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Posts publicados em fevereiro, 2014

Perdi a funcionária para o Facebook

28 de fevereiro de 2014

Autor: Samuel Marques em Portal

Perdi a funcionaria para o Facebook

Estava em viagem de trabalho na cidade de Fortaleza e, enquanto jantava com alguns empresários, ouvi de um deles a frase: “Perdi a funcionária para o Facebook”.

Fiquei pensando no significado daquilo. Será que ele tinha uma ótima funcionária de TI que foi selecionada para ajudar o Mark Zuckerberg com alguma nova funcionalidade da rede social? Não. Infelizmente, para a moça, não se tratava disto…

Acredito que você tenha pensado em algo diferente, quando leu o título deste artigo, e, sim, você estava completamente certo ao considerar: “vai ver que a moça não desgrudava do Facebook”. É isto mesmo! E o mais triste é que a história se repetirá milhares de vezes.

Antigamente, perdíamos o funcionário para o concorrente. Depois de anos de investimento em treinamentos internos, que ocupavam o tempo de profissionais mais experientes da empresa ensinando esta pessoa a trabalhar; depois de anos oferecendo uma bolsa pra ela fazer faculdade; depois de pagar viagem, hotel e inscrição de cursos fora da empresa; depois de tudo isto, perdíamos o funcionário para o concorrente.

Ou ainda pior: ele mesmo se transformava num novo concorrente. Cheio de potencial.

Aos empresários que vinham chorar as pitangas em uma situação destas, eu sempre dizia: pega sua senha e entra na fila, porque eu conheço centenas de casos idênticos e o seu não foi o primeiro e nem será o último.

É normal. A empresa tem de se transformar em escola, tem de educar, treinar, mostrar como se faz e depois encarar até como um orgulho a pessoa que se desenvolveu e foi em busca de novas oportunidades e desafios.

A cada funcionário que se vai, eu recomendo que o empresário repense o ambiente de trabalho, o plano de carreira, as verdadeiras razões que levaram aquela pessoa a deixar a empresa e buscar outra posição de trabalho.

Mas para o problema do empresário de Fortaleza eu não achei resposta.

A funcionária ficava no Facebook o dia inteiro. Foi repreendida verbalmente. Bloquearam o acesso nas máquinas da empresa e então ela passou a usar o celular. Impediram o uso do celular e ela passou a dedicar longos períodos de tempo no banheiro. Logicamente, com o celular.

E o que fazer então?

A única saída dele foi demitir. Mas gostava da moça e me disse que nunca tinha encontrado alguém com tanto potencial para a função. Era inteligente e aprendia rápido. Mas não desgrudava do Facebook.

O vício no smartphone é uma doença a ser estudada. Mas já virou causa de desemprego em Fortaleza. E, claro, a moça precisa de tratamento e pode retomar sua vida profissional com uma carreira brilhante, assim que conseguir dominar o desejo de acessar a rede social.

Mas minha maior preocupação é com o empresário. Perder pro concorrente é uma coisa, mas perder pro Facebook… Vai reclamar com quem?

A hora da verdade

28 de fevereiro de 2014

Autor: Jorge Matos em Portal

A hora da verdade

A contratação de uma nova pessoa na equipe pode ser “a hora da verdade”. É comum que gestores peçam ao RH que busquem no mercado perfis irrealistas, equivalentes aos de um “Super Homem”. Ou seja, idealizam candidatos que não existem. Na prática, exigem que apresentem comportamentos que são possíveis de serem encontrados num grupo de pessoas, mas jamais em um indivíduo apenas.

Buscar candidatos que possuam, simultaneamente, comportamentos antagônicos, tais como ser direto, agressivo, assertivo e voltado para resultados, de um lado e, por outro, diplomático, fácil de ser conduzido, estruturado e tranquilo é o mesmo que pedir a uma pessoa que, num mesmo espaço de tempo, siga para o Norte e o Sul. Não, nem as máquinas fazem isso.

Exigir tudo de um único profissional vai contra a própria natureza humana. Todos temos qualidades e defeitos. Mas ninguém dispõe de todas as qualidades – nem gestores, nem os membros de sua equipe.

Aliás, há características muito valorizadas nas empresas que dificilmente convivem juntas numa mesma pessoa. Quem é muito prudente, por exemplo, provavelmente será menos assertivo. Já, o generalista poderá encontrar dificuldade ao se ater a pequenos detalhes de um projeto. Isto não é bom nem ruim. São apenas características humanas que podem ser bem ou mal aproveitadas em determinadas funções. Cabe ao gestor conhecer quais são as qualidades mais importantes para cada cargo ou função.

O executivo que exige tudo de todos, ou seja, que se inspira no perfil Super Homem, em geral idealiza um profissional que não existe em padrões humanos. Essa atitude, por outro lado, tende a revelar como ele se vê a si mesmo, o que, na prática, é um esforço consciente ou inconsciente de superestimar suas próprias capacidades. E, frequentemente, o leva aos exageros de cobrança de sua equipe e, não raro, de sua própria família.

Levadas às últimas consequências, demandas que pouco têm a ver com os verdadeiros limites da natureza humana podem, sim, apontar para um quadro sintomático de profissionais sobrecarregados, que se esforçam para entregar mais do que são capazes. É nesse momento que se acende a luz amarela.

Educar os gestores para reconhecer seus próprios limites – assim como os dos outros – pode ser crucial para uma empresa. É o primeiro passo para se chegar a um maior equilíbrio nas equipes que lideram e no ambiente em que trabalham.

Maratona da vida

28 de fevereiro de 2014

Autor: Tom Coelho em Portal

Maratona da vida

A cena é velha conhecida de todos nós. O semáforo fecha, os carros param e uma pessoa, jovem ou idosa, circula pelo corredor formado por entre os veículos depositando objetos de toda ordem sobre o espelho retrovisor: balas, canetas, flanelas, adesivos. Enfim, qualquer coisa que possa receber o valor de um ou dois reais estampado num pedaço de papel xerocopiado com mensagens como “estou desempregado”, “garantir o sustento de minha família” e “Deus lhe abençoe”.

