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Dtcom – Educação e Comunicação Corporativa

Posts publicados em dezembro, 2013

As redes sociais na Educação Corporativa

31 de dezembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Comunicação Corporativa, Portal

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A crescente participação das redes sociais no dia a dia das pessoas tem se revelado uma excelente oportunidade também para os gestores de Educação Corporativa. Para se tornarem aliadas eficazes nas estratégias de desenvolvimento humano, porém, alguns cuidados são fundamentais.

A possibilidade de formar grupos específicos para tratarem de assuntos em comum de maneira segura e com opções diversas de interação é a grande vantagem que as redes sociais oferecem à Educação Corporativa de acordo com a especialista Alessandra Sleiman.

Alessandra é webdesign com formação em produção gráfica e SEO e atua como diretora da Mesa de Marketing, empresa especializada em mídias sociais. Ela destaca que, com ações simples, é possível otimizar programas de desenvolvimento humano por meio das redes.

“Em algumas empresas, o RH cria grupos no Facebook em torno de seus projetos para ajudar os envolvidos a conhecerem seus companheiros de equipe e terem um local para armazenar documentos de utilização de todos. Este é um ótimo exemplo de integração”, destaca Alessandra.

Para interações bem sucedidas

Lançar mão das redes sociais nas ações de desenvolvimento humano requer alguns cuidados para a obtenção de retorno produtivo. O gestor de Educação Corporativa da E-Lead e especialista em Comunicação Empresarial Ubirajara Neiva destaca que o uso dessas mídias precisa ser feito com muito planejamento estratégico.

“É preciso escolher a rede ideal para cada tipo de público. O leque de opções em mídias sociais é cada vez maior, é importante identificar qual é a rede que tem mais adesão do público interno. Com um diagnóstico como esse é possível realizar diversas ações de mobilização e, também, efetivamente de treinamento”, acentua Ubirajara.

O especialista ainda destaca que tanto treinamentos a distância quanto presenciais podem se beneficiar das redes sociais se houver uma estratégia sólida para tanto. “É possível incentivar os colaboradores a fazerem o conhecimento adquirido girar, compartilhando aprendizados e inserindo atividades e desafios extra-cursos para obterem recompensas associadas aos objetivos educacionais”, sugere o gestor.

Minha lista de final de ano

27 de dezembro de 2013

Autor: Jorge Matos em Portal

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O ano está acabando e, como já é comum no mês de dezembro, começamos a fazer listas do que queremos para o próximo ano: saúde, dinheiro, um novo amor… Os pedidos variam, mas estão sempre dentro da mesma temática de felicidade e realização pessoal. Para finalizar os meus artigos de 2013 aqui no Portal da Competência, gostaria de propor uma mudança nesse pensamento comum de “adeus ano velho, feliz ano novo”: além de avaliar o que foi positivo e o que não foi ao longo do ano, proponho que possamos investir mais em nós mesmos e, sobretudo, em nos conhecer. Que tenhamos menos promessas radicais e mais entendimento do que nos faz bem. Porque – cá entre nós – sabemos que todas as radicalidades que inventamos acabam ficando eternamente presas nas listinhas de papel e nunca se transformam em ações efetivas.

Se uma das minhas metas é emagrecer, por exemplo, preciso traçar um plano de ação para isso, e não estabelecer apenas que, no próximo ano, quero estar 20 quilos mais magro. Para visualizar a mudança, precisamos ser a mudança. Nesse caso, pensar em hábitos saudáveis que combinam com o meu estilo de vida é essencial: não posso estabelecer que vou correr todos os dias se os locais próximos ao meu trabalho ou a minha casa não são adequados. Ou ainda, não posso prometer que não comerei doces durante todo o ano se sei que na primeira festa de criança não vou resistir. É preciso senso e equilíbrio ao invés de radicalidade. E tudo isso passa pelo autoconhecimento.

As questões profissionais também precisam de ponderação quando se fala nas decisões para o próximo ano. Antes de pensar em pedir para trocar de área, reduzir ou aumentar a carga de trabalho e outras mudanças desse tipo, precisamos pensar se elas, de fato, se adequarão ao nosso perfil. “As alterações me deixarão satisfeito? Ou serão apenas mais um tiro no escuro, uma tentativa sem pensar?”

O ano de 2014 está aí! E cheio de boas oportunidades pela frente! Que ele possa ser um momento propício de conhecimento de nossas aptidões, talentos e anseios, para que possamos usá-los da melhor forma possível em todos os ambientes em que vivemos.

Aproveito para desejar um ótimo Natal e um novo ano repleto de realizações, paz e muita saúde.

