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Posts publicados em novembro, 2013

Os desafios dos compradores nos dias atuais

29 de novembro de 2013

Autor: Helio Meirim em Portal

Os desafios dos compradores nos dias atuais

Muitos são os desafios encontrados para conseguirmos realizar um bom processo de aquisição.  Comprar bem não é uma tarefa fácil nos dias de hoje, e, nem sempre, comprar o mais barato significa que o processo de aquisição foi bem executado.

Ao analisarmos o processo de aquisição, identificarmos diversos desafios como identificação, seleção, negociação e avaliação de fornecedoras.

A Identificação de bons fornecedores demanda do profissional de logística estar sempre atualizado com relação às fontes fornecedoras disponíveis no mercado (nacional e internacional) em que atua.

Paralelamente a isto, faz-se necessário acompanhar indicadores macroeconômicos e cenários nacionais e internacionais relacionados à oferta e procura do insumo ou do serviço que este profissional estará adquirindo, pois estes movimentos influenciam diretamente no custo e no prazo de entrega ofertado pelo fornecedor. Esse é o momento da seleção.

O quesito negociação merece um artigo exclusivo sobre seus desafios. Mas, de forma bem sucinta, podemos dizer que além dos pontos acima (identificação das fontes fornecedoras, acompanhamento de indicadores econômicos e do movimento de oferta e procura), é preciso muita preparação do gestor de logística no sentido de analisar todos estes aspectos, para assim poder formular estratégias de aquisição (condições comerciais) e, sempre que possível, desenvolver uma lista de fornecedores alternativos.

A negociação de quantidades avaliando o impacto financeiro e operacional que estas gerarão para a organização também deve ser uma das ações do gestor logístico, pois lotes maiores podem possibilitar um custo unitário de aquisição menor, mas podem gerar um custo logístico total maior.

Não podemos nos esquecer da importância dos aspectos relacionados à negociação dos prazos de pagamento e prazos de entrega, que são essenciais para a realização de um bom processo de aquisição.

Desenvolver processos de avaliação de fornecedores, procurando estimular uma relação colaborativa entre contratante e contratado consiste em um grande e prazeroso desafio. Neste ponto, o ideal é estabelecermos, em conjunto aos fornecedores, os indicadores de desempenho, suas metas e a forma como será realizada a avaliação. Minha experiência vem me mostrando de que sistemas de avaliação de fornecedores bem estruturados, aliados à prática de convidar o fornecedor a participar da solução de um problema (ou oportunidade de melhoria), geram uma espiral positiva em termos de melhoria de nível de serviço e otimização de custos.

Vale destacar que o processo de aquisição somente deve ser considerado concluído quando o item adquirido estiver disponível para quem o solicitou, ou seja, o gestor de logística precisa ainda superar o desafio de monitoramento da entrega do fornecedor quanto a quantidade, preço, qualidade e prazo acordado, pois, se não for dada a merecida atenção neste ponto, todo o trabalho anterior poderá ser perdido.

Bem, como podemos ver muitos são os desafios dos compradores nos dias atuais. Por isso, faz-se necessário que os profissionais que atuam nesta área busquem constantemente manter-se atualizados (qualificação profissional), estejam atentos ao ambiente no qual estão inseridos (ambiente político, econômico, social) e procurem sempre desenvolver uma relação colaborativa de parceria com seus fornedores.

Especialização profissional: por onde começar?

29 de novembro de 2013

Autor: Jorge Matos em Portal

Especializacao profissional por onde comecar

Na rotina intensa em que vivemos atualmente, muitas vezes nos falta tempo para pensar nos rumos que nossa carreira está tomando. “Estou fazendo o que gosto?”, “Tenho vontade de permanecer nessa área?”, “Há especializações interessantes para que eu possa crescer profissionalmente?”. Essas são algumas das perguntas que deveríamos nos fazer constantemente para evitar que nossa vida profissional entre em colapso. E uma delas nos conduz a um ponto importante: qual é o momento certo para buscar uma especialização?

