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Posts publicados em dezembro, 2014

Diversificação e visão de dono: segredos para crescer

26 de dezembro de 2014

Autor: Sandro Gomes em Portal

Diversificação e visão de dono: segredos para crescer

Você gostaria que sua empresa crescesse 30% ao ano? E que fosse inovadora na abordagem a novos mercados para crescer? Gostaria que seus colaboradores atuassem como donos do negócio? Quem não gostaria? Afinal, crescer de modo sustentável e vigoroso em um país tão marcado por altos e baixos da economia, é sempre uma façanha invejável.  Para mostrar boas práticas de gestão que levam a esses resultados, veremos hoje o caso de sucesso da Ouro Verde Locação e Serviços S.A., empresa curitibana do mercado de locação de frotas e equipamentos com clientes em todo Brasil, a qual o crescimento acelerado dos últimos seis anos chama a atenção. Segundo Karlis Jonatan Kruklis, Diretor Presidente, dois fatores de sucesso que se destacam são o envolvimento dos colaboradores no negócio e a capacidade de diversificação em novos mercados.

Diversificar em novos mercados.

Diversificar está no DNA da Ouro Verde, pois ao longo dos anos soube aproveitar oportunidades, migrando do serviço de transportes para o de locação de frotas de veículos (leves e utilitários). Passou também ao mercado de locação de máquinas e equipamentos para obras de infraestrutura, indústria e agricultura. Segundo Karlis, o segredo aqui está em aproveitar as competências já existentes nos novos segmentos. Assim, aquela experiência no monitoramento e manutenção de caminhões trazidos desde a época como transportadora encontra-se ainda hoje nos serviços de monitoramento e controle de máquinas e equipamentos, o que contribui diretamente para a eficiência operacional de seus clientes. Através de telemetria, a empresa atua prevenindo paradas de produção, encurtando e barateando períodos de manutenção e, assim, fidelizando o cliente ao contribuir ativamente para o melhor desempenho de sua atividade produtiva.

Colaboradores com “visão de dono”.

Para conseguir aproveitar as competências já existentes, é preciso dar atenção especial aos colaboradores. São vários programas voltados à gestão de talentos, e baseados na meritocracia. “Através de pesquisas, nosso pessoal reclamou que não conheciam os rumos do negócio. Trabalhamos para o envolvimento sistemático de todos, para que, assim, agissem com a visão de dono”, afirma Karlis. Toda segunda, no início da manhã, ele se reúne com sua diretoria de forma prática e objetiva, repassando o desempenho da semana anterior, e orientando os objetivos daquela semana. Na sequência, seus diretores fazem o mesmo com seus gerentes que, por sua vez, reúnem-se com todos os colaboradores. Até a hora do almoço, todos estão alinhados aos objetivos daquela semana que se inicia – a pessoa sai da reunião e sabe o que fazer. Ao longo da semana, acompanham em tempo real os indicadores de negócio, o que permite intervir de modo imediato para ajustes em operações dentro dos clientes. Com essa prática, acredita também estabelecer uma forte barreira a concorrentes, pois é muito difícil copiar um time capacitado, motivado e envolvido com o resultado do negócio.

É tempo de perdão!

25 de dezembro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Comunicação Corporativa, Portal

É tempo de perdão!

Todo dia deveria ser tempo propício ao perdão. Mas o clima de confraternização e afeição que o Natal traz, inevitavelmente torna as pessoas mais sensíveis à necessidade de se desprender de mágoas e ressentimentos. Especialistas em inteligência emocional e psicologia do trabalho ressaltam abaixo os malefícios que a falta de perdão ocasiona na vida profissional e sugerem caminhos para iniciar o novo ano sem pendências.

Quem guarda mágoa não consegue se concentrar plenamente em suas atividades e direciona suas ações de acordo com o sentimento destrutivo que carrega. Esses são alguns dos prejuízos da falta de perdão segundo Rodrigo Fonseca, Coaching Emocional e fundador da SBIC – Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional.


Saiba mais em: Inteligência Emocional em Alta


“Estudos já comprovam que os ressentimentos causam doenças no coração e aumentam as chances de câncer. No trabalho, este tipo de problema, se não for resolvido logo, se torna uma bola de neve. As atitudes das pessoas envolvidas começam a visar o prejuízo do outro e não o benefício da empresa”, explica Fonseca.