Fim de ano é hora para trocar de emprego?

26 de dezembro de 2013

Autor: Eduardo Ferraz em Portal

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Normalmente, fim de ano ou férias são períodos em que as pessoas fazem um balanço de suas vidas. Elas medem, sobretudo, o que aconteceu em sua carreira durante o ano, se os resultados foram bons ou ruins, se há perspectiva de melhoria ou não, se está feliz ou infeliz. Uma pesquisa feita pelo site Monster.com, nos Estados Unidos, comprovou que quase 70% dos entrevistados afirmaram que têm mais probabilidade de procurar outro emprego após voltar das férias.

Nesta época vai mesmo dando aquela ressaca, aquele cansaço. Se a pessoa está em um lugar bom, ela aguenta, sai de férias e volta com a pilha nova. Mas, se está esgotada, em uma situação ruim, é comum que ela comece a pensar seriamente em procurar outro emprego. O mesmo acontece com as empresas, que também fazem esse balanço e se preparam para mandar embora aquelas pessoas que apresentaram baixo desempenho ou estão desmotivadas. É juntar a fome com a vontade de comer. Ou seja, é uma época em que as pessoas trocam de emprego e as empresas também contratam.

Porém, é preciso muito cuidado antes de tomar essa decisão e não se precipitar. Antes de qualquer coisa é necessário analisar se realmente vale a pena mudar de emprego, se não está feliz e se não tem recebido aumento, pelo menos, a cada dois anos. Para saber o quanto vale a pena mudar, precisa analisar alguns pontos como salário, por exemplo. Se não for receber, no mínimo, 30% de aumento, você estará trocando seis por cinco. Além disso, um bom emprego é aquele onde 70% do tempo você faz o que gosta e os outros 30% são as coisas chatas, que sempre vão existir.

Na prática as pessoas trocam de emprego sem pensar e acabam pulando de galho em galho e queimando o currículo. Neste sentido, considere bem os benefícios da nova oportunidade, o tempo que ficará no trânsito, se há chances de crescer, de aprender. Não devemos olhar apenas o lado financeiro, precisamos levar em contra quatro questões, a primeira delas é sim o dinheiro, em seguida tem a segurança e estabilidade, a terceira é a quantidade de aprendizado, seja ele formal ou informal, e a última questão são as chances de ser promovido. Pese essas quatro coisas, se três delas são favoráveis, mude.

Saber se é melhor pedir as contas antes de arrumar um novo emprego ou esperar conquistá-lo para então pedir demissão? Sempre digo que os profissionais são mais valorizados no mercado quando estão empregados. O seu passe desvaloriza de 30% a 40% quando está desempregado.

Por isso recomendo que, apesar do cansaço e de toda a ressaca que pode atingi-lo neste fim de ano, pense e estude muito bem antes de tomar qualquer decisão.

 

Tempo de Casa é um diferencial e deve ser valorizado

26 de dezembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

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Com o aumento da competitividade no mercado de trabalho, a relação do colaborador com o emprego passou por fortes modificações. Atualmente, a média de tempo em um mesmo cargo varia entre dois e três anos. Depois disso, ou o colaborador é promovido ou troca de empresa. Antigamente, o importante eram os encargos salariais e, também, a estabilidade. Era comum um colaborador ingressar em uma empresa jovem e se aposentar nela. Isso já não reflete a realidade atual, pois uma pessoa com mais de 10 anos de casa, é raro.

Na Globalweb, empresa especializada em Tecnologia de Informação, setor que costuma ser difícil encontrar profissionais qualificados, um colaborador com 10 anos de casa virou diferencial e é motivo de homenagem. Em dezembro, a empresa, que conta com 1,4 mil profissionais, entregou troféus a 61 funcionários que possuem mais de uma década de atuação. “Acreditamos muito no poder do capital humano, principal ativo de nossa empresa. Construir uma trajetória consolidada de sucesso com o nosso time de colaboradores é a certeza de que a cultura organizacional gera resultados positivos, garante o sucesso da nossa política de gente e gestão”, diz Mariana Boner, diretora de RH da Globalweb.

Em um mercado competitivo, onde os processos de recolocação profissional são simples e rápidos, valorizar a estabilidade do colaborador torna-se uma ação estratégica. Esta é a opinião da consultora da empresa De Bernt Entschev, Jéssica Monteiro. Ela considera que as pessoas que ficam por muito tempo na mesma empresa são peças-chave para a gestão do conhecimento. “Essas pessoas conhecem os processos, as políticas internas e, principalmente, se identificam com a cultura da organização. É preciso valorizá-los com bonificações, prioridade no recrutamento interno e, também, incluí-los em um projeto de gestão do conhecimento”, explica.