O mundo que se abre após o fim da graduação é amplo e, muitas vezes, extremamente confuso. São cursos, pós, MBAs, mestrados, doutorados e uma grande dúvida: o que devo escolher?

Para começar, é importante deixar claro um ponto: MBA e pós-graduação são coisas diferentes. A confusão feita entre esses dois tipos de especialização é razão de diversas escolhas mal feitas na carreira de muitos profissionais. É preciso entender de forma clara os objetivos e métodos de cada uma para decidir por qual caminho seguir.

MBA significa “Master Business Administration” e é indicado para profissionais que querem se especializar em gestão e administração. O MBA é, na verdade, uma pós em administração de negócios. E, por isso, quem procura um curso desse tipo deve estar interessado em se aperfeiçoar na área administrativa ou em desenvolver o lado empreendedor e de liderança. Já os cursos de pós-graduação são divididos em diversas áreas e têm o objetivo de desenvolver nos estudantes uma especialização focada nestas áreas determinadas.

Algumas questões importantes devem ser consideradas na hora de escolher a especialização mais adequada. Aspectos como a carga horária do curso, a instituição de ensino, o formato das aulas e a área de ênfase precisam ser avaliados corretamente de acordo com as metas, a rotina e os objetivos de cada profissional. Além disso, é necessário considerar se a área escolhida para a especialização está relacionada ao setor em que o profissional trabalha. Vale lembrar que não interessa para as empresas ver um currículo recheado de cursos de especialização se nenhuma das referências agrega à área a que o candidato se dedica.

Conhecimento nunca é demais, mas também precisa ser bem pensado e planejado. Ou grandes investimentos podem se transformar em tempo e esforço perdidos.

Como liderar eficazmente

29 de novembro de 2013

Autor: Ernesto Berg em Portal

Como liderar eficazmente

1. Seja objetivo.
Um dos aspectos marcantes da liderança é saber definir claramente os objetivos a serem atingidos e adotar uma atitude positiva que demonstre a crença de que eles serão realizados. Por objetividade, entende-se também a atitude direcionada do chefe, sem perda de tempo, devaneio ou insegurança, tanto no relacionamento interpessoal quanto na execução das tarefas.

2. Saiba compreender os outros.
Uma característica do líder eficaz é a capacidade de colocar-se no lugar do outro (a conhecida empatia), mesmo que ele não comungue com os mesmos pensamentos do outro. Para liderar bem, você deve saber entender o ponto de vista de terceiros e respeitá-los; deve ter sensibilidade em aceitar os outros como eles são; ter consideração por eles, mesmo que discorde dos seus pontos de vista.

3.Use a flexibilidade.
O líder versátil tem alta flexibilidade de estilo ao comandar pessoas. Para cada pessoa, adote o estilo de liderança que melhor se adapta às características dela.

4. Saiba comunicar-se.
O líder não é um pessoa introvertida. Ao contrário, é comunicativo, sabe dialogar, trocar ideias e pedir sugestões ao seu pessoal sobre as tarefas que o afetam. Outro aspecto que caracteriza a boa comunicação é não saber somente falar e expor os seus próprios pensamentos, mas também saber ouvir, pois, se você prestar atenção ao que está sendo dito, ficará surpreso ao descobrir quantas informações úteis estão sendo fornecidas – que antes poderiam passar inteiramente despercebidas

5. Use a autoridade da forma correta.
O uso da autoridade é uma prerrogativa exclusiva da chefia, pois liderança e autoridade são duas faces de uma mesma moeda. Todo líder possui autoridade – formal ou não –, mas nem toda pessoa investida de autoridade é líder. Liderar significa possuir capacidade e discernimento para comandar pessoas, e isso é mais do que muitos chefes sabem fazer.
Autoridade é credibilidade para mandar e ser obedecido. O verdadeiro chefe, que também é líder, sabe que é investido de autoridade, mas dificilmente faz uso dela, pois consegue que as tarefas sejam realizadas pela confiança que ele inspira.

