resposta em pouco tempo, certamente.

Tudo isso prova que o futuro é fascinante e cheio de novas verdades. Pensando no perfil da geração Y, esses nativos digitais e loucos por tecnologia vão se adaptar a tudo isso com uma facilidade enorme. Afinal, suas vidas têm sido pautadas por mudanças constantes, entre bits e bytes. Mas eu sempre me pergunto: nós, das gerações mais velhas, estamos preparando os jovens para essa realidade? Ou ainda temos universidades voltadas para profissões do passado, com funções que já não serão exercidas da mesma forma? Com estas novas mudanças, o conceito de “long life learning” (aprendizado contínuo) do qual tanto falam os RHs, é mais urgente do que nunca! Qualquer engenheiro, médico, economista, agrônomo, físico, químico ou dentista que não se atualizar constantemente estará fora do mercado.

Acredito que a mudança deva começar pelos profissionais de RH, em especial recrutadores. Será necessário desaprender e reaprender a cada dia. A bagagem adquirida na faculdade, ainda que o profissional tenha se formado no ano passado, provavelmente já não é mais a melhor forma de conseguir um bom resultado ou performance. Sabemos que a maior parte das vagas no Brasil não consegue ser preenchida por falta de qualificação profissional, segundo o SINE. A taxa de aproveitamento é de somente 25%.

E nós, em nosso papel de família, como podemos ajudar nossos filhos e netos a se prepararem para este cenário cheio de desafios? Como contribuir para que as escolas formem melhor nossos pequenos para esta realidade que já bate à nossa porta? E as organizações, como serão estruturadas daqui em diante? Vale lembrar que o trabalho à distância é uma possibilidade positiva e que deve ser considerada pelas empresas na relação com seus empregados.

Mas vamos e venhamos: nada disso deveria assustar tanto assim. Nem a tecnologia nem qualquer previsão me convencem que seremos completamente substituídos por máquinas. Acho que elas vêm sim substituindo gente e eliminando postos de trabalho (o inglês Tim Harford, economista, escritor e colunista do Financial Times, escreveu há um ano sobre isso), mas não dá para dizer que elas vão, literalmente, tomar 100% das nossas tarefas. Senão, quem irá construir as máquinas e pensar na tecnologia, afinal?

Pessoalmente, acho uma delícia viver nesse ambiente de constante mudança. Essa vibe nos movimenta, nos faz sentir vivos e demanda nossa visão crítica constantemente. Nos impele a rever e verificar se nossas ideias e projetos ainda são válidos e factíveis, nos obriga a refletir e antever o mercado com seriedade. Em vez de prever nosso fim enquanto raça humana prefiro aproveitar ao máximo as coisas boas desse admirável mundo novo. Espero que você esteja do mesmo lado que eu.

Planos de Saúde em Avaliação

13 de janeiro de 2015

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

Planos de saúde em avaliação

É possível que ainda haja organizações definindo com quais fornecedores vão trabalhar no decorrer do ano. Os planos de saúde estão entre estes fornecedores que trazem dúvidas às empresas. Luiz Edmundo Rosa, Diretor de Educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos, ressalta que os gastos com saúde são a segunda maior despesa de gestão de pessoas, logo atrás da folha de pagamento. Diante disso, é preciso ter cautela na hora da renovação ou contratação dos planos.

Estar atento às regras contratuais de cada operadora de saúde é uma das orientações de Felipe Costa, supervisor comercial da Ciel Consultoria – do Grupo Imtep. Ele alerta que os contratos com operadoras de saúde geralmente têm vigência de 12 a 24 meses. “Se a organização rescindir antes desse período, terá que pagar uma multa. Além do quê, alguns planos renovam o contrato automaticamente, o que exige atenção”, alerta.

Outra questão para ficar atento: os contratos empresariais estipulam um “limite máximo” de custos com a utilização, fixada entre 65 a 75% sobre os valores gerados com o pagamento das mensalidades. “As operadoras entregam com o reajuste, os indicadores de utilização e relatórios de sinistralidade comprovando os custos. É importante que as empresas saibam analisar esses dados”, explica o consultor.

Pesquisar junto aos próprios colaboradores também auxilia na hora de definir com qual plano de saúde manter ou efetivar contrato, de acordo com Costa. “Com os empregados deve-se verificar o nível de satisfação. Assim, é possível considerar se o valor que a empresa paga apresenta a melhor relação custo x benefícios oferecida pelo mercado”.