Dia destes flagrei-me conversando com meu lado mais cartesiano, aquele que sublima a matemática existente por trás das notas musicais e da geometria das construções. Os números, quando não manipulados, mentem jamais. O cálculo dispensou uso de máquina: observei um garoto percorrer dez veículos. Considerando-se uma extensão média de dois metros e meio por automóvel (seu comprimento acrescido da distância mantida para o carro seguinte), temos um total percorrido em torno de 25 metros. Porém, o jovem caminhava, a cada semáforo fechado, quatro vezes esta distância para distribuir, retornar, recolher e reposicionar-se no ponto de partida. Ou seja, cem metros por semáforo fechado. Tomando-se um intervalo de dois minutos entre paradas, o trajeto era cumprido trinta vezes em uma hora. Fazendo-o por seis horas ao longo do dia, temos a surpreendente marca de 18 quilômetros diários. Uma meia maratona!

Sem preciosismos, podemos julgar o garoto do exemplo acima muito lépido e arguir que, na verdade, o total percorrido seria metade do exposto. Continuamos com nove quilômetros diários, sob sol e chuva, descaso e arrogância, medo e intolerância.

Este é um exemplo cristalino da economia informal que toma conta deste país. Há toda uma indústria paralela por trás desta mendicância: do fornecedor de balas, canetas, flanelas e adesivos, ao fornecedor do papel xerografado e da embalagem plástica que compõe o tal kit.

É evidente que sempre haverá quem alegue que tais pessoas gostam de exercer esta “profissão”, que na verdade não querem procurar um “emprego” legítimo. Ainda que isso seja um fato, em meu entender não generalizado, a resposta a asserções deste gênero fica estampada em eventos como um concurso público realizado tempos atrás no Rio para seleção de 1.400 garis, que atraiu 110 mil inscritos, entre eles 22 mestres e 45 doutores, para auferir uma remuneração da ordem de dois salários mínimos.

Diante deste quadro, pode parecer contestação filosófica ou bravata pseudointelectual, mas não há como deixar de se questionar: Que diabos de país nós estamos construindo?

7 Dicas para sua empresa crescer de forma sustentável

28 de fevereiro de 2014

Autor: Paulo Gerhardt em Portal

7 Dicas para sua empresa crescer de forma sustentavel

Muitos empresários me procuram perguntando: “Qual o segredo para crescer de forma sustentável?” As empresas enfrentam muitos desafios ao longo de sua existência. O primeiro grande desafio é sobreviver a alta taxa de “mortalidade infantil” empresarial.

Segundo dados do SEBRAE-SP, 25% das empresas fecham no primeiro ano de atividade e mais de 50% não completam 5 anos. As principais razões apresentadas para este índice tão alarmante são: o comportamento empreendedor pouco desenvolvido, a falta de planejamento prévio, a gestão deficiente do negócio, a insuficiência de políticas de apoio, as flutuações na conjuntura econômica e os problemas pessoais dos proprietários. Após conseguir sobreviver a estes primeiros anos de existência, começa o segundo grande desafio, que é crescer de forma sustentável. As empresas que conseguem evoluir dessa forma passam a ter um valor considerável no mercado, fazendo que seus empreendedores possam obter mais lucros e, até mesmo, vender a empresa, resgatando, em muitas vezes, o capital e todo o esforço empreendido. No entanto, o que ocorre é que a maioria das empresas que conseguem sobreviver aos primeiros anos não experimenta este crescimento e esta valorização. Para ajudar nisso, apresento a seguir, 7 dicas para que a sua empresa possa alcançar este crescimento e tornar-se uma empresa lucrativa e de valor.

1)    Faça do planejamento um hábito

Observe que o planejamento já é apontado como uma das principais causas da “mortalidade infantil das empresas”. Para alçar voos ainda maiores, o planejamento é essencial. O planejamento sistemático permite aos gestores e empreendedores avaliar cenários, perceber movimentos e mudanças, identificar oportunidades e ameaças, entender como seus pontos fortes podem alavancar seu negócio, identificar quais pontos fracos devem ser imediatamente atacados, estabelecer estratégias e planos de ação e encontrar nichos de mercado rentáveis. Reserve espaços em sua agenda para o planejamento diário, semanal, mensal, semestral e anual. O planejamento é o caminho que existe para enfrentar as incertezas e os riscos, portanto, ele deve ser sempre revisto e modificado de acordo com as mudanças do cenário. Faça do planejamento uma trilha para sua empresa chegar ao sucesso e não um trilho de onde não possamos sair.

2)    Determine seu foco de atuação e concentre-se nele

Sem um foco definido, sua empresa tentará atirar para todos os lados e, com certeza, acertará alguns clientes, obterá alguma receita e você poderá até ficar satisfeito com isto e acomodar-se. Será necessário um esforço e uma dedicação enormes para conseguir manter esta receita, o desconto será uma prática constante na venda, seus lucros serão cada vez menores e sua empresa nunca conseguirá evoluir. A empresa ficará presa neste labirinto sem saída. Ao planejar, você deve procurar encontrar um nicho rentável, ou mesmo criar um novo mercado, como propõe W. Chan Kim e Renée Mauborgne em seu livro “A Estratégia do Oceano Azul”, ou ainda, Chris Anderson no seu livro “A Cauda Longa”. Ao encontrar um nicho de mercado que valoriza os seus diferenciais e que aceita pagar mais por eles, você preserva suas margens e mantém seus clientes satisfeitos. Sem contar que será muito mais difícil sofrer a ação da concorrência. Estabeleça seu foco de mercado e mantenha-se concentrado nele. Não se deixe levar pelas ilusões e não caia nas diversas armadilhas no caminho.