No entanto, os critérios de reconhecimento por tempo de casa devem ser transparentes e comunicados a todos os colaboradores. “A empresa deve promover a integração dos mais antigos e daqueles que acabam de chegar. Assim, é possível transmitir o conhecimento adquirido pela experiência e misturá-las às ideias inovadoras dos mais jovens. A empresa só tem a ganhar com esta união”, finaliza Jéssica Monteiro.

O Papai Noel vai passar na sua empresa?

23 de dezembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Recursos Humanos

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O Natal é uma excelente oportunidade para estreitar e fortalecer os laços da empresa com o seu público interno. Conforme a ocasião se aproxima, os próprios colaboradores já ficam na expectativa sobre como a organização vai lembrar deles na data. O grande impasse é de que forma preparar uma surpresa que esteja de acordo com o orçamento da companhia, que agrade aos mais diferentes perfis de trabalhadores e que reflita de forma significativa no engajamento da equipe.

Ir além do pensamento materialista é a sugestão principal da especialista Silvana Lages, consultora em comportamento e imagem corporativa. “Sabemos que, dependendo do tamanho da empresa, presentear a todos os colaboradores demanda um custo que pesa no orçamento. Sendo assim, é preciso fazer com que a ação valha a pena, que não seja apenas um presente que será esquecido em breve, mas que promova reflexões profundas”, defende Lages.

A consultora alerta para grandes festas de fim de ano e enormes cestas de Natal que não vêm acompanhadas de mensagens de gratidão e motivação: “algumas confraternizações acabam não confraternizando em nada, pelo contrário, promovem comportamentos indesejáveis. O ideal é que esses momentos venham acompanhados de discursos significativos sobre o papel de cada um na empresa e sobre a importância do trabalho em equipe”.

Um orçamento apertado não é desculpa para deixar a data passar em branco, segundo Silvana Lages. Dinâmicas de grupo e ações de solidariedade são opções criativas que não demandam altos custos. “É possível motivar os colaboradores para que montem uma árvore juntos, por exemplo, com cada um trazendo um enfeite ou um cartão, promover campanhas em prol de alguma entidade ou pessoa carente ou simplesmente reuní-los para um discurso de agradecimento”, reforça Silvana.

O valor das competências

19 de dezembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Administração, Portal

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Definir as estratégias de Educação Corporativa de uma empresa sem antes levantar quais competências são realmente necessárias aos seus profissionais é como dar um tiro no escuro. Apesar do risco, porém, parte das empresas brasileiras ainda não despertaram para a importância de um mapeamento de competências que paute as suas ações de desenvolvimento humano.

Ângela Oliveira é Mestre em Educação Corporativa e Gestão de Pessoas e apresenta ampla experiência como consultora organizacional nesta área.  Para ela, as estratégias de aprendizagem que não estão associadas a uma Gestão por Competências estão sujeitas a assumir um caráter mecanicista e operacional.

De acordo com Ângela, para que as ações de Educação Corporativa sejam plenamente aproveitadas, devem considerar as competências essenciais ao capital humano da organização. “As habilidades e comportamentos a serem aperfeiçoados devem ser aqueles indispensáveis na realização de atividades alicerçadas nas crenças e valores da corporação. Além do que, deve aprimorar aspectos de cidadania e a autoestima dos colaboradores envolvidos”, defende.

Para a gerente de desenvolvimento organizacional Juliana Revelk, tal mapeamento de competências não pode ser baseado apenas na opinião e percepção dos gestores: “a assertividade é fundamental para calcularmos quais competências técnicas e de liderança são necessárias para atender às estratégias específicas de determinada empresa”.

Juliana é psicóloga especializada em Gestão Estratégica de Negócios e já atuou no RH de empresas multinacionais instaladas no Brasil. Segundo sua experiência, a Gestão por Competências ainda não tem sido usada com maturidade pela maioria das empresas.

“Agora é que as organizações estão criando consciência da importância de identificar as competências já existentes em seus profissionais e as que eles precisam desenvolver. Tal ação é poderosa para definir contratações e promoções e auxilia no plano de desenvolvimento de talentos”, destaca Juliana.

Programação Dtcom Janeiro

18 de dezembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Programação Dtcom

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O significado de presentear

18 de dezembro de 2013

Autor: Eduardo Shinyashiki em Portal

O significado de presentear

Mesmo que hoje em dia a nossa vida frenética nos roube a magia desse período de festa e não nos permita perceber que já estamos nos aproximando do Natal, as cidades começam a ser adornadas com lindos enfeites e de noite as luzes brilham. As casas estão decoradas com árvores de Natal, estrelas douradas, bolinhas coloridas, Papai Noel e as pessoas começam a pensar nos presentes.