A falta de cooperação entre colegas de trabalho, a desmotivação para trabalhar, indiretas e fofocas, boicote a sugestões e ideias e sarcasmo. A dificuldade de perdoar é capaz de ocasionar todos esses agravantes, segundo Júlio Turbay, psicólogo e diretor da Comportamento, consultoria em Psicologia do Trabalho.

Para Júlio, as empresas devem criar ambientes seguros para o compartilhar de problemas de relacionamento e estimular os seus trabalhadores a tratarem de forma madura situações de conflito. “Diálogos diários entre as equipes, treinamentos, palestras, dinâmicas e quaisquer outras ações que ajudem as pessoas a expressarem suas opiniões são válidas”, aconselha o psicólogo.


 Saiba mais em: O pior inimigo de um executivo é o seu ego


Rodrigo Fonseca sugere que o profissional que precisa perdoar procure compreender as razões que fizeram com que o outro o magoasse. “Geralmente quem magoa ou o faz sem intenção ou é vítima de um passado que o maltratou, ou seja, são pessoas desestruturadas emocionalmente, que não foram amadas e estão buscando esse amor sem saber como”, esclarece.

Uma conversa franca, sincera e afetuosa com o outro é capaz de apaziguar este mal, segundo Fonseca: “chame a pessoa para conversar fora da empresa, seja em um restaurante ou até na sua própria casa. Receba-a, mostre que você está sinceramente interessado em resolver a situação e não deixe para o ano que vem de forma alguma. Se fizer isso, pode perder uma oportunidade única”.

O Segredo do Sucesso em 2015

24 de dezembro de 2014

Autor: Paulo Gerhardt em Portal

O Segredo do Sucesso em 2015

No início de um novo ano sempre fazemos um balanço do ano que terminou e traçamos planos para o ano que chega. O ano de 2014 vai ficar marcado em nossa história. Ficamos em uma expectativa tremenda pela copa do mundo, ela passou, tivemos frustrações dentro das quatro linhas e o tão falado legado é um conjunto de obras inacabadas. Além disto, tivemos as eleições mais disputadas do país, demonstrando uma grande parte de descontentes com o atual cenário político nacional. Para apimentar ainda mais tudo isto, tivemos o maior escândalo de corrupção do Brasil envolvendo a maior estatal brasileira e um dos orgulhos do pais, a Petrobrás. Como se tudo isto não bastasse, o cenário internacional foi negativo para nós e estamos encerrando o ano com o dólar em alta, a bolsa em baixa e um clima de pessimismo espalhado em quase todos os setores e regiões do país. Diante de perspectivas tão negativas como alcançar o sucesso em 2015?

Desenvolvi dez princípios fundamentais para você alcançar o sucesso e, consequentemente, sua empresa, também.

Princípio 1: Assuma 100% da responsabilidade da sua vida e seus resultados.

Lembre-se que você é o único responsável pelas escolhas que faz, independente dos estímulos que recebe, isto determina seu futuro e seu sucesso. Não adianta reclamar, arranjar culpados ou desculpas, tais como: a crise financeira, a alta do dólar, a inflação, a taxa de juros, a volatilidade dos mercados, o governo, a concorrência externa, a falta de investimento público, fatores climáticos adversos, a falta de mão de obra, a burocracia, a falta de dinheiro, entre outros. Você é quem faz as escolhas. O destino está nas escolhas que você faz. Se não está contente com a vida que está levando, você pode mudá-la. Mas e diante de situações irremediáveis como uma doença incurável ou da morte de um ente querido? Você decide qual será sua reação, deixar-se abater ou enfrentar as dificuldades com outro ânimo. Muitas vezes, você pode não conseguir alterar o cenário a sua volta, mas pode mudar sua atitude diante dos fatos. 2015 pode ser um ano excepcional ou trágico, você escolhe.

Princípio 2: Descubra seus talentos e invista neles.

Foque seu desenvolvimento nos seus pontos fortes, pois é neles que você poderá ser um dos melhores e tornar-se diferenciado. O mesmo vale para as empresas. Se uma empresa tem diferenciais competitivos que são percebidos pelo mercado, invista ainda mais para que se torne a melhor nestes aspectos. A maioria das pessoas e empresas querem descobrir seus pontos fracos, e a partir disto, buscam, de forma ávida, desenvolvê-los. O máximo que podem chegar é ter um desempenho razoável ou bom, dificilmente, serão excelentes. Desenvolva somente os pontos fracos que são necessários para dar sustentação aos seus pontos fortes. Em 2015, seus diferenciais poderão ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Princípio 3: Sonhe com o que seria ideal em cada área da sua vida.