E não basta apenas escolher o plano empresarial correto para evitar despesas extras com a saúde dos colaboradores. O diretor da ABRH lembra que, junto com a definição acertada da operadora, devem-se planejar ações de prevenção e manutenção da qualidade de vida dos empregados.

“O que as empresas devem fazer é incentivar os colaboradores a assumirem cuidados contínuos com a saúde. Com palestras de nutrição, promoção da atividade física, atitudes inovadoras e corajosas que incentivem as pessoas a cuidarem mais de si. Só com medidas preventivas é que as empresas vão reduzir os custos de planos médicos”, defende Luiz Edmundo Rosa.

 

Saiba mais:

 “Empresas brasileiras de olho na saúde”

 “Vacinação Ocupacional”

 

Prazer e obrigação

12 de janeiro de 2015

Autor: Tom Coelho em Portal

Prazer e obrigação

Desde minha adolescência sempre fui um praticante de esportes, usufruindo de seus muitos benefícios. Da natação, que contribuiu para amenizar os efeitos de uma bronquite alérgica, passando pelo basquetebol, que me ensinou a importância do trabalho em equipe, até o taekwondo, arte marcial coreana que me auxiliou na construção de uma postura autoconfiante e determinada, típica da cultura oriental.

Também pratiquei canoagem e vela, desenvolvendo a concentração para manter-me equilibrado e veloz dentro da embarcação; paraquedismo, aprendendo a conhecer e superar limitações, respeitar o medo e até enfrentar um acionamento de reserva; e esgrima, através da qual pude exercitar foco e precisão, em detrimento de velocidade e explosão.

Porém, com o passar dos anos, engolido pelas demandas profissionais e talvez pelo fato de sempre ter atuado de forma muito competitiva em todas estas atividades, perdi o hábito da atividade física entregando-me, muito a contragosto, ao sedentarismo.

Tomado pela consciência dos riscos e pelo avançar da idade, tenho recorrentemente tentado retomar a prática esportiva. Confesso que não é fácil, pois o que cabe em minha agenda são sessões eventuais de musculação em uma academia – e este é o tipo de atividade que não me oferece nenhum prazer. Apenas a título de ilustração, realizo a série de exercícios fazendo contagem regressiva à espera de concluí-los com a maior brevidade possível.

Dia destes encontrei um amigo na academia, eu chegando, ele partindo. Perguntei-lhe: “Você vem todos os dias?”, ao que ele respondeu: “Se eu pudesse, viria. E você?”. Disse-lhe: “Se eu pudesse, não viria nunca!”.

Isso nos traz uma importante reflexão. Há coisas que fazemos por obrigação e há outras que fazemos por prazer. E algumas trazem-nos prazer após serem feitas por obrigação. Por exemplo, escovar os dentes não é algo prazeroso – nunca vi alguém que dissesse: “Preciso terminar logo meu almoço, pois estou ansioso para o momento de escovar os dentes”. Mas é inegável a sensação de bem-estar que sentimos após a escovação.

Passamos a vida inteira fazendo muitas coisas por obrigação à espera do que nos proporcionará prazer. Quando crianças, temos que comer legumes e vegetais para, depois, saborear uma gostosa sobremesa. Enquanto estudantes, a lição de casa precede os reconfortantes momentos no videogame. Já adultos, temos uma densa agenda de compromissos pessoais e profissionais a cumprir, e muitos projetam para o futuro os momentos de alegria, seja um cinema no final de semana, as férias no final do ano, ou uma nova e reluzente fase na carreira, muitas vezes chamada de “plano B” – quando deveria ser, na verdade, o “plano A”.

Nosso maior desafio é conciliar obrigação e prazer. Transformar uma tradicional reunião de trabalho em fonte de aprendizado; uma protocolar visita familiar, em momento de descontração. Precisamos aprender a fazer isso. Hoje e agora.

Mercado de Luxo: o que preferem esses consumidores?

12 de janeiro de 2015

Autor: Sandro Gomes em Portal

Mercado de Luxo: o que preferem esses consumidores?

