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Portal Competência

7 de janeiro de 2015
Administração


2015 pede líderes emocionalmente competentes

Inteligência emocional e habilidades comportamentais são requisitos fundamentais para os gestores neste ano

2015 pede líderes emocionalmente competentes

2014 trouxe desafios impactantes às empresas. A Copa do Mundo e as eleições tumultuaram o trabalho de muitas organizações e os reflexos ainda serão sentidos em 2015.  De acordo com o especialista em Gestão Estratégica de Pessoas, Fernando Battestin, os líderes devem estar preparados para extrair de suas equipes o máximo de produtividade sem esgotá-las ou desmotivá-las: o que exigirá deles competência comportamental e emocional.

“Para lidar com o desafio de fazer mais com menos, os gestores devem ter habilidades para lidar com Pessoas e conseguir obter o máximo delas sem prejudicar a qualidade de vida de cada uma. Isso vai exigir conhecimento em comportamento humano, psicologia e motivação”, explica Battestin, que também é psicólogo e Consultor Sênior de Educação Corporativa da Leme Consultoria.

Proporcionar ambientes estimulantes à criatividade e à inovação das equipes é outro desafio que exigirá dos líderes preparo emocional e comportamental, segundo Fernando. “Ele precisará extrair as principais ideias das pessoas para agregar valor ao negócio. Vai ter que promover Brainstorms, incentivar a geração de inovação e saber recompensar as pessoas por isso”, enfatiza o consultor.

John Knights é Senior Executive Coaching e Chaiman da LeaderShape. Especialista em inteligência emocional em contextos corporativos, ele destaca: “os melhores líderes serão aqueles que conseguirem atingir um alto nível de excelência em colaboração, união e harmonia de suas equipes. Isso tudo sem deixar de discutir questões difíceis  com a firmeza necessária  e de tomar as decisões certas”.

Segundo Knights, o comportamento do líder tem um impacto poderoso no desempenho do liderado, por isso o controle emocional e comportamental em 2015 deve ser buscado com zelo pelos gestores.

“Encorajar as pessoas a fazerem o seu melhor, por exemplo, será muito mais sustentável para o alto desempenho do que gritar com  elas quando fazem algo errado”, defende o especialista, que conclui: “o papel mais importante do líder do século XXI é proporcionar um ambiente onde as pessoas podem aprender e se desenvolver através de insights”.



Redação, Portal Competência