Você é livre para sonhar. Se pudesse escolher qualquer coisa, o que escolheria? Lembre-se que o sucesso não é decorrente de apenas um aspecto de sua vida. Ter muito dinheiro é bom, porém, se não tenho saúde, não terei sucesso. Ser reconhecido profissionalmente é importante, porém, se tenho problemas familiares, dificilmente serei uma pessoa feliz, e o sucesso está relacionado. Portanto, você deve sonhar como seria sua vida ideal em todos os aspectos de suas vida. Normalmente, eu foco em 10 áreas, podendo variar de pessoa a pessoa: financeira, profissional, intelectual, emocional, física, espiritual, lazer, relacionamento íntimo, relacionamento social/familiar e contribuição/legado. Sonhe como será 2015 em cada área da sua vida. Sonhe sem limites.

Princípio 4: Transforme seus sonhos em objetivos.

Os sonhos começam a materializar-se quando você estabelece objetivos. Estabeleça quanto quer atingir em cada área da sua vida e quando. Seja específico. Quero reduzir meu peso em 10 Kg até 30 de junho. Quero economizar R$ 10 mil até 31 de dezembro. Quero ler 4 livros por mês. Vou praticar 1 hora de musculação 3 vezes por semana a partir de 05 de janeiro. Pegue seus sonhos e trace seus objetivos para cada área de sua vida. Lembre-se que não há necessidade de dedicar o mesmo tempo para cada área. O importante é o quanto fica realizado com o que dedicou a cada área. Você só irá conseguir superar os desafios de 2015 se tiver foco em objetivos muito fortes.

Princípio 5: Use o poder da Visualização.

Crie imagens positivas do seu futuro com seus objetivos já concretizados. Faça uma imagem mental de você com aqueles 10 kg a menos, fazendo a viagem que planejou, passando o tempo com seus filhos, praticando seu esporte favorito. Faça isto, no mínimo, duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. Quanto mais você imaginar, mais favorável será para você. É a lei da atração. Pense positivamente. Liberte-se de suas crenças limitantes. Você deve acreditar que tem condições de alcançar seus objetivos. Ande com pessoas otimistas e positivas que coloquem você para cima. Pesquisas comprovam que seu comportamento passa a ser a média das 5 pessoas com quem mais anda. Diga com quem andas e te direi quem és. Se quiser ser melhor em determinado aspecto em sua vida, procure estar próximo de pessoas que são excelentes nisto. Em 2015 você terá que ficar blindado do pessimismo.

Confira os outros quatro princípios na segunda parte do artigo em breve.

A sociedade contemporânea, o Natal e a solidão

24 de dezembro de 2014

Autor: Eline Kullock em Portal

A sociedade contemporanea o Natal e a solidao

Nos aproximamos do Natal e a mídia – social ou tradicional –  insiste em nos lembrar que é tempo de celebrar e oferecer um mimo para quem queremos bem. Ou seja: é hora de comprar presente e gastar dinheiro. E, convenhamos: há poucas coisas que nos dão tanta satisfação quanto voltar pra casa cheio de sacolas. Mas você sabe por quê?

Simplesmente porque o ato de comprar libera em nosso organismo uma substância produzida pelo cérebro – a dopamina – também conhecida como “a droga do prazer”. Assim, consumir provoca uma onda de dopamina, nos invadindo de sensações prazerosas como o poder, a segurança e o sentimento de estar no “controle” (mesmo sem, na verdade, estarmos). Afinal, é sabido que não comandamos nada: o mundo é imprevisível e o futuro, incerto. Mas não há nada de novo nisso.

A novidade é que agora temos mais acesso à informação e, portanto, conhecemos os impactos de certas coisas em nossas vidas. Vamos ter água no ano que vem? A inflação vai aumentar e pesar no cotidiano? O custo da energia vai subir muito? Tudo isso hoje é quase previsível e saber de antemão ajuda no planejamento do cotidiano. Além disso, o fácil acesso a instrumentos de socorro financeiro (empréstimos, cartão de crédito…), nos impulsiona a planejar menos e gastar mais. “Amanhã damos um jeito de pagar tudo isso”.