 

6. Tenha maturidade de comportamento.
Muitos gestores têm comportamento imaturo, com frequentes mudanças de humor, mudanças de ideias e de objetivos. Eles colocam em polvorosa seus infelizes liderados, que nunca sabem o que os espera a cada novo dia que se inicia. Tenha uma atitude madura, confiante e positiva, dando segurança aos colaboradores, quanto às suas ideias e comportamento. Todo chefe que é líder tem um comportamento estável e previsível.
7. Mantenha todos bem informados.
Cuidado com os boatos. Eles só surgem quando há pouca ou nenhuma informação e só causam desapontamentos, mágoas, insegurança e raiva.
Deixe claras as coisas desde o início e certifique-se de que seus subordinados saibam que podem encontrar em você a verdade. E, se, porventura, houver algo sigiloso que você não possa lhes dizer, eles entenderão sua atitude.

8. Conheça bem o seu pessoal.
Você só poderá saber da capacidade de sua equipe, conhecendo as pessoas que a compõem, o que engloba conhecer suas habilidades, talentos, aspirações profissionais, deficiências, dentre outras características. Isto é básico para quem aspira ter uma equipe motivada e atuante.

9. Seja um exemplo para os outros.
Como chefe você está sempre na vitrine e – quer queira ou não – está exposto aos olhares das pessoas; por isso mesmo, é muito mais observado do que observa. Mesmo que você não seja ciente disso, geralmente seus subordinados procuram em você um padrão de comportamento, uma referência. Suas atitudes, suas decisões, sua postura, a maneira pela qual se comporta influenciam mais a eles do que qualquer instrução que você possa dar ou qualquer disciplina que queira impor.

10. Mantenha-se atualizado.
Mantenha-se a par dos eventos de seu campo de atuação. Participe de treinamentos, seminários, congressos, palestras e eventos similares que o atualizem com as novas técnicas de gerenciamento. Converse com pessoas que têm experiência nas áreas em que você não tem familiaridade.

11. Irradie energia.
Carregue-se de energia positiva. A energia é uma característica bastante conhecida de todos os realizadores em todas as áreas de atuação. Líderes atuantes sempre transmitem otimismo e confiança. Adote um comportamento do tipo “tudo é possível”. Você verá como isso energizará os demais, fazendo-os se desdobrarem, atacarem os trabalhos mais difíceis, superarem condições desfavoráveis e chegarem ao sucesso.

12. Mostre ao seu pessoal um quadro mais amplo.
Faça com que entendam como eles contribuem para um trabalho de perspectiva mais ampla. Se o trabalho for muito monótono, amplie o serviço, de modo que eles possam lidar com a tarefa do começo ao fim. Promova rodízio entre o seu pessoal e amplie, assim, o trabalho deles, ensejando maior aprendizado. Mostre-lhes constantemente como o trabalho de cada um do departamento está contribuindo para os objetivos globais da organização.

13. Treine o seu pessoal.
Ofereça regularmente treinamentos ao seu pessoal (não apenas uma vez a cada dois anos), contribuindo para a reciclagem e atualização deles. O retorno desse investimento será em forma de maior motivação e produtividade.

14. Estabeleça metas exequíveis. Estabeleça padrões de desempenho.
Metas exageradas ou inatingíveis provocam frustrações e prejudicam o moral. Estabeleça objetivos ambiciosos, mas atingíveis, e terá êxito. Aliás, tão importante quanto as metas são os padrões de desempenho que o seu pessoal terá de cumprir buscando maior qualidade e produtividade. Estabeleça, de comum acordo como cada um de seus liderados, seu desempenho quanto a: prazo (data de início e de conclusão da tarefa), quantidade a ser executada e qualidade (padrão exigido).


15. Mergulhe fundo.

Esteja em meio ao seu pessoal e trabalhe tanto quanto eles. Dificuldades e problemas que possam ocorrer você só descobrirá estando junto a eles, e não os observando à distância.
Além disso, seus subordinados têm de ter a oportunidade de se aproximar de você como pessoa. Ria com eles, relaxe com eles, esteja com eles. Evite, entretanto, o excesso de intimidade (nem revele segredinhos pessoais), e quando tiver de chamar a atenção de alguém, faça-o em particular e sem rodeios. Assertividade e objetividade são características de líderes atuantes.

