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Posts publicados em setembro, 2014

Mercado 6.0 turbinado

30 de setembro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

Mercado 6.-0 turbinado

Parece ter passado o tempo em que desacelerar era o sonho de toda a pessoa prestes a se aposentar. Pesquisas divulgadas pela Revista Isto É (edição 2238) indicam que os idosos brasileiros representam 11% da população economicamente ativa e que, em 2050, serão 49%. A publicação da Editora Três fez uma análise interessante de dados do IBGE, do Banco Mundial, da consultoria Michael Page, da OMS, do Relatório GEM e do Pnad. Isto, para revelar como a terceira idade tem ganhado cada vez mais expressividade na sociedade brasileira.

Segundo os estudos veiculados na revista, pessoas com mais de 60 anos já representam 20% do poder de compra do país. Número que tende a aumentar consideravelmente.  As baixas taxas de fecundidade e a expectativa de vida mais alta revelam que os idosos serão 30% da população brasileira daqui a 40 anos.


Saiba mais em: Que tal contratar um colaborador na terceira idade?


De acordo com Álvaro Sena, presidente da Associação Brasileira de Apoio à Terceira Idade, os idosos realmente estão mais presentes nas empresas e isso se deve a fatores psicológicos, físicos e econômicos. “Hoje, nossos sexagenários possuem muito mais qualidade de vida do que pessoas que tinham a mesma faixa etária há vinte anos. Eles não querem ter a renda comprometida e ficam com receio do tédio e do ócio completo, por isso, retornam ao mercado de trabalho”, comenta.

Para alguns recrutadores e headhunters; a experiência, o conhecimento e a maturidade das pessoas com mais de 60 são atributos levados em conta em processos seletivos. Assim defende Simone Bracht Burmeister, psicóloga especialista em envelhecimento e mestre em geriatria e gerentologia pela PUC/RS. Para ela, esses profissionais têm muito a contribuir com as empresas.


Saiba mais em: Relacionamento no trabalho entre gerações


“Enquanto os jovens são afoitos e imaturos para tomar algumas decisões, os veteranos têm mais tolerância, conseguem controlar melhor suas reações e transmitir o conhecimento de forma eficiente. Sem contar que, com mais estabilidade emocional, a pessoa consegue refletir e agir com mais segurança”, diz Simone.

A psicóloga complementa: “aposentaria é uma etapa da carreira e não o fim dela. Costumo incentivar as pessoas a se manterem ativas, mesmo que em áreas diferentes da formação e em horários alternativos”.

João – Disal Consórcio

29 de setembro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Depoimentos

joao-disal

“Quando pensamos em trabalhar com EAD, buscamos uma empresa referência no segmento de educação a distância, que possuísse estrutura adequada e expertise para desenvolver novos assuntos e módulos de treinamentos para o nosso negócio.” João Galvão, Coordenador de Treinamento da Disal Consórcio

Exemplos e opiniões

29 de setembro de 2014

Autor: Tom Coelho em Portal

Exemplos e opiniões

“Depois de escrever, leio… Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto?

De onde me veio isto? Isto é melhor do que eu…”

(Fernando Pessoa)

 

À medida que um escritor vai criando intimidade com seus leitores, algumas questões surgem com naturalidade. São perguntas que ora beiram o abismo do interesse filosófico e conceitual, ora margeiam o precipício da mera curiosidade pessoal. Algumas chegam de mansinho, escondidas num longo e-mail contendo elogios e considerações diversas. Outras são aladas, chegam rápido no rastro de Mercúrio e são diretas e objetivas.

Não posso furtar-me a responder a qualquer uma delas por um motivo muito simples: sou eu o primeiro inquisidor que, atrevidamente, invade lares e escritórios, ao alvorecer ou ao anoitecer, sem pedir licença, apresentando ideias, convidando ao debate e instigando à reflexão.

Neste contexto, a pergunta mais recorrente tem sido: “Você é ou consegue ser assim como escreve?”.

Perguntas e respostas

Escrevo aquilo que penso sobre aquilo em que acredito. Fruto de muita leitura, vivência e reflexão, escolho temas que me afligem a alma, pedindo espaço para se manifestar, gritando pela liberdade e clamando por alternativas e soluções. Manifesto meu ponto de vista e fico à espera de comentários capazes de auxiliar-me a encontrar respostas. Tenho aprendido a fazer as perguntas, talvez mais acertadamente. Porém quanto mais estudo, quanto mais investigo, mais me sinto o próprio ponto de interrogação. E desejo encontrar as respostas. Coletivamente.