Apesar da sensação de “viver a vida intensamente” que esse consumo forçado nos dá – em especial no fim do ano – as incertezas sobre o amanhã geram angústia. Este “flutuar pela vida sem pouso certo e em alta velocidade” é característico dos novos tempos. Eu costumo brincar dizendo que estamos todos em “uma montanha russa dentro de um trem fantasma”. Acho que é uma frase que traduz bem a sociedade do hiperconsumo.

Dessa forma, estimulados por uma sociedade que diz, o tempo todo, “viva o dia, não deixe para curtir no futuro porque ele é incerto”, saímos feito loucos obedecendo cegamente ao “espírito de Natal”. Até o Papa aparece na TV dizendo para vivermos intensidade o presente! Ora, se até ele autoriza o “presentismo”, o que há de errado nisso, então?

Aparentemente nada porque, mesmo sabendo de tudo isso, entramos nessa roda viva e dizemos para nós mesmos, (tentando nos livrar da culpa e do egoísmo): “Esses presentes não são para mim, então tudo bem”. Talvez porque esse ato de presentear com data marcada também seja uma forma de nos sentirmos mais perto das pessoas. Afinal, vivemos em uma sociedade sem tempo para os amigos. As agendas estão lotadas de compromissos e não deixam brechas para um encontro real e presencial, sem pressa, para rir um bocado e relaxar.

Comprar nos preenche também esse vazio da solidão cotidiana, acentuado por vermos sempre nossos amigos pelo Facebook comemorando com outras pessoas. “Como eu não estava nessa festa?”, pensamos, frustrados… Por outro lado, quem publica no Facebook os momentos de celebração para provar a si próprio que tem um círculo bom de amigos, acaba acentuando a solidão dos que não estiveram em cada encontro… Mundo de contradições, esse nosso.

A angústia, a solidão, a dopamina, a necessidade de estar no controle, o prazer da compra, a autoconfiança proporcionada pelo consumo, tudo isso passa por todos nós durante o período que chamamos “de festas” (como se não pudesse haver festas em outras épocas!). E nem nos damos conta. Somos apenas levados pela onda…

Se compramos para os filhos, então, o prazer é dobrado. “Quero dar a eles o que não tive” e “faço tudo pelos meus filhos” são frases que escuto constantemente no meu cotidiano. Parece que cada vez mais os pais precisam ter certeza do afeto dos filhos em uma inversão de valores impressionante. Não são mais os filhos que mostram aos pais o seu apreço; agora é o momento dos pais da Geração Y provarem que amam sua prole. Fica a impressão de que tentamos diminuir distâncias não palpáveis com os presentes dados embora, lá no fundo, saibamos que há formas mais eficazes de fazê-lo.

O grande problema é que o mês das festas passa. E aquela sensação de prazer ao comprar presentes acaba quando o presente é dado. Mas o nosso cartão de crédito chega em janeiro incomodando, e lembrando que talvez poderíamos ter poupado algo para aliviar o bolso em uma época tão cheia de contas extras para serem pagas.

Acho que não podemos restringir às festas nossa tarefa de manter os laços de afeto com quem amamos. E nem culpar a sociedade de hiperconsumo em que vivemos por não fazermos isso de outra forma e com mais regularidade. Sabemos que não será a partir dos presentes que nossos filhos, pais, parceiros ou amigos vão gostar mais ou menos de nós. Esse afeto precisa ser mantido ao longo do ano e não só no final dele (ou nos dias de aniversário!).

Temos que repensar nossas ações se quisermos nos sentir um pouco menos isolados e solitários nos dias curtos de agenda cheia ao longo do ano. Há outras formas de prazer e de produção de dopamina no nosso cérebro que não implicam em gastar dinheiro e retroalimentar a sociedade do consumo. Temos que sair do lugar comum e refletir de que forma somos mais felizes, planejando o uso do nosso tempo que é um bem tão escasso nos dias de hoje.

Se deixarmos para comemorar somente no Natal e por meio de presentes, corremos o sério risco de nos deprimirmos passado o calor do evento, porque concentramos nossos esforços em uma atividade que, por definição, acaba. O Natal resume-se à uma noite e um dia, não custa lembrar.

Já o projeto de felicidade é contínuo e não pode se restringir a “comprar”. Mesmo que seja para os outros. Devemos expressar nosso afeto de outras formas. E eu sugiro que seja pelo abraço, pelo beijo, pelo carinho. Que seja por dizer ao outro que ele é importante. E que seja um projeto de ano inteiro, sem começo e sem fim. Tenho certeza que a dose de dopamina será muito mais intensa. E constante.

