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Portal Competência

11 de fevereiro de 2014
Recursos Humanos


2014 é o ano dos investimentos

Pesquisa afirma que 67% das empresas investirão no treinamento

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A competição está cada vez mais acirrada e a globalização, que desconhece fronteiras, aumenta o nível de exigência nos serviços, indústria e comércio. O empresário Henry Ford, fundador da marca Ford afirmava: “levem minhas máquinas e meus prédios, deixem o meu pessoal que eu reconstruirei tudo de novo.” Investir em pessoas é o caminho para o sucesso empresarial. Um estudo da consultoria Deloitte confirma esta ideia. A pesquisa, feita com 509 companhias brasileiras, apontou que 67% delas investirão em treinamentos de suas equipes em 2014. Esse número chega a ser maior do que aquelas que farão lançamentos de novos produtos e serviços (55%).

As empresas deixaram de considerar o colaborador como executor de processos para ser um dos ativos fundamentais para a perpetuidade de uma companhia. Por isso, capacitar os profissionais significa desenvolvê-lo profissionalmente, emocionalmente e pessoalmente. Para o professor de administração e consultor da Universidade Corporativa Gilda Nunes do CRA-RJ, Dalton da Silva e Souza, quem não promover a educação continuada vai virar um dinossauro rapidamente, assim como a empresa que não investe em seu capital humano “Educar é para sempre, por isso, quando investimos em pessoas, certamente sinalizamos que acreditamos no seu potencial e que eles são importantes colaboradores”, completa.

Os profissionais que buscam este tipo de capacitação são pessoas trabalhadoras, interessadas e que estão em busca do desenvolvimento de suas vidas laborais. “Esses profissionais querem conquistar um futuro mais seguro e obter melhores condições de vida”, diz o consultor.

Já para o diretor de desenvolvimento de negócios da Universidade Positivo, Prof. Manoel Knopfholz, as empresas entenderam a importância de formar pessoas. “A inteligência de uma empresa vem das pessoas que ali trabalham, por isso, explorar o potencial humano significa contar com profissionais capazes tecnicamente e equilibrados emocionalmente. Eles são os verdadeiros agentes da mudança e formam a essência de uma instituição respeitada no mercado”, afirma.

Para a empresa, os investimentos em treinamentos são facilmente contabilizados. O consultor Dalton da Silva e Souza, no entanto, alerta que para medir os resultados sobre o investimento, a empresa deve verificar se as metas estão sendo bem perseguidas, observar o seu posicionamento no mercado e sua visibilidade, assim como o nível de satisfação de seu pessoal. Já Knopfholz complementa dizendo que a iniciativa aumenta a retenção de pessoas, incentiva a ascensão de carreira, aumenta a produtividade, além de melhorar a qualidade. “O profissional que tem acesso a treinamentos fica com boa autoestima, aumenta o seu engajamento com os assuntos da companhia, incrementa o seu networking e, também, melhora a sua capacidade de sociabilidade, além de se diferenciar perante os demais”, afirma.

 



Redação, Portal Competência