3)    Resolva os problemas de seus clientes

A maior parte das empresas e de suas equipes de vendas está preocupada em vender seus produtos. Procure entender que a sua empresa existe para resolver os problemas de seus clientes, satisfazer as suas necessidades. Quando todos na empresa passam a ter a missão de resolver os problemas dos clientes, tudo muda. Os vendedores estarão preocupados, primeiro, em resolver os problemas do seu cliente, sendo a venda uma consequência natural. Todas as demais áreas da empresa estarão buscando o melhor para resolver os problemas dos clientes e não em reagir ou resolver os seus problemas. Ao ter este foco, o cliente ficará muito mais satisfeito, pois percebe a sua preocupação com ele. Você terá um cliente mais fiel e que, além de comprar mais de você, vai o indicar para outros. Portanto, para sua empresa ter valor, é necessário que todos na empresa troquem a sua lente pela lente do cliente, passem a ver pela ótica do problema do cliente e procurem resolvê-lo, antes de vender suas soluções.

4)    Inove continuamente

O mercado é muito dinâmico, o que é diferencial hoje, pode não ser amanhã. O nicho rentável que encontramos pode ser atacado por outra empresa com uma proposta de valor superior. A estratégia que tem dado certo há tempos pode se tornar ineficaz em seguida. A velocidade das mudanças é imensa. A inovação passou a ser uma condição de sobrevivência, acima de tudo. Portanto, busque inovar constantemente. Entenda que aquilo que lhe dá a maior receita hoje, os produtos que chamamos de “vaca leiteira”, logo irão secar, e você terá que ter produtos que os substituam e mantenha as receitas crescentes. Para uma empresa crescer de forma sustentável, é necessário que esteja sempre desenvolvendo novos produtos, novos serviços, novos processos e novas formas de se relacionar com seus clientes, tentando identificar quais podem ter maior chance de sucesso. Assim, voc~e percebe quais são os que mais são aceitos e que começam a ter vendas crescentes e consistentes, para poder dirigir os maiores investimentos para eles. Procure sair da zona de conforto e estimule a inovação e a mudança em sua empresa. Esteja sempre a frente e seu valor será inestimável.

5)    Mantenha seu fluxo de caixa sempre positivo

A base do crescimento está em ter uma saúde financeira saudável. Muitas vezes, o fato de vender muito não significa ter uma empresa de valor. Digo ainda: nem uma boa margem de lucro garante um crescimento sustentável. Tudo precisa se transformar em dinheiro disponível para a empresa pagar seus compromissos e investir no seu crescimento. Ou seja, é necessário que a empresa tenha sempre um fluxo de caixa positivo. Conheço muitas empresas que vendem com boas margens de lucro, mas com recebíveis a longo prazo, necessitando fazer operações financeiras com juros altos para cumprir seus compromissos e comprometendo as excelentes margens de lucro. Esteja, portanto, atento ao fluxo de caixa de sua empresa. Se você tiver que captar dinheiro no mercado, ou mesmo colocar o seu dinheiro antecipadamente na empresa, considere os juros e o valor do capital investido no custo de sua venda. Não considere a venda como um dinheiro já no caixa de sua empresa.

6)    Acompanhe, avalie e esteja sempre aberto à mudança

Sem acompanhamento, nada acontece. Podemos fazer um ótimo planejamento, identificar uma excelente oportunidade, traçar uma estratégia matadora e elaborar um plano de ação considerado fantástico. No entanto, temos que acompanhar cada passo deste plano, observar os obstáculos e as dificuldades, encontrando novas alternativas para superá-los, criando e modificando as estratégias e os planos de acordo com as mudanças que ocorrem. Você não conseguirá fazer tudo sozinho e irá precisar de outras pessoas para ajudá-lo a desenvolver as ações necessárias. Ao delegar uma tarefa, será necessário acompanhar e avaliar a sua execução, pois, sem acompanhamento, não sabemos se atingimos os objetivos propostos. Portanto, para que sua empresa cresça de forma sustentável, é necessário ter indicadores e ter um acompanhamento próximo e transparente, estando sempre aberto às mudanças necessárias para que possamos maximizar os resultados.

7)    Valorize as pessoas

Todas as dicas apresentadas anteriormente são possíveis se sua empresa tiver pessoas competentes e comprometidas. A empresa é formada por pessoas e tudo acontece através das pessoas. A missão dos gestores e empreendedores será identificar, buscar, desenvolver e manter talentos em suas empresas. A empresa deve ter atrativos para atrair talentos, ações internas para desenvolvê-los e estratégias para mantê-los. Planos de carreira, ações de reconhecimento, valorização profissional, perspectivas de crescimento e desafios constantes são apenas alguns dos ingredientes para reter os talentos. Acredito que o maior estímulo para qualquer um em uma organização são seus lideres. Todos somos influenciados fortemente por lideres éticos, com caráter e integridade que tem a capacidade de relacionar-se e comunicar-se de forma envolvente e eficaz. São eles os verdadeiros inspiradores que elevam as pessoas a patamares superiores. Seja este líder e conduza sua empresa a resultados muito superiores.

Gostaria de encerrar este artigo dando 3 notícias:

1)    Uma ruim: “muitos que leram estas dicas podem até concordar, no entanto, não irão colocá-las em prática”.

2)    Uma boa: “muitos que leram estas dicas acreditam que terão sucesso e colocarão em prática”.

3)    Uma muito boa: “você pode escolher em qual dos dois grupos quer estar”.

Lembre-se de que aplicar estas 7 dicas só depende de você.