Atitude em vendas

23 de dezembro de 2014

Autor: Marcelo Leal em Portal

Atitude em vendas

i) Comece sempre (o dia, as vendas) esperando que as coisas boas aconteçam! (Tom Hopkins)

ii) Para cada venda que você perde por ser muito entusiasmado, você perderia 100 por não ser entusiasmado o suficiente. Portanto, muito entusiasmo sempre! (Zig Ziglar)

iii) Algumas coisas nunca mudam, pessoas fazem negócios, fazem referências, para pessoas que elas conhecem, gostam e confiam! (Bob Burg)

iv) Trate objeções como aprendizado para futuras informações que você precisa tratar com os clientes. (Brian Tracy)

v) O melhor jeito de você vender você mesmo aos outros é começar a vender os outros para você! Escute, entenda, ajude! (Brian Tracy)

vi) 90% das vendas é convicção, apenas 10% é persuasão! Você acredita mesmo em você e no que vende? (Shiv Khera)

vii) Obstáculos são necessários para o sucesso por que em vendas a vitória só vem depois de muitas batalhas e várias derrotas! (Og Mandino)

viii) A melhor maneira de entender se alguém vai ter sucesso: não é seu talento, nem seu conhecimento da indústria, mas a maneira como explica e se responsabiliza por suas falhas e rejeições. (Daniel H. Pink)

ix) Se você não está cuidando do seu cliente, esteja certo que seu concorrente está! (Bob Hooey)

x) Para construir sucesso de longo prazo, quando você não fechar uma venda, abra um relacionamento. (Patricia Fripp)

xi) A décima primeira, e talvez a mais importante, é sua! Qual a citação que você mais gosta? Mais te inspira? Que citação você sempre usa para manter sua atitude nas alturas?

Formação profissional nas férias?

23 de dezembro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Educação Corporativa

Formação profissional nas férias?

Nem só de descanso são feitas as férias dos brasileiros. Vários aguardam o período de recesso para trabalhar ainda mais. Isso mesmo. Pesquisa divulgada em 2013 pelo Ipea – Instituto de Pesquisa Econômico Aplicado, revela que os profissionais locais têm viajado cada vez mais para o exterior. Entre os objetivos, está o de trabalhar em um outro país na intenção de agregar valor ao currículo.

O destino que mais atrai os trabalhadores nacionais para esta experiência é os Estados Unidos. Segundo dados do Ipea, atualmente, o país já abriga cerca de 200 mil brasileiros. O local é escolhido por 23,8% dos turistas do País. O presidente do Instituto vê esse panorama de forma positiva: “os profissionais voltam altamente educados e mais capacitados para preencherem as demandas do mercado brasileiro”, declara Marcelo Neri.


Saiba mais em: Falta de proficiência prejudica os negócios


Márcia Matos, Gerente da STB Intercâmbios no Brasil, confirma o aumento da procura por experiências profissionais no exterior. “Nossa demanda por programas voltados para profissionais no período das férias aumentou cerca de 40% nos últimos dois anos”, informa Márcia, que acrescenta: “as empresas e profissionais valorizam a vivência internacional como diferencial competitivo no mercado”.


Saiba mais em: E para nós, brasileiros, nada?


Países como Inglaterra, EUA, Canadá, Austrália e, recentemente, Bélgica, Alemanha e França estão entre os mais procurados para experiências profissionais, segundo a Gerente da STB. “Por meio de viagens como essas, o profissional se atualiza, desenvolve uma rede de contatos e adquire habilidades emocionais e flexibilidade para lidar com os desafios”, destaca Márcia.

Para atender a esta demanda específica, a STB já possui pacotes voltados para estes executivos. São oportunidades que possibilitam vivências que se enquadram em um período de férias de quatro semanas, por exemplo.

Recordar é viver

22 de dezembro de 2014

Autor: Tom Coelho em Portal

Recordar é viver

Tenho por hábito reservar algumas horas nos últimos dias que antecedem minhas férias de final de ano para organizar papéis e arquivos diversos. São práticas triviais como descartar documentos cuja guarda é desnecessária, reunir materiais similares em pastas únicas, selecionar objetos que possam ser doados. É um procedimento que passa por gavetas, armários e até meu computador, e que embora pareça meramente operacional, reserva-me grandes surpresas…

Em uma pasta suspensa, por exemplo, deparei-me com uma grande quantidade de trabalhos escolares produzidos há cerca de uma década por meus filhos mais velhos, hoje com 18 e 16 anos. Um material singular que me conduziu a uma viagem no tempo, à época em que estavam sendo alfabetizados. Os primeiros traços e letras, os desenhos coloridos e pueris, os singelos presentes a mim ofertados em datas comemorativas.