16. Exija dedicação.
Empenhe-se pessoalmente e dê as melhores condições para que o seu pessoal produza com motivação e confiança, mas exija por parte deles o mesmo empenho e dedicação. Demonstre seu interesse por eles e, ao mesmo tempo, mostre que você espera real dedicação de volta.

17. Desenvolva o trabalho de equipe.
Estabeleça planos de desenvolvimento profissional para cada um de seus colaboradores e faça com que todos se auxiliem mutuamente. Sempre que possível, estimule projetos ambiciosos e faça com que os resultados sejam fruto de um trabalho em conjunto, e não apenas individual. Faça com que a equipe tenha orgulho de si mesma, e terá plantado a semente do envolvimento e da produtividade.

 

Saia e deixe as portas abertas

28 de novembro de 2013

Autor: Eduardo Ferraz em Portal

Saia e deixe as portas abertas

Tão importante quanto saber entrar, é saber sair de uma empresa. Mudanças são naturais e fazem parte da carreira da maioria dos profissionais, em todos os níveis.  Independente do tempo de trabalho ou os motivos do seu desligamento, procure sempre sair de maneira digna, respeitosa, garantindo boas referências e deixando as portas abertas.

O termo “portas abertas” significa desligar-se de uma empresa ou mesmo trabalho temporário deixando uma imagem de profissionalismo e bom senso. Existem duas situações distintas para um desligamento que não deprecia ninguém.

1)   Quando o profissional é demitido por problemas financeiros da empresa, crise no segmento ou quando a companhia se funde ou é comprada por outra. Ou seja, razões que não têm a ver com o desempenho pessoal.  Neste momento o melhor é  aceitar (é quase impossível o empregador voltar atrás), negociar benefícios extras (extensão do plano de saúde, programa de recolocação, bônus em dinheiro, etc) e ainda pedir uma carta de apresentação.

2)   Quando o funcionário pede a demissão. A melhor saída é explicar os motivos, seja devido a uma proposta financeira irrecusável, um posto de liderança, o projeto dos sonhos ou razões familiares. Quando a argumentação é lógica, normalmente as pessoas entendem e até apoiam.

Em qualquer das hipóteses o profissional ganhará muitos pontos se, além da postura equilibrada, colocar-se à disposição para ajudar no processo de transição da pessoa que irá substituí-lo.

Por outro lado, entre as atitudes que podem ser extremamente prejudiciais estão principalmente manifestações de desequilíbrio emocional, como choro e ameaças. Além disso, cortar o vínculo social com as pessoas e falar mal da empresa depois que sair, inclusive pelas redes sociais, não pega nada bem.

Entre as vantagens que o profissional pode obter mantendo bons contatos com ex-empregadores e ex-colegas de trabalho está o próprio networking, indicação para novas vagas, troca de informações estratégicas e o bom relacionamento pessoal. Após sua saída, o profissional pode ainda se tornar uma fonte de referência e até chegar a ter sua ex-empresa como cliente, caso a opção seja a carreira solo ou trabalhar como consultor.

Por isso tudo, bola para frente! Todos estamos sujeitos a mudanças. A maneira como lidarmos com elas definirá uma parte importante de nosso crescimento profissional.

Sua mulher gasta demais? Eu tenho a solução!

27 de novembro de 2013

Autor: Samuel Marques em Portal

Sua mulher gasta demais Eu tenho a solucao

Tenho realizado seminários de finanças pessoais para mulheres. Criei este produto como uma consequência natural da minha extensa convivência com 7 mulheres especiais: minha mãe, minha sogra, três irmãs, uma sócia e a Ana Lúcia com quem tive a sorte de me casar 18 anos atrás.

Durante a palestra inicial eu desmonto a teoria de que mulher gasta demais.  Este clichê sem graça sempre surge nas conversas de botequim entre os homens e infelizmente habita o consciente e o inconsciente das próprias mulheres sem que haja uma razão para isto.