Hoje a troca de presentes no Natal tem um grande significado social que, às vezes, supera o significado religioso, porém a minha reflexão não é sobre a questão consumista ou moral do ato de comprar, mas sobre o seu grande significado social e simbolismo, do porquê fazemos essa troca.

Na nossa sociedade, o gesto de trocar presentes é um fator importante que contribui para fortalecer e manter os relacionamentos interpessoais e, consequentemente, a coesão e união social. Presentear alguém com alguma coisa ou com uma ação tem como seu significado mais profundo e espontâneo fazer o outro feliz ou proporcionar-lhe prazer, como um gesto de carinho, aceitação e gentileza.

Antropologicamente, a troca de presentes tem um enorme significado porque evidencia que tipo de relação existe entre aquelas determinadas pessoas. Essa prática tem acompanhado a evolução das diversas sociedades, contribuindo para estreitar a confiança entre os povos, a solidariedade, o relacionamento, a irmandade, a amizade e o respeito.

Essa antiga e universal prática de presentear, com a sua lógica, continua valendo na nossa sociedade. Oferecemos presentes porque nos deixa feliz, mas também pelas nossas tradições e cultura. O presentear representa um ritual que evidencia e honra acontecimentos especiais e momentos de passagem, como os aniversários, casamentos, formaturas etc.

Quando oferecemos um presente a alguém, sentimos alegria em proporcionar prazer ao outro, pois é uma forma de nos sentirmos parte de uma mesma comunidade ou de um mesmo grupo de amigos, ou até de uma mesma família. O presente torna-se, assim, o símbolo daquilo que nos une ao outro.

Em síntese, dar um presente representa uma verdadeira mensagem, com muitas nuances: é o prazer de demonstrar afeto, respeito, nossa atenção, admiração, lembrança, dedicação, empatia e amor à pessoa.  Feliz Natal!

Qual o seu melhor professor?

17 de dezembro de 2013

Autor: Marcelo Leal em Portal

Qual o seu melhor professor

É famosa a história das 999 tentativas erradas que Thomas Edison teve antes de acertar e inventar a lâmpada elétrica e transformar totalmente o mundo. Para esta história, ele sempre dizia que, a cada tentativa falha, tinha descoberto um jeito de não fazer a lâmpada.

Acertos e erros, sucesso e fracasso, todos podem nos ensinar muito. Tudo depende de como decidimos lidar com o que nos acontece. A palavra chave para tirarmos aprendizado de tudo é humildade.

Quando estivermos na zona do sucesso, precisamos aprender a identificar o que fizemos de certo e como podemos repetir estes acertos. É preciso também saber que precisamos continuar evoluindo e melhorando, saber que em geral nosso sucesso dependeu de outras pessoas e, por vezes da sorte, da coincidência e dos ventos favoráveis que soubemos aproveitar. É, enfim, ter a humildade de saber que nem tudo que tentarmos, tampouco em todos os momentos, poderemos repetir este sucesso.

Quando estivermos nos momentos de fracasso, precisamos aprender a não jogar todas as culpas nos outros e no mundo, saber assumir erros e aprender com eles, tomar a responsabilidade pessoal das mudanças que precisam ser feitas, onde precisamos ficar mais atentos, onde precisamos nos empenhar mais e não desistir nunca, bater logo a poeira e seguir em frente.

Sucessos e fracassos fazem parte da vida das pessoas, da vida das empresas.

Não é a quantidade de sucessos e fracassos que definem o que somos, é a maneira que lidamos com uma coisa e outra que define as pessoas e empresas consistentes, duradouras e vencedoras!

Comprovando uma entrega

13 de dezembro de 2013

Autor: Helio Meirim em Portal

Comprovando uma entrega

Consumidores cada vez mais exigentes e conscientes de seus direitos e de sua importância no momento da compra, concorrências cada vez mais acirradas, estratégias de marketing arrojadas juntamente à maior disponibilidade de consulta e comparação simultânea de preços em locais múltiplos através da internet, estes são alguns dos fatores que têm tornado a logística uma atividade cada vez mais estratégica e decisiva dentro das organizações.

Cada vez mais, as organizações precisam desenvolver produtos que atendam às expectativas dos consumidores, com preços que proporcionem uma relação satisfatória quando comparado aos benefícios ofertados. Além disso, precisa fazer com que este produto escolhido esteja disponível na quantidade certa, no local e no momento desejado.