Em outro momento, acesso um livro de ata utilizado para colher depoimentos de amigos que compareceram ao lançamento de meu livro “Sete Vidas”, há cinco anos. Palavras generosas como só os verdadeiros amigos sabem redigir. Envio um e-mail para um e telefono para outro, resgatando um pouco da relação distanciada pelo tempo e pelo espaço, porém não arrefecida em ternura.

Mas a grande viagem astral ficou marcada por um arquivo reunindo materiais de uma empresa que construí há exatos vinte anos. Anúncios em jornais e revistas, entrevistas publicadas em jornais, fotos de um tempo em que eu tinha menos barba e mais cabelo. Um jovem idealista, repleto de certezas equivocadas, que viria a se descobrir apenas uma década depois.

Entretanto, nenhum sentimento se compara à emoção de casualmente ter em minhas mãos uma caixa de sapatos contendo algumas dezenas de jogos de futebol de botão. Uma brincadeira que me acompanhou durante a infância, quando eu jogava, ora sozinho, literalmente narrando a partida, ora contra colegas com os quais promovíamos torneios. Contudo, a emoção não estava nos brinquedos, embora as lembranças fossem suficientes para fazer marejar os olhos, mas sim nas poucas palavras escritas na tampa da caixa para identificar seu conteúdo: a caligrafia era de minha falecida mãe.

Naquele momento, sentado com a caixa no colo, eu fitava o contorno daquelas letras e não podia conter as lágrimas. Quantas saudades! Como a perda de uma pessoa amada é dolorosa… Em verdade, é insuperável. Os anos passam e parece que aceitamos o fato, quando em verdade, apenas nos acostumamos e aprendemos a suportar e seguir em frente.

Nossas batalhas cotidianas são muitas e variadas, amplas e cada vez mais intensas. Nosso tempo é curto, embora a vida seja longa, mas o que realmente vale a pena é sutil, volátil e está ao nosso redor. Por isso, resgate seu passado para valorizar o tempo presente, e em lugar de presentes, ofereça sua presença aos seus amigos e familiares. Boas Festas!

A síndrome do Super Homem

22 de dezembro de 2014

Autor: Jorge Matos em Portal

A síndrome do Super Homem

Em sua 1ª edição, a pesquisa Talento Brasileiro, realizada pela ETALENT, constatou que quase 80% das vezes em que os executivos são chamados a construir o talento de profissionais que deverão fazer parte de suas equipes, acabam por desenhar um perfil que denominamos de Super Homem. Esse perfil é conhecido por conter características muito conflitantes umas com as outras, em uma mesma pessoa, sendo alguém diferente do comum.

Esse fato ocorre porque as respostas dadas ao questionário para a construção dos cargos – que visa definir as competências comportamentais exigidas para o exercício de uma função – tendem a ser, em sua maioria, superdimensionadas nos quatro fatores DISC. O perfil que se caracteriza por apresentar todos os fatores DISC altamente desenvolvidos ficou conhecido pelo nome de Overshift, que contém as mesmas características do tal perfil Super Homem.

Pode parecer estranho, mas desejar que pessoas sejam simultaneamente Dominantes, Influentes, Estáveis e Conformes é muito mais comum do que imaginamos, principalmente no ambiente profissional, onde muito se exige que os indivíduos tenham “superpoderes”, reunindo por sua vez qualidades impossíveis de agrupar num único ser humano.

Por exemplo, pessoas com perfil Dominante, as chamadas Alto D, são pessoas mais diretas, independentes e algumas vezes podem até lhe faltar um pouco de paciência que é, por sua vez, um dos fatores marcantes do S, o eStável, conhecido também pela consideração e persistência. O mesmo contraponto acontece com o fator C, de Conforme, marcado por sua exatidão aos detalhes, perceptividade e introspecção, enquanto o I, de Influenciador, tem como marcas principais a sociabilidade, comunicação e menos atenção aos detalhes, com mais atenção ao geral. No entanto, devido a essas diferenças marcantes, um perfil com todos os fatores altos não faria muito sentido devido às diferenças encontradas nas particularidades presentes em cada fator. Além disso, o melhor profissional não é aquele que possui todas as características altamente desejadas pelo mercado, e sim aquele que consegue casar seus pontos fortes com as verdadeiras demandas do cargo. É o que chamamos de “a pessoa certa no lugar certo”.