Como motivar eficazmente à você e sua equipe

27 de fevereiro de 2014

Autor: Ernesto Berg em Portal

Como motivar eficazmente a voce e sua equipe

1. Todas as manhãs, ao levantar, olhe-se no espelho. Gosta do que vê ?

Sim, se você pretende motivar aos outros, primeiro deverá saber motivar a si próprio. Olhe-se

no espelho todas as manhãs assim que levantar. Se você não gosta do que está vendo,

se o seu rosto não é o que você gostaria de ver refletido, então você está desmotivado. É

hora de fazer algo a respeito. A automotivação ocorre mais facilmente se você possuir

dois componentes básicos: metas – profissionais e pessoais – e auto-estima. As metas

devem estar alicerçadas em aspirações profundas pelas quais você faria qualquer esforço

e pagaria qualquer preço para atingir. Mas tem de ser algo que o motive a ação

(motivo + ação), que faça você vibrar cada fez em que pense nisso. Algo que, para você,

faça valer a pena correr riscos, pois é o seu objetivo de vida.

 

2. Estabeleça metas de vida.

Embora estabelecer metas possa parecer assustador, é necessário fazê-lo, porque, se não

tiver coragem de lutar pelos seus próprios objetivos, ninguém irá realizá-los por você.

Portanto, compre a ideia de assumir o controle da sua vida e estabeleça um sistema de

metas por escrito. Não basta apenas pensar nisso, é preciso escrever, porque a diferença entre um “desejo” e uma “meta” é que a meta está no papel, com um prazo para ser executada. Assim você poderá visualizar as suas metas, o que torna mais fácil refazê-las, concentrar-se nelas, dar-lhes prioridades e executá-las.

 

3. Promova sua autoestima.

O desenvolvimento de hábitos e capacidades positivas – seja lidar com o estresse, vencer

o adiamento ou aprender a comandar pessoas – depende de sua autoestima. Muito dessa

autoestima está baseada em mensagens recebidas por toda a vida– principalmente na

infância – de seus pais, amigos, parentes, professores, meios de comunicação e de todo o

ambiente que cerca você. Sabermos que muitas pessoas competentes profissionalmente

sabotam suas chances de sucesso e felicidade por causa de problemas que elas

consideram intransponíveis. Isso ocorre porque a maioria, infelizmente, convive com um

baixo nível de autoestima cristalizado ao longo dos anos. O resultado é a autoconfiança debilitada. A autoconfiança é absolutamente necessária se você quiser fazer progresso em sua carreira. Ela livra-o de preocupações desnecessárias, medo e insegurança. Torna o cérebro descansado para dedicar-se a ideias positivas. Você desenvolve essa autoconfiança aceitando novas oportunidades quando elas surgem, tomando a iniciativa e fazendo as coisas acontecerem em vez de esperar. Quando confiar em si mesmo, os outros também confiarão.

Confiança é como gripe: tremendamente contagiosa. Quando irradiar confiança, você estará

motivado e saberá motivar os outros; as pessoas o seguirão, as oportunidades surgirão.

 

4. Deite-se e levante-se tranquilo.

Não vá dormir com as tradicionais notícias pessimistas e angustiantes da tevê, ou após ter

assistido a um filme violento, pois eles agitarão o seu sono. Pesquisas revelam que o último

pensamento com que a pessoa adormecer tenderá a predominar durante o sono. Não é

preciso, portanto, ter muita imaginação para saber o que acontecerá se você dormir

preocupado ou alarmado. Ao deitar, reserve dez minutos para você mesmo. Visualize uma

paisagem paradisíaca, cheia de luz, cores e muita paz. Sinta esse ambiente positivo e

tranquilizante envolvendo você e permaneça nele enquanto adormecer.Se puder, ao mesmo

tempo ouça uma música relaxante e suave (afinal, para que servem os MPs?). Outros, ainda,

conseguem excelentes resultados orando e comungando com Deus pouco antes de dormir,

agradecendo pela proteção e força recebidas durante o dia. Fazendo essas coisas seu sono

terá melhor qualidade. Ao levantar, disponha de pelo menos cinco minutos para você mesmo.

Não ligue correndo a televisão à cata das eternas notícias perturbadoras, nem ligue o rádio no último volume para ouvir música agitada (rock, samba etc.). Respeite-se. Ao levantar, fique num lugar tranquilo de sua residência e visualize um dia de harmonia e protecão  em seu lar,no trabalho ou onde estiver. Faça com que essa sensação de harmonia e proteção penetre em você, sinta-se mesmo invadido por esse estado de espírito. Permaneça assim por cinco minutos ao menos. No decorrer do dia, lembre-se, a cada hora ou par de horas, dessa sensação de harmonia e proteção. Você ficará surpreso de ver como as coisas poderão se encaminhar favoravelmente durante o dia. Tudo isso porque, inconscientemente, sua postura será mais tranquila e confiante diante das pessoas e situações, e as respostas tenderão a se alinhar com o seu comportamento harmonioso.

 

5. Estabeleça harmonia no relacionamento da equipe.

Faça com que seus liderados aprendam a trabalhar em equipe e estabeleçam um ambiente de cooperação. O trabalho em equipe, a confiança mútua e cooperação geram mais trabalho produtivo e motivação do que muitos métodos sofisticados o conseguem. Mantenha um ambiente alegre, tranquilo e harmônico. Comemore um resultado positivo de seu departamento – como um projeto concluído, um desempenho acima da média -, oferecendo à sua equipe refrigerantes e salgadinhos, ou algo parecido, no final do expediente.

 

6. Reforce a autoestima dos colaboradores.

Faça com que as pessoas se sintam vencedoras. Gere orgulho do liderado pelo trabalho que

ele desempenha, pela empresa em que trabalha e, sobretudo, faça-o ter orgulho de si mesmo.

O orgulho gera o desejo do êxito: o desejo do êxito faz as pessoas buscarem no seu íntimo recursos inexplorados. Uma das melhores maneiras de incutir o orgulho nas pessoas é dar-lhes o sentido de responsabilidade pelo que estão fazendo e ajudá-las a saber que elas desempenham uma função importante. Encoraje cada um a fixar prioridades em seu trabalho, fazendo, com isso, com que ele se envolva e se comprometa com os resultados obtidos.