Na semana passada, abordamos oportunidades de negócio em nichos de mercado, utilizando o exemplo das mulheres na melhor idade em Curitiba. Para continuar apontando oportunidades de negócio, hoje destacamos o mercado de luxo, que tem merecido atenções especiais nos últimos anos, devido ao aumento de renda da população.

Curitiba destaca-se pelo seu elevado consumo per capta anual, que a coloca em 3º lugar no ranking nacional, ficando atrás apenas de Florianópolis e Porto Alegre. E quando o assunto é expansão de grandes marcas de luxo, Curitiba é a 3ª cidade mais citada, dessa vez ficando atrás apenas de Rio e São Paulo.

Em Curitiba o mercado de luxo passa pelos setores imobiliário e automotivo, e a cidade ocupa lugar de destaque no investimento de empresas desses segmentos. Percebe-se, atualmente, a construção de imóveis de alto padrão, com mais sofisticação em itens de segurança, comodidade e bem estar, enquanto as marcas de carros de luxo lançam novas lojas e veem suas vendas mensais fazendo frente ao mercado de São Paulo.

Público do mercado de luxo.

A Classe A da Grande Curitiba corresponde a cerca de 5,8% da população, da qual 47% têm acima de 40 anos e 46% são casados, o que dá uma noção do público potencial desse mercado. Mas não se pode esquecer que itens de luxo em segmentos mais ligados ao dia a dia, como vestuário e calçados, eletrônicos, decoração e alimentos, também são alvo das outras classes econômicas, devido às suas aspirações de consumo. A renda familiar da Classe A de Curitiba é cerca de 153% superior à média da população, o que lhes garante como consequência gastos mensais também acima da média. Por exemplo, gastam 88% mais em supermercado, 42% mais em compras pela internet, e 33% mais em shopping centers.

Hábitos de consumo e lazer.

Uma forma de identificar boas oportunidades de negócio ligados ao mercado de luxo, é compreender alguns hábitos dessa Classe A. Entre os principais hábitos de lazer estão ouvir música, jantar fora e ir à praia, nessa ordem, mas a Classe A também costuma frequentar shopping, fazer caminhadas, assistir a filmes, ler livros no fim de semana e cozinhar.

Cerca de 85% desse público declara que pretende viajar pelo Brasil no próximo ano, e 29% também pelo exterior. A comodidade é um item relevante, verificado pelo fato de 27% das pessoas da Classe A fazerem pedido de comida pelo telefone.

Mesmo que você não atue diretamente nos segmentos citados, é interessante perceber esses movimentos e as oportunidades naturais. Afinal, quem compra imóveis e automóveis de alto padrão, necessita de uma série de outros produtos e serviços para acompanhar esse belo pacote.

Você sabe o que diferencia profissionais de sucesso?

9 de janeiro de 2015

Autor: Jorge Matos em Portal

Você sabe o que diferencia profissionais de sucesso?

Estudos realizados pela ETALENT indicam que, a cada dia, acionistas e executivos, em todos os níveis, querem algo bem claro de cada profissional: geração de resultados em padrões adequados de quantidade, qualidade e oportunidade.

O significado de resultado que falamos por aqui deve ser entendido como econômico, social, imagem, financeiro, social etc. E isso não está acontecendo em patamares esperados. A produtividade dos brasileiros se comparados com as dos americanos não chega a 20%.

A situação pode parecer alarmante, mas deve ser encarada como um ótimo desafio por todos nós. Afinal, existe sim uma solução. O cristão diz que não há salvação fora da Igreja. O kardecista, fora da caridade. Para nós, não há sucesso fora do autoconhecimento.

Isso porque, ao descobrir o seu verdadeiro Talento e seus pontos fortes e fracos, o profissional torna-se apto a buscar os melhores caminhos na construção de um futuro mais saudável e bem-sucedido, apoiado pela criação de um Plano de Desenvolvimento que o guiará na busca pela transformação.

Gosto sempre de ressaltar um dos grandes ensinamentos do mestre Peter Drucker: “mais arriscado do que mudar é continuar fazendo a mesma coisa”. Fecho este artigo, então, com uma importante reflexão para o novo ano que está por vir: você está preparado para as mudanças?