Na prática vivenciada pela ETALENT ao longo de mais de 20 anos, e de acordo com os estudos do Dr. Willian Moulton Marston, criador da Teoria DISC, o perfil Overshift representa, invariavelmente, um momento atípico de uma pessoa, que está tentando demonstrar ser capaz de atender a tudo e a todos. Tal situação é um prato cheio para o surgimentode ataques de nervos, estresse e/ou outras doenças psicossomáticas.

Pessoas nessa situação precisam sim de outras pessoas que possam ajudá-las a desacelerar e a restaurar o equilíbrio. Embora exista no mercado pessoas com o perfil Overshift, este Super Homem certamente não é o profissional com o perfil mais adequado a um determinado cargo.

Vale lembrar: sempre apresentaremos pontos fortes e fracos. A dica é saber como trabalhar essas características para desenvolver Atitudes de Alta Performance e preparar o terreno de forma a garantir um futuro pessoal e profissional mais feliz.

Curitiba é a 6ª capital em número de shopping centers

19 de dezembro de 2014

Autor: Sandro Gomes em Portal

Curitiba é a 6ª capital em número de shopping centers

No último dia 10, a Gazeta do Povo divulgou que as vendas no comércio varejista de Curitiba recuaram 14% em junho, segundo pesquisa do Instituto Datacenso. Para dar uma pequena ajuda na recuperação, buscamos revelar algumas características do comportamento do consumidor curitibano, que podem dar indicações sobre como estimular as vendas.

Comportamento do consumidor curitibano

Pesquisas revelam que o consumidor curitibano é cauteloso, voltado ao planejamento das compras e às pesquisas de preços. Na pesquisa, 77% das pessoas declaram ser muito cuidadosas com o dinheiro na hora de fazer compras. O mesmo percentual declara decidir o que comprar, ainda antes de ir às compras, o que demonstra o uso do planejamento como forma de se controlar. Isso é reforçado quando 75% declaram gostar de visitar várias lojas antes de efetivar a compra, o que também mostra o cuidado em comparar ofertas e preços. Esse perfil de comportamento afeta todo o varejo, e, para se ter uma ideia do perfil do público, apresentamos a seguir alguns dos principais segmentos do varejo.

Super e Hipermercados

Praticamente toda população adulta da Grande Curitiba (91% das pessoas com 18 anos ou mais) costuma fazer compras em Super ou Hipermercados, e 65% delas as fazem ao menos uma vez por semana. Há uma leve predominância de mulheres (54%), cuja faixa etária é na maioria formada por pessoas até 39 anos (52%). A alta frequência na visita a super e hipermercados indica um comportamento que busca conveniência no atendimento a necessidades do dia a dia.

Shopping Centers

Curitiba ocupa a 6ª posição entre as capitais em número de shoppings, com 14 shopping centers. Cerca de 72% da população adulta costuma fazer compras em Shopping Centers, sendo que 64% têm até 39 anos de idade e 57% são mulheres. Esse público possui uma renda familiar 36% superior à média da população. Nesse segmento, é curioso perceber que 54% das pessoas costumam pedir conselhos antes de fazer compras, o que mostra mais um traço de cautela, conforme mostrando anteriormente. Ainda 58% gostam sempre de experimentar novos produtos e marcas, revelando a busca por novidades.

Lojas de Departamento

A Grande Curitiba ocupa a 3ª posição entre as dez maiores praças brasileiras com maior concentração de pessoas que fazem compras em Lojas de Departamento. São cerca de 55% da população adulta contra uma média 49% nas outras praças. Fica atrás apenas de Rio e Brasília, com 58% e 56% da população adulta, respectivamente. Na Grande Curitiba, mais de 1 milhão de pessoas costuma fazer compras em Lojas de Departamento, sendo a maioria (55%) de mulheres com idade entre 18 e 39 anos, das diferentes classes econômicas.

(Fontes pesquisadas: Ipsos EGM – Estudos Marplan – Consolidado 2013 – Grande Curitiba – 18+anos; Site Administradores.com.br).

Programação Janeiro

18 de dezembro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Programação Dtcom

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