 

7. Estabeleça metas ambiciosas, mas exequíveis.

É impossível gerar orgulho na equipe sem estabelecer padrões elevados de qualidade e

produtividade. Mas, em primeiro lugar, as metas devem ser claras para todos. Não pode existir

a menor dúvida na equipe sobre o que se pretende atingir e como chegar lá. Em segundo lugar,

essas metas devem ser ambiciosas – às vezes difíceis – mas atingíveis. Se houver resistência

da equipe, você terá de negociar as metas com ela e, ao mesmo tempo, mostrar o desafio

que os colaboradores terão pela frente. Isso os estimulará.

 

8. Mantenha aberto os canais de comunicação.

Ouça o seu pessoal. Aceite sugestões. Envolva-os na busca da solução dos problemas. Fale

dos números e resultados que a empresa obtém. Converse com os liderados amiudemente,

mantenha um ambiente de respeito e cortesia. Não seja o único canal que existe para o contato

com a alta administração. Permita que os seus liderados se dirijam ao nível superior da

organização, com ou sem a sua presença. Neste caso, deverá ficar claro aos liderados e a chefia superior que isso está acontecendo com o seu consentimento e que posteriormente você quer receber o feedback da reunião, ou do subordinado ou da chefia com quem ocorreu o contato (talvez até de ambos). Dessa forma, sem a sua presença, você demonstra confiança e que está acompanhando o desenrolar da situação.

 

9. Lembre-se : o que é recompensado é feito.

Existem muitas outras formas de recompensar além do dinheiro. Aliás, essa última, é uma das

formas que o chefe menos tem poder de premiar. Mas invariavelmente tudo o que é

recompensado é realizado com mais interesse e motivação, desde que a recompensa tenha

valor para essa pessoa. Por exemplo, você pode premiar um bom trabalho ou um grande esforço dispendido com um treinamento ou um dia de folga, um jantar, um bem (perfume, minicalculadora etc.), entradas para eventos esportivos ou culturais, uma doação para uma instituição de caridade de escolha do empregado. Descubra outras formas ou pergunte que recompensas eles gostariam de obter. Mas seja qual for a premiação, as regras devem estar bem claras para todos e porque alguém está sendo recompensado (alta produtividade,esforços extras prolongados, ideias que trouxeram bom retorno etc.), para que não haja a ideia de favorecimento ou protecionismo. Outras formas de premiação podem incluir promoções, transferências, ampliação de funções ou tarefas, participação em novos projetos, estágios.

 

10. Faça do treinamento uma prioridade.

Proporcione cursos, treinamentos, palestras, estágios, sessões em que são exibidos filmes em

vídeo ou DVD que aprimorem a capacidade do seu pessoal. Investir na competência e preparo

de pessoas tem retorno garantido em forma de motivação, produtividade e metas atingidas.

 

11. Elogie e reconheça.

O elogio e o reconhecimento por um trabalho bem feito ou uma decisão acertada deve sempre

ser sincero. Falsos elogios ou elogios muito frequentes fazem perder a credibilidade e banalizam

o fato. Porém, não economize elogios se a pessoa fez por merecê-los; ao elogiar, faça-o com

sinceridade e convicção e, se possível, diante de outras pessoas. Isso provocará um efeito

positivo em todos. Mas, quando for repreender ou chamar a atenção de alguém, faça-o sempre

em particular, sem a presença de outras pessoas. Com isso, você estará preservando o orgulho e

o autorrespeito do liderado.

 

12. Incentive e recompense os riscos (previamente calculados).

Injete em sua equipe um espírito em que inovação e riscos são recompensados ou, pelo menos,

reconhecidos como válidos e importantes em busca de uma melhoria ou otimização.Mesmo que

o resultado não tenha sido bem-sucedido, demonstre apreço e reconhecimento pela tentativa.

Não desencoraje iniciativas dessa natureza para não inibir futuras idéias e ações que, com

certeza,acabarão tornando-se bem-sucedidas. Só erra quem tenta. Os acertos só acontecem

devido aos erros anteriores, que forneceram a experiência necessária para os futuros acertos.

 

13. Mantenha um ambiente físico e psicológico agradável.

Tanto o ambiente físico quanto o psicológico são decisivos para provocar estímulos motivacionais.

Todos os estudos e pesquisas realizados nesse sentido revelaram a importância desses fatores.

Um local com música ambiente (em baixo volume), bem iluminado, arejado, com paredes em tom

pastel ou cinza suave, ornado com plantas, flores e quadros amenos transmite outro ânimo e

energia ao ambiente. Propicie também momentos de congraçamento do pessoal em ocasiões

especiais, como a celebração de um aniversário, amigo secreto, ou algo parecido, no final do

expediente. Isso aproxima a equipe, melhora a comunicação e dá maior coesão no trabalho.

 

14. Mostre um quadro geral.

Dê aos liderados uma visão global do que é feito em seu departamento e de como isso se insere

no contexto geral da organização. Enfatize a importância de um bom entrosamento com todas as

áreas da empresa (produção, vendas, administração, finanças etc.) e que só a colaboração com

outras divisões e diretorias é que permite maior agilidade e ganho de competitividade no mercado,

vale dizer, satisfação do cliente, sobrevivência da companhia e garantia de emprego.

 

15. Dê o exemplo.

Não apenas o que você fala é importante; muito mais do que isso, o que você faz e como se

comporta diante dos subalternos é o que realmente conta. Como chefe, você está sempre sendo

observado por seus liderados, tenha ou não consciência disso, e sua forma de atuar passa a ser

um padrão de referência e um exemplo para eles, mesmo que você não se aperceba disso.