Mas o que escrevo não corresponde com exatidão a quem sou. É uma cópia melhorada, a projeção de quem desejo ser. Ao escrever, assino contratos com o mundo e comigo mesmo. Isso gera comprometimento. E comprometer-se com o que não se pode realizar gera angústia que, por sua vez, conduz à tristeza. Como não estou aqui para ser triste, não vou estreitar propositadamente meus caminhos para a felicidade. Desejo, pois, assumir o que se possa cumprir. Melhor um resultado pequeno do que uma grande promessa.

Utopia

Fernando Pessoa disse que “o poeta é um fingidor”. Rubem Alves diz que “escreve o que ele não é”. E ambos asseguram que é melhor não conhecer pessoalmente o autor, sendo mais seguro ficar com o texto.

Penso diferente. Comecei a escrever como articulista, ou aquele que escreve artículos. Transitei para a missão de cronista, versando sobre o cotidiano. Quem se dá a este trabalho tem sempre alguma poesia dentro de si. Aí haverá quem diga que poeta vive no mundo da lua, viajando pelo planeta dos sonhos, na imaginária galáxia da utopia.

Pois digo que toda utopia é uma realidade potencial. E se escrevo sobre o que sonho é porque sonho com o que escrevo. E que pode se concretizar. E que fica mais concreto quando se põe no papel e se compartilha com o mundo, que passa a sonhar junto.

O que escrevo é melhor do que sou hoje. É o que vou buscar. E quando melhor pessoa eu for amanhã, novos escritos demandarão uma nova pessoa, ainda melhor, num processo que não tem fim. Não sei onde foi o ponto de partida, e não me interessa qual a estação de chegada. Bom mesmo é apreciar a paisagem durante a caminhada. Observar os campos verdejantes e o orvalho na relva. Sentir o brilho cálido do sol e a brisa refrescante acariciando a face. Transpor as pedras, as valas e as pontes quebradas ou inacabadas que surgem pelo trajeto.

A vontade é muito grande de tentar varrer o assunto, esgotar o inesgotável. Sempre faltará um verso, uma frase ou uma assertiva qualquer, negligenciados que são pela memória. Sou vários num só e aquele eu mais prático interpela o meu eu mais sonhador quando uma lauda acaba.

Take home value

Há uma frase muito utilizada entre os economistas: take home value, ou literalmente, “o valor que levamos para casa”. Esta é uma tese que merece atenção.

Quando você sai de sua casa para uma reunião, uma palestra, um encontro ou qualquer outra atividade, o que você tira de proveito deste evento que lhe possibilita retornar ao lar melhor do que quando saiu? Quais lições você extraiu dos momentos que dedicou ao referido acontecimento? E o que você legou às pessoas que estavam em sua companhia para também fazê-las melhores?

Madre Teresa alertava que não podemos permitir que alguém se afaste de nossa presença sem sentir-se melhor e mais feliz. E não podemos admitir o mesmo em relação a nós mesmos. Já Rimpoche dizia que “o melhor que podemos fazer por uma pessoa é dar a ela a oportunidade de nos oferecer o que tem de melhor”.

É o que procuro fazer a cada palavra. Elas não são escritas, mas desenhadas. Não são digitadas, mas dedilhadas. Porque contêm carinho. Porque desejo compartilhar até o que ainda não sou. Porque é como o pão que alimenta: o melhor é sua partilha, sua divisão.

O mundo está repleto de opiniões, umas mais assertivas do que as outras. Cada qual se preocupa em denotar a força de sua própria argumentação. O que precisamos verdadeiramente são de exemplos. Fazer, praticar, aplicar. Não se deve mudar de opinião se não se pode mudar de conduta. Mas se mudar for possível, faça-o por você, pelos que o cercam e pela utopia de um mundo melhor para se viver.