Nicho de mercado: exemplo das mulheres da melhor idade

9 de janeiro de 2015

Autor: Sandro Gomes em Portal

Nicho de mercado: exemplo das mulheres da melhor idade

Olhar para os nichos de mercado, é uma forma de identificar oportunidades de negócio. São segmentos muitas vezes fora do centro das atenções, mas que representam um bom potencial. Assim, atende-se a um público de maneira dedicada em suas necessidades específicas. Afinal, você não gosta de encontrar algo feito sob medida para você? E quem se dedica a atender a esses nichos, acaba ganhando seu reconhecimento, alcançado pelos esforços de elaboração de uma oferta, nem sempre fáceis de imitar.

Vejamos as mulheres de terceira idade, ou como dizemos hoje de melhor idade. As mulheres são personagens importantes na decisão de compra, participando ativamente, e muitas vezes decidindo as compras das famílias. E como uma empresa poderia oferecer algo sob medida para elas?

Mulheres na melhor idade.

A pesquisa realizada pela Diferencial Pesquisas em parceria com a FAE Business School no início desse ano, abordou mulheres curitibanas de classe média na melhor idade (Mulheres BC 60+). O intuito era compreender o significado da beleza nessa idade e as necessidades em relação a isso. Identificaram que, em geral, essas mulheres sentem-se realizadas e felizes e têm necessidade de afirmar isso. Sentem que cumpriram seus objetivos iniciais, e possuem alguns outros para essa fase, principalmente envolvendo a família. Querem manter-se ativas, com atividades físicas e trabalhos sociais, viajando e aproveitando a vida. Há uma liberdade conquistada que as fazem se sentir livres para fazer o que querem, dedicando-se a elas mesmas.

Estão aí boas dicas para as empresas oferecerem experiências nesse sentido, pois este grupo social representa cerca de 12% da população feminina, o que equivale a 11 milhões de pessoas no Brasil. É um potencial para produtos de beleza, vestuário e turismo, para citar alguns exemplos. O gasto médio mensal gira em torno de 110 reais com produtos de beleza, comprados preferencialmente em farmácias e em lojas especializadas, seguidos por consultoras de beleza.

A beleza na melhor idade.

Essas mulheres consideram cuidar da beleza mais importante do que quando tinham 30 ou 40 anos, por ser necessário maior esforço para se obter os resultados desejados. Junte-se isso ao fato de terem mais tempo para si mesmas, e temos aí uma boa combinação para o consumo de produtos e serviços de beleza. Quanto aos produtos, querem que tenham aspectos funcionais mais adequados à idade, como um maior poder de hidratação, capacidade de firmar a pele em áreas sensíveis, e xampus antiquedas e tonalizantes. Entre os produtos mais usados estão os tradicionais hidratantes faciais e corporais, protetor solar e a maquiagem, mas destaca-se a tintura de cabelo, usada por 70% das entrevistadas. É curioso perceber que acabam comprando produtos comuns, apesar de reconhecerem suas necessidades diferenciadas, pois não conseguem identificar produtos voltados para elas. Por isso, muitas vezes recorrem às farmácias de manipulação para obter o que desejam.

Entrevista de emprego pela Internet

9 de janeiro de 2015

Autor: Redação, Portal Competência em Administração, Portal

Entrevista de emprego pela Internet

Em 2013, a Robert Half realizou uma pesquisa que verificou um aumento de 52% na realização de entrevistas de emprego pela internet no Brasil. Um crescimento significativo verificado nos três últimos anos a partir da divulgação do estudo. Abaixo, entenda melhor a propagação dos métodos de recrutamento remoto e quais cuidados devem ser tomados durante esses processos seletivos.

A necessidade de maior agilidade nas contratações e a dificuldade de locomoção nas grandes capitais são os principais fatores que têm motivado a realização de entrevistas de emprego por skype, e-mail, videochamada, entre outros métodos. Isso declara a especialista Luciana Tegon, sócia diretora da Consultants Group by Tegon –consultoria especializada em recrutamento e seleção.

O exemplo do engenheiro mecânico Emerson Nogueira confirma a declaração de Luciana. Ele participou de um amplo processo seletivo por uma vaga em uma multinacional alemã. Para agilizar o processo, a empresa desenvolveu um ambiente virtual e pediu para cada candidato criar um avatar seu para interagir neste local pela Internet – o que já fazia parte da avaliação.