Lembre-se: como gestor, você sempre é mais visto do que vê os outros, e é bom estar consciente

disso ou poderá provocar muitos danos e desmotivação junto à sua equipe. Portanto, seja um

exemplo de competência – não de incapacidade – junto ao seu pessoal. Seu modo de vestir, a

maneira de interagir com colegas e superiores, se você inicia ou não as reuniões no horário, a

qualidade do seu trabalho, seu comportamento, os ideais que você defende no dia a dia, seus

valores e princípios; isso, e muito mais, pode inspirar ou desmotivar sua equipe. Faça

periodicamente uma autoavaliação para ver se você mesmo está agindo do jeito que você deseja

que o seu próprio pessoal o faça. Pergunte-se: numa escala de 0 a 10, que nota eu atribuiria a

mim mesmo como um exemplo de profissional digno de ser seguido pelos outros?, Onde devo

melhorar?. Suas respostas o esclarecerão sobre o que você deve fazer para melhorar, desde

que haja sinceridade na sua autoanálise.

 

16. Outras formas de motivar.

Um sorriso sincero ameniza o ambiente. Diga “muito obrigado” olhando nos olhos da pessoa com

quem estiver dialogando; ouça o colaborador que tem uma ideia para melhorar a eficiência e, em

seguida, sendo exequível, aja de acordo com a sugestão; faça seu pessoal atuar em projetos

intersetoriais, cujos membros são de departamentos diferentes. Faça da gerência participativa um

dos alicerces de sua atuação. Para tanto:

* Envolva o seu pessoal no planejamento de metas e objetivos do seu setor.

* Envolva-os nas decisões que lhes dizem respeito diretamente.

* Faça com que se sintam responsáveis pelas decisões e pelos resultados atingidos.

* Institua círculos de controle de qualidade ,ou semelhantes, e acate suas sugestões sempre que

provarem uma relação custo-benefício vantajosa para eles e para a empresa.

* Institua formas de premiação individual ou em equipe por resultados atingidos

Existem muitas outras formas de motivar. Sua experiência e criatividade lhe darão outras ideias.


Extraído do livro “Manual do Chefe em Apuros”,  de Ernesto Artur Berg,  Juruá Editora, 2a. edição.

Competente sim, mas não perfeccionista

25 de fevereiro de 2014

Autor: Laisa Prust em Portal

Competente sim mas nao perfeccionista

Esforçar-se para fazer da melhor forma o seu trabalho é admirável e pode ser crucial para conquistar e manter uma boa posição profissional no cenário competitivo e desafiador em que vivemos. Nenhum problema em ter metas ousadas, porém realistas. Isso significa vitalidade e energia. O perfeccionista, por outro lado, define para si, e muitas vezes para os outros, padrões de exigência acima do que pode entregar no prazo disponível. Seu próprio desempenho está normalmente aquém do que ele gostaria e não é incomum vê-lo refazer uma tarefa várias vezes. Sai tarde do trabalho, às vezes leva atividades para fazer em casa, negocia prazos a fim de entregar a última versão perfeita e, por isso, está frequentemente exausto. Muitas vezes reclama de sua rotina e da qualidade do trabalho de seus colegas e subordinados que não atendem a suas expectativas irreais.

Na vida do perfeccionista, pode faltar a leveza e a satisfação de quem cumpriu sua tarefa e se encontra no nível médio da qualidade da entrega, mas em paz consigo mesmo. O perfeccionista, ao contrário, encontra-se na maior parte do tempo num estado de frustração e ansiedade por estar sempre na iminência da atividade perfeita, uma miragem que ele busca incessantemente e que acaba por minar-lhe as forças, tornando-o, às vezes, menos produtivo do que o esperado. Por ser tão crítico, o perfeccionista perde o sono por causa de algo que poderia ter feito melhor e compromete o relacionamento com colegas e subordinados porque tem muitas críticas a fazer e poucos ouvem dele um elogio.

Se há tantos aspectos negativos, porque a grande maioria das pessoas não sente vergonha ou constrangimento em se definir como perfeccionista; pelo contrário, relata sua característica com uma ponta de orgulho?

Possivelmente porque muitas pessoas bem-sucedidas sejam perfeccionistas, embora essa característica as faça sofrer e provoque sofrimento nos outros. Como fórmula que deu certo, esse comportamento vai sendo mantido e reforçado; afinal, se o trabalho consegue ser entregue com qualidade superior apesar da noite em claro, o saldo é positivo e merece elogios e promoções. Porém, o lado obscuro do perfeccionismo mostra que ele pode estar ligado à depressão.

Em um artigo publicado pela American Psychological Association (APA), o psiquiatra Sydney J. Blatt cita um estudo que relaciona o perfeccionismo à depressão e, nos casos mais extremos, até ao suicídio. É, portanto, um preço muito alto a pagar e que envolve o risco de comprometer a saúde, além de outros pontos como a perda de prazos, a inibição da criatividade e espontaneidade por excesso de autocrítica, o afastamento das pessoas que nunca o satisfazem.  Perfeccionistas precisam de ajuda. Se você é gestor de pessoas, comece por reconhecer essa característica na equipe e procure não reforçar comportamentos que levam à busca pela perfeição. Ela não é uma característica humana. Recompense a responsabilidade e a competência, essas estão ao alcance de todos.

Equilíbrio e agilidade

21 de fevereiro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Qualidade de Vida

Equilibrio e agilidade

Houve um tempo em que, para ser um executivo de sucesso, objeto de desejo das maiores empresas, bastava gerar resultados. Hoje, é preciso mais do que isso: o profissional deve pensar na imagem que quer deixar para o mercado. Afinal, além de pequeno, esse mercado se “fala”. Com o advento das mídias sociais, as notícias se espalham tão rapidamente que todo cuidado é pouco. E o que você pode acrescentar de novos ingredientes à “fórmula de sucesso” dos que agora fazem a diferença no ambiente corporativo e deixam sua marca de forma permanente? A resposta é simples e ao mesmo tempo, complexa: Equilíbrio e Agilidade.

Para adquirir tais virtudes só há um caminho: o autoconhecimento. Vale terapia, exercício diário de leitura e mesmo meditação. Afinal o processo de crescimento pessoal deve ser constante e eterno. Nem quando morremos nossa “casa interior” está totalmente decorada, sempre ficará faltando alguma obra de arte.