Novas regras sobre o trabalho temporário

29 de setembro de 2014

Autor: Andersen Ballão Advocacia em Portal

Novas regras sobre o trabalho temporário

A Lei 6.019/74, que regulamenta a contratação de mão de obra temporária, prevê que esta modalidade de contratação somente é possível em duas situações: para atender necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente; ou para atender acréscimo extraordinário de serviços. Esta lei estabelece que a contratação de mão de obra temporária “…não poderá exceder de três meses, salvo autorização conferida pelo órgão local do Ministério do Trabalho…”.

Assim, foi transferida ao MTE a responsabilidade de regulamentar a possibilidade e a forma de prorrogação do prazo inicial de três meses. Recentemente, porém, o MTE publicou a Portaria 789/2014, que promoveu alterações específicas no que tange ao prazo do contrato temporário e estabeleceu regras e prazos diferentes para a contratação de mão de obra temporária para substituição transitória de pessoal regular e permanente e para a contratação decorrente de acréscimo extraordinário de serviços.

Regras específicas para a contratação de mão de obra temporária para substituição transitória de pessoal regular e permanente:

- O contrato poderá ser pactuado desde o início por mais de três meses, caso existam circunstâncias já conhecidas na data da contratação que justifiquem prazo superior, ou, se pactuado por três meses, poderá ser prorrogado quando houver motivo que justifique a prorrogação por período superior;

- Para ambos os casos, é imprescindível a solicitação de autorização específica do MTE, que deverá ser realizada de forma online pela empresa de trabalho temporário;

- Quando se tratar de pactuação inicial de contrato temporário com prazo superior a três meses, a solicitação da autorização deve ocorrer com antecedência mínima de 5 dias de seu início;

- Quando se tratar de prorrogação de contrato temporário, a solicitação da autorização deve ocorrer até 5 dias antes do termo final inicialmente previsto;

- A duração do contrato de trabalho temporário, incluídas as prorrogações, não pode ultrapassar um período total de nove meses;

- Não será necessária qualquer autorização do MTE quando, em caso de prorrogação do contrato temporário, a duração total deste (tempo inicial somado ao tempo da prorrogação) não exceder a três meses.

Regras específicas para a contratação de mão de obra temporária decorrente de acréscimo extraordinário de serviços: 

- A pactuação inicial não poderá ocorrer por prazo superior a três meses;

- É permitida, contudo, a prorrogação do contrato temporário por até três meses (totalizando no máximo seis meses), desde que perdure o motivo justificador da contratação;

- Também é imprescindível a solicitação de autorização específica do MTE, que deverá ser realizada de forma online pela empresa de trabalho temporário;

- A solicitação da autorização deve ocorrer até 5 dias antes do termo final inicialmente previsto;

- Também não será necessária qualquer autorização do MTE quando, em caso de prorrogação do contrato temporário, a duração total deste (tempo inicial somado ao tempo da prorrogação) não exceder a três meses.

Regras comuns a ambas as formas de contratação de mão de obra temporária: 

- Todos os pedidos de autorização serão remetidos ao Chefe da Seção de Relações de Trabalho, que, de forma fundamentada, decidirá sobre a concessão ou não da autorização solicitada;

- A concessão das autorizações solicitadas ocorrerá com base na análise objetiva dos documentos e eventuais declarações que forem prestadas pelos requerentes, cabendo ao MTE decidir se realizará ação fiscal para averiguar a veracidade das informações prestadas.

Estas são as principais regras elencadas pela Portaria 789/2014 e que devem ser de conhecimento das empresas em geral, sendo que todas as demais afetam exclusivamente as empresas de trabalho temporário.

Por que os projetos morrem?

26 de setembro de 2014

Autor: Sandro Gomes em Portal

Por-que-os-projetos-morrem

Quem já não testemunhou a morte daquele projeto que prometia ser a grande sacada de inovação da empresa? Ou aquele outro, que reduziria substancialmente os custos? Se eram tão importantes, por que morreram? Projetos voltados à inovação, busca de diferenciais competitivos, excelência operacional e redução de custos, para mencionar apenas alguns, são de grande relevância para o futuro das empresas. Entretanto, todos tem um inimigo em comum: a rotina do dia-a-dia. Mesmo equipes muito competentes e comprometidas acabam vendo seus projetos minguarem até a morte, causando perda de competitividade e comprometendo resultados futuros, e até a própria sobrevivência. O que fazer então?

Fique atento aos sinais vitais do projeto.