Confesso que a princípio eu também tinha uma certa inclinação para considerar as mulheres como seres gastantes desde o ventre. Mas certa vez alguém me perguntou: quem gasta mais, o homem ou a mulher? E eu resolvi descobrir uma resposta com base nos números.

Fiz então uma séria pesquisa tendo como base do experimento a minha própria planilha de finanças pessoais, alimentada há anos com riqueza de detalhes. Caso você queira utilizar a mesma planilha que eu é só baixar – gratuitamente – no meu site.

Fui separando nossas últimas aquisições e descobri – pasmem! – que praticamente todas elas eram feitas pelas minha querida esposa.

“Está comprovado” – pensei eu ao estilo do eureka grego.

Mas observando com um pouco mais de atenção fiz uma nova descoberta: em nossa casa, a Ana Lúcia ficava encarregada de todas as compras. As roupas de todos nós – eu e três meninos, imagine – eram feitas por quem? Você já viu algum homem comprando roupa? Se fosse possível criaríamos um drive thru do vestuário. Fico até imaginando descer o vidro do carro e pedir: “Me vê o combo 1 por favor, aquele que vem com uma calça jeans, a camisa polo e um tênis. Hoje é só, obrigado”.

Já pensou que delícia? Homem é assim.

E quem tem quatro homens em casa acaba fazendo todas – ouça bem o que estou dizendo: TODAS – as compras da casa.

Percebi que ela comprava comida, roupa, eletrodomésticos, material escolar, utilidades do lar, decoração, remédios, presentes que oferecíamos, presentes que ganhávamos uns dos outros e tudo o mais que você puder imaginar.

A partir desta conclusão eu passei a dizer aos homens: “faça um giro de 360º em sua casa: tudo o que você veste, come e usa provavelmente foi comprado pela pessoa que você diz que gasta demais.”

Entendeu? Ou preciso desenhar um gráfico?

Não se trata de quem gasta mais, mas sim de quem faz as compras que são necessárias para manter uma família de pé, decentemente vestida e alimentada.

Observei melhor as outras 9 mulheres do meu convívio mais próximo e vi a situação se repetindo. Elas compram o necessário, podem até exagerar de vez em quando, mas os bonitões do sexo masculino ficam de longe sem oferecer alternativas melhores e fazendo a piadinha de salão: minha mulher gasta demais.

Não me pareceu justo.

Passei a destacar o tema e recentemente lançamos o seminário de finanças pessoais para mulheres. Além de explicar que elas não gastam demais, indico caminhos para sair do endividamento, fazer poupança e como bônus, continuar comprando por diversão.

O número de solicitações tem comprovado que estamos no caminho certo.

Ah! Você queria saber a solução para a pergunta do título. Então prepare-se.

A sua mulher gasta demais? Eu tenho a solução: comece a fazer as compras.

Abra suas portas para as famílias

26 de novembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

Abra suas portas para as familias

Os investimentos nos chamados programas Open House parecem cada vez maiores nas empresas de grande porte. Algumas delas têm separado profissionais de recursos humanos e comunicação para dedicarem-se especialmente a ações como essas. Realizam eventos de grande porte e fazem a manutenção do relacionamento com os familiares visitantes durante todo o ano, mantendo vivo o clima da ocasião. Por que tanto investimento nesta ação, afinal?

O site “Fantástica Fábrica Renault” foi desenvolvido exclusivamente para os familiares de colaboradores que visitam a organização. Neste espaço, eles agendam suas visitas, têm acesso a fotos e vídeos da ocasião e, por meio do Mural da Família, expõe os seus depoimentos sobre a experiência e tiram dúvidas sobre futuras visitações.

A empresa investe neste programa desde 2008. A ação já aproximou mais de 3,5 mil familiares de colaboradores da organização. Reforçando a mensagem de que cada colaborador é responsável por produzir carros fantásticos em uma fábrica dos sonhos, a empresa conquista as famílias, que acabam por reforçar a imagem positiva da organização junto ao profissional e à comunidade em geral.

A Landis+Gyr é outra empresa que, semestralmente, promove visitas dos familiares de seus colaboradores. Os visitantes conhecem a linha de montagem da fábrica e se aproximam do ambiente de trabalho do profissional. No horário do almoço, são premiados com uma grande refeição que une as famílias.