Com equilíbrio, você torna-se capaz de escutar e entender melhor os seus liderados e assim servi-los para que sejam mais felizes e consequentemente mais eficientes e eficazes. Consegue dar a cada um, o que realmente necessita. É isto que propicia um ambiente de motivação. Além disto, é preciso liderar pela diversidade, contratar pessoas que supram as deficiências da organização e não, simplesmente, alguém que seja uma mera cópia daqueles que estão no poder. A agilidade de mudar seus comportamentos de acordo com a situação será fundamental para liderar pela diversidade.

Um líder que faz a diferença é capaz de preparar seu sucessor e contratar pessoas que poderão vir a ser tão aptas quanto ele. Não gerencia pela mediocridade, mas trabalha para que todo o grupo se desenvolva. Isso se faz atribuindo responsabilidades e verificando quais são as suas necessidades. Além disso, a humildade de admitir que não sabe tudo e ter coragem de enfrentar os desafios. Essas são as características fundamentais em um líder.

Ainda falando das características do líder que constrói uma equipe coesa, eficiente e eficaz, é quando ele em algumas situações assume o papel do líder coach, utilizando a técnica de questionar os seus funcionários para que eles próprios cheguem à resposta de como solucionar os seus problemas. Desta forma, este líder estará ganhando comprometimento de seus colaboradores, pois as soluções virão dos mesmos e não do líder. Outro ponto importante é manter sua rede de relacionamento ativa. E isto deve ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora.

Lembre-se que hoje quando você usa qualquer mídia social, você está se expondo e aumentando sua rede. Todo cuidado então é pouco! Mas você tem que estar na rede! E para não perder as rédeas, mesmo em situações e ambientes de total ambiguidade, use a resiliência pessoal. Ou seja, tenha autocontrole, conheça bem o território, fique informado sobre os recursos disponíveis e trace um plano de ação.

Equilíbrio e Agilidade farão de você o “super homem” ou a “mulher maravilha” que são tão almejadas hoje dentro das organizações. Você estará pronto!

Estabeleça metas para o ano e evolua com elas

21 de fevereiro de 2014

Autor: Eduardo Shinyashiki em Portal

Estabeleca metas para o ano e evolua com elas

Qual é seu desejo para 2014? Todos nós temos um ideal, algo que nos motiva a acordar todos os dias em busca de um sonho. Aquele objetivo que você ainda não realizou no ano anterior, mas que nunca saiu da sua mente, do seu coração.

Às vezes, parece que a passagem do dia trinta e um de dezembro para o primeiro de janeiro acontece como mágica e, a partir daí, as mudanças pretendidas para a conquista dos objetivos se iniciam automaticamente. No entanto, é necessário além do desejo, um conjunto de ações para que o efeito se realize e nos satisfaça na vida concreta. O primeiro passo é a construção de uma meta.

No início do ano, é natural todos nós olharmos com mais intensidade para dentro de nós mesmos e nos perguntarmos, sinceramente, a respeito dos reais desejos para o ano que se inicia. Essa reflexão é muito importante para nos resguardarmos de possíveis interferências que possam surgir para dificultar a conquista dos nossos sonhos e desejos. Mas, depois, a rotina volta, e muitos se perdem em seus propósitos. Como, então, não perder os objetivos de vista e estar envolvido com sua meta dia após dia?

Segundo estudos (e experiências pessoais), mais de 50% das pessoas que elaboraram uma lista daquilo que querem mudar ou conseguir, depois de alguns meses, nem lembram mais o que tinham decidido e, aproximadamente, 20% das pessoas irão fazer os mesmos desejos do ano passado nas “novas” resoluções do ano vindouro.

Além do exercício da reflexão, importante em todos os momentos da vida e não apenas no começo de novo ano, é essencial saber se os objetivos que você tem como prioridade servem realmente para você como pessoa, pois é comum selecionarmos metas que não são para nós, que não fazem parte da nossa vida ou do que temos como valores. Isso significa que é preciso ponderar o que é realmente válido para ter aquele entusiasmo real e buscar as respostas que tanto necessitamos, dentro de um propósito pessoal.

Tenha também atenção para saber se suas metas não beiram o impossível, pois parte do êxito é ser realista, o que evita um círculo vicioso de propósitos e fracassos, de esforços e decepções, de tentativas e desistências.

Metas e objetivos nada mais são do que pensamentos sobre o futuro, e, se usarmos essa vantagem de raciocínio, teremos mais chances de concretizar a visão idealizada. Estabelecer a visão é seguir o caminho para alcançar o objetivo real, saber quais são os talentos necessários para se chegar aonde se pretende, determinar em que lugar deseja estar e, a partir deste momento, agir de acordo com o que definiu para si mesmo como um caminho a ser percorrido.

Se, no decorrer dele, falharmos em algum momento, ou nos desmotivarmos por um instante, reajuste a rota e tenha em mente que você sempre pode mudar e melhorar para alcançar os bons desejos do começo do ano.

Equilíbrio e agilidade: o diferencial das novas lideranças

20 de fevereiro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Qualidade de Vida

Equilibrio-e-agilidade-o-diferencial-das-novas-liderancas

Houve um tempo em que, para ser um executivo de sucesso, objeto de desejo das maiores empresas, bastava gerar resultados. Hoje, é preciso mais do que isso: o profissional deve pensar na imagem que quer deixar para o mercado. Afinal, além de pequeno, esse mercado se “fala”. Com o advento das mídias sociais, as notícias se espalham tão rapidamente que todo cuidado é pouco. E o que você pode acrescentar de novos ingredientes à “fórmula de sucesso” dos que agora fazem a diferença no ambiente corporativo e deixam sua marca de forma permanente? A resposta é simples e ao mesmo tempo, complexa: Equilíbrio e Agilidade.

Para adquirir tais virtudes só há um caminho: o autoconhecimento. Vale terapia, exercício diário de leitura e mesmo meditação. Afinal o processo de crescimento pessoal deve ser constante e eterno. Nem quando morremos nossa “casa interior” está totalmente decorada, sempre ficará faltando alguma obra de arte.