Para ter boa saúde sabemos que é preciso alimentação saudável, exercícios físicos, consultas e exames periódicos, e agir no caso de alguma indicação de perigo. Com projetos não é diferente.

Alimentação saudável: todo projeto precisa de recursos materiais e humanos para seu bom andamento. Orçamento e uma agenda bem negociada para garantir o tempo de dedicação necessário é um bom começo. Prever quem irá cobrir a rotina das pessoas dedicadas ao projeto costuma ser uma boa prática, assim como se faz em escalas de feriados ou férias.

Exercícios físicos: uma agenda recorrente e cadenciada para o acompanhamento constante do que já foi realizado e o que falta realizar. Um “personal trainer” (gerente de projeto ou consultor) pode ajudar nessa disciplina.

Consultas médicas: recorrer periodicamente à alta direção para mostrar os progressos e dificuldades enfrentadas no projeto, e tirar deles orientação e apoio para avançar, são injeções de ânimo e energia.

Exames: manter documentos que relatam a evolução do projeto (status reports), apontando de forma clara e específica as atividades necessárias e evidências concretas de sua realização. Ao menor sinal de perigo, busca-se adaptar os “exercícios físicos” e conversar com a alta direção nas “consultas”.

A gestão de projetos é a medicina adequada.

Tudo isso é uma simplificação do que se chama Gestão de Projetos. Com essa prática é possível estruturar e conduzir bem um projeto desde seu início, e sobretudo, manter o olhar fixo na sua conclusão e no alcance dos objetivos.

Segundo o consultor e professor da UTFPR, Ney José Kloster, o ponto crucial está no que chamamos aqui de “exercícios físicos”, que é a cadência no acompanhamento das atividades do projeto e de seus responsáveis. Em suas práticas, busca manter a equipe de projeto no mesmo ambiente físico, para encurtar distâncias e burocracias, promovendo essa cadência de forma ágil. Assim, há uma organização e mobilização em torno do projeto que evita a perda energia e de foco.

Uma dica de leitura não tão óbvia sobre o assunto é o livro “As 4 Disciplinas da Execução” (Ed.Elsevier), que apresenta de forma muito prática os meios de não se deixar que importantes iniciativas morram nas empresa, fazendo com que grandes conquistas sejam alcançadas.

Atendimento médico dentro da empresa

26 de setembro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Saúde e Segurança no Trabalho

Atendimento médico dentro da empresa

Sabe aquelas faltas frequentes justificadas por problemas de saúde? Pois bem, elas estão entre as principais causas de absenteísmo no trabalho. As enfermidades também contribuem com o que se chama de presenteísmo: quando o profissional está presente na empresa, mas não tem a produtividade esperada. A instalação de ambulatórios médicos empresariais tem sido uma alternativa para vencer estes desafios. Obtenha dicas para aderir a esta tendência. O presidente da Associação Paranaense de Medicina do Trabalho, o médico do trabalho Paulo Roberto Zétola, cita algumas das vantagens deste tipo de serviço. Segundo ele, a proximidade e o rápido atendimento oferecido pelos ambulatórios auxiliam no acompanhamento de colaboradores enfermos, motivam estes profissionais e diminuem eventuais despesas com afastamentos pelo INSS.


Saiba mais em: Empresas brasileiras de olho na saúde


Para orientar profissionais de RH sobre a instalação destes ambulatórios dentro de suas empresas, Paulo Zétola, que também é professor de Medicina do Trabalho da Universidade Federal do Paraná, concede cinco dicas importantes: Defina um foco O primeiro passo para uma empresa que deseja instalar um ambulatório é definir que tipo de atendimento pretende oferecer para suprir as necessidades dos colaboradores. “Serão apenas urgências? Vão ser realizados no local os exames ocupacionais? Serão oferecidas consultas eletivas ou pronto atendimento? É imprescindível que isto seja bem definido”, explica Zétola. Dimensione a estrutura física e humana Após ser definida a abrangência do atendimento, é importante dimensionar qual estrutura física e humana será necessária para colocar em prática os objetivos pretendidos. Recepção, secretaria para agendamentos, quantidade de médicos e enfermeiros, tudo isto deve ser considerado. Dimensione o investimento financeiro Adaptar a abrangência do atendimento pretendido ao planejamento financeiro da empresa também é essencial. Considere o investimento necessário não apenas para a instalação, mas para a manutenção mensal do serviço.  