Para defender a ação, o Gerente de Recursos Humanos da Landis+Gyr ressalta: “quando os familiares conhecem o trabalho do colaborador e entendem o que ele faz, há mudanças no relacionamento. Eles passam a compreendê-lo melhor e apoiá-lo quando necessário”, afirma Luiz Barchechen em palestra sobre retenção de talentos promovida pela Ancham Brasil, em Curitiba, em novembro deste ano.

De acordo com a especialista em processos de Gestão de Pessoas e Retenção de Talentos, a consultora Marineusa dos Santos, as empresas têm percebido o quanto os relacionamentos familiares influenciam na produtividade do profissional e na imagem empresarial.

“Uma vez que este parente entende o que se passa no trabalho do familiar, fica mais leve e compreensível o convívio profissional e pessoal deste funcionário. Algumas empresas, inclusive, planejam essas visitas com o próprio colaborador explicando o seu dia a dia no trabalho, o que reforça o sentimento de orgulho da pessoa”, sublinha Marineusa, que também é diretora da MS Recursos Humanos.

Equilíbrio é fundamental

26 de novembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal

Equilibrio e fundamental

Especialista explica que é possível manter os colaboradores motivados mesmo com a pressão do dia-a-dia.

Não é novidade que os profissionais devem buscar a superação das metas, o desenvolvimento e aperfeiçoamento na carreira. Contudo, outro problema vem angustiando os líderes de diversas empresas: como manter os colaboradores que mais se destacam intelectualmente e no cumprimento das tarefas motivados e satisfeitos?

Segundo a Diretora de Desenvolvimento de Negócios da consultoria global em mobilidade de talentos LHH|DBM e professora de Liderança – BBS, Irene Azevedo, o grande desafio é fazer com que os colaboradores convivam com a pressão do dia-a-dia sem que desanimem ou percam o interesse pelo trabalho que está sendo desenvolvido. “O modelo antigo de gestão onde se valorizava a pressão, os números, prazos e estruturas hierárquicas não se encaixa mais no atual mundo de negócios que cada vez mais é flexível e colaborativo”, diz.

Outro ponto importante é o líder ter a capacidade de integrar a equipe e fazer com que cada membro se sinta parte do grupo. “Com essa atitude ele consegue fazer com que as pessoas se sintam importantes e identificadas com as políticas da empresa”, diz Irene, acrescentando que o processo de reconhecimento e recompensa e de oportunidade de exercer seu talento faz com que os colaboradores se sintam constantemente motivados.

Contudo, muitas empresas ainda rejeitam essa nova forma de gerir pessoas, principalmente pelo movimento de mudança. “É necessário “quebrar” esses paradigmas e criar um ambiente propício para a retenção de talentos bem como aproveitar os pontos fortes de cada um dos funcionários em vez de ficar analisando apenas os fracos. Elogiar, por exemplo, é algo simples e que pode gerar resultados rápidos e quando do feedback negativo, mostrar um caminho e não somente apontar o erro”, conclui a diretora.

Os novos conceitos da inovação e ambientes corporativos

26 de novembro de 2013

Autor: Deise Bautzer em Portal

Os novos conceitos da inovacao e ambientes corporativos

O desenvolvimento corporativo tem se tornado um desafio constante. O que nós precisamos saber é diferenciar custos, investimentos e, sobretudo, potenciais para que os recursos sejam alocados de forma coerente. Para que a sua empresa tenha sucesso e consiga fazer uma retenção sustentável de talentos é preciso otimizar e customizar – em outras palavras: desenvolver indicadores e produtos. Nesse sentido, e dando ênfase nos conceitos de criatividade e ambiente corporativo, a inovação surge como alicerce de mudança.

Inovação é um dos elementos que sustentam a competitividade de uma empresa em conjunto aos custos, qualidade e velocidade no atendimento à demanda – contudo, de todos estes, a inovação é o único que garante a vantagem competitiva de forma sustentada.