Para conseguir atender a esta demanda, profissionais de marketing, desenvolvimento de produtos, produção e logística trabalham com afinco para satisfazer as expectativas do mercado.

Entretanto, existe uma parte deste processo que é bastante vulnerável, e que, se não for bem gerenciada, pode colocar todo o trabalho a perder: a entrega física ao cliente – parte final do processo logístico, que normalmente apresenta inúmeros desafios, como a operação de picking, packing, roteirização, entrega efetiva ao cliente e confirmação da mesma pelo cliente.

Hoje, gostaria de me dedicar a última etapa deste importante processo, a confirmação de entrega. Esta, mesmo sendo crucial e decisiva para todo o processo, pois é através dela que o ciclo do pedido se encerra, ainda é uma das etapas em que temos o maior número de etapas manuais, descritas abaixo:

(1)    Entregador chega a casa do cliente e, após efetivar a entrega física do produto, solicita a assinatura do CTRC e do canhoto da NF. Aqui temos o primeiro desafio: obter de forma legível a assinatura e o documento do responsável pelo recebimento (não podemos esquecer que o canhoto da NF e o CTRC são documentos comprobatórios da entrega);

(2)    CTRC e canhoto da NF retornam para transportadora (normalmente entre 20 e 50 documentos por veículo);

(3)    Na transportadora, o setor de baixa de entrega (alguns possuem outro nome) realiza (em seu sistema) a baixa de cada uma das entregas realizadas. Nesta etapa, já estamos tratando de 1.500 documentos (50 veículos cada um com 30 entregas na média) e esta atividade, em grande parte das vezes, é manual (input da data de entrega), o que demanda tempo e recursos da transportadora. Normalmente, esta etapa é um gargalo, e algumas vezes as entregas não são baixadas no mesmo dia, o que prejudica imensamente o encerramento do ciclo do pedido e consequentemente toda a visibilidade do processo;

(4)    O setor de baixa encaminha todos os documentos para serem organizados, algumas vezes escaneados e devidamente arquivados, visto que estes documentos precisam ficar guardados, para, em caso de litígios, junto aos clientes servirem de comprovante da entrega. Se considerarmos uma transportadora com 10 filiais, estaremos tratando de mais de 10.000 documentos por dia (algumas filiais realizam mais entregas do que outras). Isto gerará um volume superior a 200.000 documentos no mês, 2.640.000 mil no ano e, ao longo dos 5 anos (período legal que o canhoto da nota deve ser guardado), chegaremos a um volume superior a 13 milhões de documentos. Mesmo com o uso da digitalização de documentos, que já é um grande avanço, não é difícil imaginar o nível de organização necessário para, caso seja necessário apresentar o documento físico de prova da entrega (canhoto da NF), dispor dessa documentação rapidamente.

Todas as vezes em que tive a oportunidade de viajar ao exterior e me deparava com um entregador que, após efetivar a entrega do produto, apresentava ao cliente um equipamento onde ele assinava na tela o ateste da entrega, pensava nos 13 milhões de documentos que estavam deixando de ser digitados e arquivados, mas principalmente pensava que, no exato momento da entrega, todos os sistemas dos elos da cadeia logística (fornecedor, transportador…) já estavam sendo atualizados. Agilidade e visibilidade da informação e, acima de tudo, eliminação de retrabalho (digitação) possibilitando ganhos de produtividade, redução de custos e melhoria do nível de serviço são os resultados desta forma de comprovação de entrega.

Pois bem, quando retornava ao nosso país, ficava pensando que um dia teríamos toda esta tecnologia a nossa disposição, e venho percebendo que, aos poucos, mesmo que lentamente, estamos caminhando neste caminho.

Recentemente assisti a uma apresentação da solução da GKO chamada “Confirma Fácil” – um portal web que utiliza o serviço de Manifesto do Destinatário do SEFAZ, no qual o destinatário, ao receber fisicamente o produto tem condições de validar os dados da DANFE e assinar, digitalmente, o recebimento da mesma. Com isso, todos os elos da cadeia logística têm a possibilidade de visualizar a informação instantaneamente, além é claro dos ganhos de produtividade.

Pelo que pude perceber, a solução apresentada é focada para processos B2B (Business to Business), onde as relações comerciais e de entrega são efetuadas entre empresas, nas quais, principalmente, o comprador (recebedor) tem possibilidade de, no ato do recebimento, acessar o portal e confirmar o recebimento.

Muitos processos jurídicos e burocráticos ainda precisarão ser ajustados, mas penso que o uso de portais como o que tive a oportunidade de conhecer já é um grande passo rumo ao que via em minhas viagens ao exterior.