Saiba mais em: O impacto dos vícios nas organizações


Planeje estratégias de atuação Não basta disponibilizar a estrutura e não usufruir dela ao máximo. Por meio do ambulatório e dos profissionais que nele atuam, é possível fazer campanhas de prevenção de doenças voltadas a diversos públicos da empresa, por exemplo. “Para tanto, porém, é necessário que a organização tenha uma estratégia de atuação social bem definida para o ambulatório”, orienta Paulo Roberto. Busque uma consultoria especializada Além dos cuidados citados acima, existem obrigações legais trabalhistas que envolvem a instalação de um ambulatório médico empresarial. Diante disto, a consultoria de um profissional especializado em Medicina do Trabalho é essencial para acompanhar o processo de escolha do serviço e da empresa prestadora.

Não existe sucesso sem autoconhecimento

25 de setembro de 2014

Autor: Jorge Matos em Portal

Não existe sucesso sem autoconhecimento

O Autoconhecimento é o pontapé inicial e principal para o indivíduo que busca crescimento, tanto no aspecto profissional quanto no pessoal. Quando você não sabe o suficiente sobre si mesmo, poderá se encontrar no modo automático ou, o que é pior, perdido.  Isso significa que, uma vez que você não sabe quem você é, qual a sua característica comportamental mais marcante, consequentemente você também não saberá para onde ir e de que forma trilhar essa caminhada.

Ao inclinar as suas escolhas e decisões para um “eu” desejado, idealizado ou trabalhado em cima de expectativas externas, as chances de sucesso nessas decisões se minimizam, pois ao final, você pode até trazer resultados considerados positivos do ponto de vista também externo, mas existirá um vazio indicativo de que as necessidades da sua essência não estão sendo atendidas. Esse alerta pode se tornar um monstro se não for atendido ao longo do tempo. Por isso, podemos concluir que não valorizar o autoconhecimento como tarefa primordial para a sua vida, além de ser fator prejudicial para o seu bem estar, dificultará e tornará mais distante e difícil o verdadeiro caminho do sucesso.

Cada pessoa possui um Talento especial. A grande questão é como descobri-lo, valorizá-lo e potencializá-lo, e isso é conquistado a partir do Autoconhecimento. Algumas pessoas, assim como nós, conseguiram maximizar os seus talentos naturais. Isso, de certa maneira, tornou-as especiais e bem-sucedidas em suas áreas.  O que faz com que elas pareçam melhores é o fato de exercitarem o que têm de especial. Essas pessoas, ao se autoconhecerem, desenvolveram um plano de melhorias e focaram as suas energias no que têm de melhor, em busca do autodesenvolvimento. Mas isso será assunto para o nosso próximo artigo. Fique atento!

Miopia Gerencial

24 de setembro de 2014

Autor: Allan Degasperi em Portal

Miopia Gerencial

É muito comum no meio empresarial termos um gerente ou diretor que possua a temida “miopia gerencial” sem que perceba. Será que você como gestor possui essa “patologia”?

O Hospital de Olhos Paulista define miopia como uma anomalia refrativa ocular que gera uma dificuldade em enxergar objetos de longe. Isso ocorre devido aos raios luminosos não convergirem próximo a retina. Essa anomalia proporciona uma dificuldade em discernir as formas distantes.

O termo “miopia gerencial” surge com a comparação das ações de alguns gestores e a incapacidade de visualizar as situações de problemas futuros ou tomar decisões que possam alavancar a vantagem competitiva da organização no mercado.

Os sintomas da miopia são: visão turva, frequente pestanejar, vista cansada e consequentemente dor de cabeça. No mundo empresarial, esses sintomas remetem a qual situação? Se pensarmos bem, os sintomas da miopia são muito parecidos ou idênticos à má administração proveniente dos gestores.

Em muitos casos, ocorre a “miopia gerencial” quando o gestor encontra-se despreparado para assumir a função, ou não deseja enxergar os fatos, tendo assim a “miopia gerencial proposital”, isto é, dentro de uma situação que deve ser analisada minunciosamente pelo gestor, o mesmo se faz de “cego” e não toma a postura necessária para liderar sua equipe assumindo os riscos dos processos decisórios.