“O ambiente era uma feira de negócios e os candidatos, com seus avatares, tinham que visitar stands. Em dado momento, o avatar de um recrutador veio ao meu encontro e iniciamos uma conversa que durou cerca de 30 minutos via chat”, explica o engenheiro, que acrescenta: “achei bastante interessante e confortável, pois pude participar de um processo seletivo dentro da minha própria casa de forma dinâmica e eficiente”.

Possibilitar que profissionais empregados tenham condições de participar de processos seletivos em horários que não comprometam seus atuais expedientes é outra facilidade que as tecnologias digitais oferecem. “É possível entrevistar essas pessoas fora do horário de trabalho e até nos finais de semana”, explica Luciana.

Mas para que um recrutamento remoto dê certo, a diretora da Tegon concede algumas orientações: “um dos principais requisitos para que uma entrevista como essa tenha qualidade é garantir a velocidade da conexão de internet do candidato e orientá-lo sobre a necessidade de um ambiente livre de interferências, como crianças, animais de estimação ou buzinas”.

Luciana também ressalta a importância de que esses processos sejam complementados, em um segundo momento, por avaliações presenciais. “A entrevista remota serve como um primeiro contato que revela a oralidade do candidato, sua aparência, postura corporal, trajetória e conhecimentos. Mas o contato pessoal antes da contratação é fundamental para estreitar laços e esclarecer dúvidas”, acentua.

 

Saiba mais:

Matéria “A vitrine de talentos do Linkedin”

http://dtcom.com.br/vitrine-de-talentos-linkedln/

 

Matéria “Networking para tímidos”

http://dtcom.com.br/networking-para-timidos/

Empreender não é para todo mundo, mas há outros bons caminhos

8 de janeiro de 2015

Autor: Laisa Prust em Portal

Empreender não é para todos

Talvez porque sintamos que se renovam as nossas oportunidades de fazer o que gostamos, ter mais qualidade de vida, ser melhor remunerado ou apenas se divertir mais no trabalho.

A onda de empreendedorismo em que vivemos é muito benéfica e impulsiona as pessoas a sonharem com o dia em que farão o que realmente gostam através de um negócio próprio, mas empreender não é para todos.

Recentemente chegou até mim um artigo: “Why Making Your Passion Your Profession is Probably a Terrible Idea” (Por que fazer de sua paixão a sua profissão provavelmente é uma péssima ideia). Na essência ele diz que não gostar do seu emprego atual ou mesmo odiá-lo não é uma razão suficiente para desistir dele e começar um negócio full-time no ramo de atividade em que você tem prazer. Em outras palavras: sentir enorme prazer em cozinhar e criar pratos elaborados para o deleite de sua família e amigos não é suficiente para abrir um restaurante.

O artigo sugere refletir sobre três aspectos, o que pode poupar horas de execução de um plano de negócios e algumas frustrações: qual o seu sentimento quando se imagina atuando com vendas, gestão de negócios e marketing? Sim, porque ao fazer de sua paixão sua profissão você não fará o que gosta o tempo todo, parte dele será gasto com atividades necessárias para fazer o negócio prosperar. Talvez até você tenha que passar mais tempo nessas atividades do que realmente fazendo o que gosta. Mas a maior “sacada” do artigo não é essa, pois, o Sebrae alerta os novos empreendedores sobre esse fato diariamente.

Para mim a relevância do texto está na seguinte reflexão: paixões muitas vezes chegam a ser paixões, porque elas não têm quaisquer expectativas. Paixões são livres, não tem obrigação em se tornar uma carreira ou salário, mas apenas prazeres. E ao pensar sobre suas paixões as pessoas as comparam com seu trabalho chato e estressante e acreditam que merecem algo melhor.

Seria maravilhoso fazer do que gosta seu ganha-pão mesmo sabendo que não fará o que gosta o dia inteiro, todos os dias da semana. Porém, ter o próprio negócio não é apenas “unir o útil ao agradável”, significa sobretudo assumir compromissos e correr riscos, aspectos que talvez sejam o que faça você enxergar o seu trabalho atual como chato e estressante: prazos, entregas, negociações, gestão de conflitos e tantos outros desafios.

A verdade é que muitas pessoas não têm perfil para empreender, mas há outros caminhos para se realizar mais no trabalho. Identifique seus pontos fortes e em quais setores ou empresas eles seriam realmente valorizados e trace um plano para chegar lá. E o mais importante, continue a investir o tempo livre na sua paixão, pois, o trabalho é apenas um aspecto da sua vida.