Com equilíbrio, você torna-se capaz de escutar e entender melhor os seus liderados e assim servi-los para que sejam mais felizes e consequentemente mais eficientes e eficazes. Consegue dar a cada um, o que realmente necessita. É isto que propicia um ambiente de motivação. Além disto, é preciso liderar pela diversidade, contratar pessoas que supram as deficiências da organização e não, simplesmente, alguém que seja uma mera cópia daqueles que estão no poder. A agilidade de mudar seus comportamentos de acordo com a situação será fundamental para liderar pela diversidade.

Um líder que faz a diferença é capaz de preparar seu sucessor e contratar pessoas que poderão vir a ser tão aptas quanto ele. Não gerencia pela mediocridade, mas trabalha para que todo o grupo se desenvolva. Isso se faz atribuindo responsabilidades e verificando quais são as suas necessidades. Além disso, a humildade de admitir que não sabe tudo e ter coragem de enfrentar os desafios. Essas são as características fundamentais em um líder.

Ainda falando das características do líder que constrói uma equipe coesa, eficiente e eficaz, é quando ele em algumas situações assume o papel do líder coach, utilizando a técnica de questionar os seus funcionários para que eles próprios cheguem à resposta de como solucionar os seus problemas. Desta forma, este líder estará ganhando comprometimento de seus colaboradores, pois as soluções virão dos mesmos e não do líder. Outro ponto importante é manter sua rede de relacionamento ativa. E isto deve ser feito em qualquer lugar, a qualquer hora.

Lembre-se que hoje quando você usa qualquer mídia social, você está se expondo e aumentando sua rede. Todo cuidado então é pouco! Mas você tem que estar na rede! E para não perder as rédeas, mesmo em situações e ambientes de total ambiguidade, use a resiliência pessoal. Ou seja, tenha autocontrole, conheça bem o território, fique informado sobre os recursos disponíveis e trace um plano de ação.

Equilíbrio e Agilidade farão de você o “super homem” ou a “mulher maravilha” que são tão almejadas hoje dentro das organizações. Você estará pronto!

 

Irene Azevedo - Diretora de negócios da LLH|DBM e professora de gestão de pessoas na BBS Business School

Empresas contribuem para a democratização da educação

20 de fevereiro de 2014

Autor: Redação, Portal Competência em Educação Corporativa, Portal

Empresas-contribuem-para-a-democratizacao-da-educacao

Incrementar o papel de uma empresa para o desenvolvimento da sociedade é um dos objetivos das ações de responsabilidade social desenvolvidas por companhias de grande e médio porte. Dentre os quesitos normalmente explorados está a educação.

Isso porque, apesar da intensa expansão da oferta de vagas ocorrida no Brasil nos últimos anos, o percentual de jovens na faixa etária entre 18 e 24 anos frequentando o ensino superior em 2011 foi de apenas 20%. Estes são os dados fornecidos pelo Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (Nepp) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que descobriu que o atraso escolar é uma das restrições ao acesso de jovens brasileiros a esse ensino: 19% dos jovens de 18 a 24 anos não completam o Ensino Fundamental e outros 27%, apesar de completarem, não ingressam no Ensino Médio, ou ingressam e não o concluem.

Este cenário da educação brasileira contribuiu para o surgimento de um período de transição no conceito de educação corporativa. Há não muito tempo, as empresas utilizavam as capacitações profissionais para treinar os seus colaboradores, a fim de corrigir alguma deficiência técnica. Hoje, a tendência é que as empresas facilitem o acesso à informação, não só dos seus profissionais, mas também da comunidade onde ela está inserida.

É o que observa a especialista Laís Lamana, administradora de empresas pós-graduada em Desenvolvimento Humano que há sete anos trabalha com processos de Educação Corporativa. “As empresas perceberam a dificuldade de encontrar mão de obra especializada em certas regiões do Brasil. Então, elas ampliaram os seus programas de treinamento e abriram para o público externo. As companhias investem na educação essencial das pessoas que moram nas proximidades com a visão de contratá-las mais para frente”, explica. A iniciativa, além de diminuir o custo e o tempo de treinamento do novo colaborador que é contratado já preparado para aquela realidade de setor, ainda ajuda a sociedade a ter acesso à educação. “O objetivo agora é proporcionar uma educação abrangente a fim de desenvolver as pessoas e a sociedade em geral”, complementa.

Este é, também, o objetivo da ONG ABC Vida que oferece cursos profissionalizantes aos jovens de Curitiba e Região Metropolitana, no Paraná. O projeto Espaço do Saber, criado em 2009, democratiza o conhecimento e oferece capacitação a adolescentes e jovens de baixa renda, com idade entre 14 e 23 anos, por meio do aprendizado profissionalizante. “Nós fazemos a ponte entre o adolescente e a empresa. Como os cursos são de curta duração e o conteúdo é relevante à vida corporativa, o aluno sai preparado para enfrentar os desafios do mercado de trabalho. É um importante complemento à educação que ele já recebe na escola”, conta Julie de Pádua, instrutora da ABC Vida.

A iniciativa facilita o acesso ao primeiro emprego e possibilita, também, que o jovem continue o seu aperfeiçoamento. “O projeto é dividido em duas fases: a primeira é destinada a preparar jovens de 14 a 16 anos e facilitar o acesso ao primeiro emprego. E a segunda é destinada a quem já trabalha, mas quer continuar a sua capacitação. Neste caso, a empresa e a instituição trabalham juntas. A companhia se compromete a liberar o jovem uma vez por semana para participar das aulas profissionalizantes que tem duração de 4 a 6 horas”, completa Julie de Pádua. Hoje a instituição conta com 150 adolescentes em busca do primeiro emprego e 315 que já estão no mercado de trabalho. “Dessa maneira, é possível contribuir para o ingresso destes jovens ao mercado do trabalho”, finaliza a instrutora do ABC Vida.