O gestor que possuí a “miopia gerencial” tem como maior característica ignorar a situação problemática “empurrando-a para debaixo do tapete”, ignorando os envolvidos nessa situação, suas opiniões e posturas, ignorando a causa geradora da situação e os possíveis reflexos que essa situação problemática possa causar.

Isso é comum em casos de conflito organizacional, “brigas” de poder e falhas na comunicação interna e externa da empresa, pois os gestores resolvem “deixar de lado” pequenas situações que, futuramente, promoverão conflitos maiores no ambiente corporativo, alcançando os níveis de produção, relacionamento, controle e até qualidade.

Como possível solução, sugerimos que os gestores analisem com calma e livres de qualquer tipo de crítica ou preconceito, os reflexos da sua postura na ação dos seus colaboradores. Somente assim conseguirão perceber se a visão que estão tendo da empresa e dos processos é a mesma que a vivenciada pelos seus colaboradores.

Posso Ajudar?

24 de setembro de 2014

Autor: Paulo Gerhardt em Portal

Posso ajudar?

Você já deve ter passado por isto, como cliente ou como vendedor, não é verdade? O cliente que entra em uma loja não tem interesse em comprar? Ele entra somente para passear na loja? Certamente, se entramos em uma loja, temos alguma necessidade e algo na loja nos despertou o interesse. Então por que o cliente evita o vendedor?

Podemos tentar responder a esta pergunta a partir de diversos enfoques. Primeiro, podemos dizer que este comportamento é fruto de um condicionamento adquirido a partir de experiências passadas, onde o vendedor é associado alguém que quer convencer o outro a aceitar alguma ideia da qual o cliente não é conivente. Segundo, porque inconscientemente, o cliente tem medo que o vendedor o leve a comprar algo de que não tem necessidade. Terceiro, é um estereótipo negativo do vendedor criado na mente do cliente, que o leva a pensar que o vendedor é um vilão. Quarto, é que todos queremos ter a liberdade de escolha, não queremos alguém que nos diga o que temos que fazer ou comprar.

Se partimos do pressuposto que o cliente tem o interesse de comprar para satisfazer suas necessidades e o vendedor tem o interesse em vender para satisfazer as necessidades deste cliente, como é possível superar a situação recorrente apresentada anteriormente? Acredito que o vendedor deve mudar sua abordagem de venda. Vou abordar neste artigo apenas a venda no varejo,  dita venda passiva, na qual o cliente vem até o vendedor, mas poderia, também, incluir aqui as vendas ativas, seja no telefone, porta a porta ou a visita de venda agendada.

Bem, vou dar sete dicas de como você pode contornar esta situação e mudar sua abordagem para ter mais sucesso em sua venda.

1)     Observe atentamente o cliente:

Antes de abordar o cliente observe o comportamento do cliente desde que entrou na loja. De maneira discreta tente verificar o que chama a atenção do cliente, quais produtos observa na vitrine, no balcão, nas araras ou nas prateleiras;

2)     Espere o momento oportuno e aborde com perguntas instigantes:

Escolha um momento adequado para fazer sua abordagem, por exemplo, quando estiver observando com atenção algo específico. Aborde-o com uma pergunta que instigue sua curiosidade, tais como: Você sabe de onde veio este produto? Você conhece a tecnologia inovadora por trás deste equipamento? Você sabe como esta peça foi fabricada? Normalmente, diante de perguntas assim, o cliente ficará curioso e vai querer saber a resposta. Então você se apresenta e pergunta o nome do cliente e dá a resposta que o cliente está esperando. Isto funciona como um quebra gelo e dá margem para você iniciar uma conversa com o cliente.

3)     Faça perguntas de coleta para identificar seu perfil e algumas características gerais:

A partir do momento que quebrou o gelo, faça perguntas que possibilitem identificar seu perfil (pragmático, analítico, expressivo ou afetivo) e revele algumas de suas características gerais que são relevantes ao que você vende, por exemplo, se você vende bolsas de viagem poderia fazer estas perguntas: Com o que você trabalha? Você viaja muito? Para onde costuma viajar? Você viaja mais de carro, ônibus ou avião? Costuma viajar a lazer? Viaja, também, com a família? Como é composta a sua família?

4)     Faça perguntas que investigue suas necessidades, o porque entrou na loja:

Procure saber o que levou o cliente a entrar na loja, o que mais chamou a sua atenção. Investigue a necessidade por trás do desejo de compra. Faça perguntas como: Tem algo específico que chamou a sua atenção na loja? O que busca aqui? Por que você busca este tipo de produto? O que pretende atender com isto? O mais importante é descobrir a necessidade do cliente do que saber o que chamou sua atenção.

5)     Questione mais suas necessidades e busque entender porque precisa satisfazê-las e sua urgência:

Continue questionando o cliente sobre suas necessidades. Faça perguntas do tipo: Já comprou algo similar antes? Quais foram suas experiências negativas e que não gostaria de repetir? O que irá ocorrer se não encontrar algo que o satisfaça? Qual a urgência em resolver seu problema?

6)     Faça perguntas para que o cliente diga como gostaria de satisfazer suas necessidades, ou seja, faça-o declarar seu desejo de compra:

É mais fácil vender quando o cliente já deseja o seu produto, não acha? Você pode fazer perguntas para que desperte no cliente este desejo, como: O que você acredita que possa satisfazer suas necessidades? Se encontrasse um produto que … (apresente algo que seu produto oferece e que o cliente procura), não atenderia suas necessidades? Faça perguntas até que o cliente tenha em mente o que você deseja vender.

7)     Só então mostre os produtos que atenda o seu desejo de compra, demonstre que é aquilo que procura:

Agora chegou o momento de você mostrar para o cliente o produto que vai satisfazer suas necessidades. Procure apresentar o produto de tal forma que ele já se sinta utilizando-o. Leve o cliente para o fechamento.

Tenho certeza que se você abandonar as velhas abordagens utilizadas no mercado e colocar em prática estas 7 dicas simples, suas vendas aumentarão radicalmente. Faça isto e me escreva para dar um retorno. $ucesso e boas vendas!

Política não se discute?

23 de setembro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Comunicação Corporativa

Política não se discute

Distribuir panfletos entre os colegas da empresa, ir trabalhar vestindo camisetas e bonés de partidos, indicar candidatos pelo e-mail profissional, colar adesivos partidários na mesa do escritório, discutir sobre política no refeitório.  Até que ponto essas atitudes devem ser regradas pela empresa?

Companhias de grande porte costumam alertar sobre comportamentos como os citados acima já em seus Manuais de Conduta – entregues aos colaboradores logo após a admissão. Estes materiais orientam previamente o público interno na intenção de prevenir discussões políticas mais acirradas que comprometam o clima organizacional.


Saiba mais em: As saias justas do RH


Maria Aparecida Araújo, especialista em comportamento profissional, alerta – porém – que os manuais de conduta nem sempre são suficientes para conscientizar os colaboradores sobre a importância de respeitar as diferentes opiniões políticas. “Assim como o futebol e a religião, política envolve paixão, o que,  por vezes, foge ao bom senso. Aconselho as empresas a colocarem em prática campanhas sobre atitudes conscientes durante todo o ano eleitoral”, sugere Maria.

A especialista, que também é diretora geral da consultoria Etiqueta Empresarial, diz acreditar na força dos veículos internos (intranets, newsletters, murais, boletins impressos) em prol da publicação de artigos e orientações que incentivem os profissionais a um posicionamento político saudável. “Não convém podar tanto os colaboradores a ponto de fingir que não existem posições antagônicas, mas alertar para que sejam evitadas polêmicas”, coloca a diretora.


Saiba mais em: Relações Humanas no Ambiente de Trabalho


Em prol da cidadania

Há empresas que consideram exagerada a atitude de podar com rigor o comportamento político de seus trabalhadores e preferem confiar no bom senso de suas equipes, usando de estratégias diferenciadas para evitar confusões.

Esse é o caso da Ibema, Companhia Brasileira de Papelcartão. Darlon Roger Behrend, Gerente de Gestão de Pessoas da empresa, diz que a cultura da organização já conduz o público interno a um posicionamento saudável em relação a discussões políticas e que, por conta disto, a ação da empresa se direcionou para a promoção da cidadania ao invés da coibição.

“Percebemos que os colaboradores estão mais interessados em participar da política de maneira consciente – talvez por conta do clima advindo das manifestações do ano passado. Diante disto, disparamos um e-mail marketing indicando links para que os trabalhadores conheçam melhor os candidatos e suas propostas”, explica Darlon.