A questão da inovação tem despertado a atenção de estudiosos há muito tempo. Adam Smith (o pai da economia moderna e considerado o mais importante teórico do liberalismo econômico no século XVIII) já apontava a relação entre acumulação de capital e a tecnologia de manufatura, estudando conceitos ligados à mudança organizacional.

A inovação, assim como a própria capacidade de mudança, acompanha a natureza empresarial desde os primeiros ensaios administrativos ainda na Idade Média. Com o passar dos anos, foi se percebendo que esse conceito não é apenas um poder “inventivo” característico das pessoas, mas sim um complexo mecanismo capaz de traduzir processos em vantagens competitivas duradouras para as organizações.

A chamada Teoria da Inovação teve seu início com o economista austríaco e professor da Universidade de Harvard Joseph Schumpeter. Ele observou que as longas ondas dos ciclos do desenvolvimento no capitalismo resultam da conjugação ou da combinação de inovações, que criam um setor líder na economia, ou um novo paradigma, que passa a impulsionar o crescimento rápido dessa economia.

O fato é que podemos aplicar e entender a inovação de várias formas. Hoje esse conceito está relacionado à capacidade de empreender, de fazer diferente e proporcionar ao mercado novas experiências de processos e de tendências. Tendo como aliadas todas as ferramentas originárias da convergência digital, a inovação e a tecnologia passam a andar de mãos dadas na vida corporativa.

E quanto à sua empresa? Ela está pronta a esse tipo de gestão aplicada? Trabalha com os componentes necessários para que as inovações ocorram e tragam benefícios para a empresa de forma a proporcionar vantagens competitivas sustentáveis? A gestão de inovação demanda definição estratégica (no quê e para quê inovar), processos (como inovar), e interferências na cultura organizacional para que ela favoreça a inovação.

Para isso, é fundamental que se trabalhe diretamente em ferramentas de aprendizagem como a andragogia. O processo de aprendizagem passa por uma profunda modificação de suas estruturas, repensando o papel do professor, do aluno e de toda a comunidade acadêmica envolvida.

Crianças, jovens e adultos apresentam demandas específicas de ambiente e conteúdo. É preciso mudar, num mundo em que o compartilhamento é a palavra de ordem e os ambientes passaram a ser grandes espaços de trocas e de experiências. Neste cenário, ambientes corporativos devem estar preparados para atrair, fomentar e produzir uma rede de criação que traduza ideias em projetos. E aí a sua empresa estará preparada!

Facespam, chatwitter e a relevância na internet

26 de novembro de 2013

Autor: Tom Coelho em Portal

Facespam chatwitter e a relevancia na internet

Estou inscrito em diversos grupos no Facebook e no Linkedin. Note que disse “estou inscrito” e não “participo”, porque no segundo caso seria necessário envolvimento e interação, o que sinceramente não tenho oferecido – você compreenderá o porquê no decorrer deste texto.

Recentemente recebi uma mensagem do fundador de um destes grupos. Ele informava que havíamos chegado a 1500 participantes, mas reconhecia que isso era apenas um insólito número, porque uma ação recente para divulgação de obra literária de um dos membros – sim, o grupo é formado por escritores, autores e editores – teve a adesão de apenas três pessoas. Para quem gosta de matemática, 0,2%. Como parâmetro, há 20 anos uma singela mala direta despachada pelo correio era considerada bem sucedida quando alcançava retorno da ordem de 3%.

Vamos aos fatos. Inicialmente, o e-mail está na UTI. Ferramenta de comunicação sem precedentes, que aposentou o fax, permitindo com maior objetividade compartilhar texto, som e imagem, está sucumbindo por seu mau uso, em especial pelo envio indiscriminado de mensagens não autorizadas. Hoje, um e-mail tem que passar por vários filtros para chegar ao destino. Primeiro, os sistemas antispam. Depois, o lixo eletrônico. Finalmente, se vencer estas duas etapas, caindo na caixa de entrada do destinatário, restará saber se a mensagem será aberta – e lida.

Neste interlúdio surgiram as redes sociais para contemplar a latente demanda por visibilidade destes tempos modernos. É como se cada pessoa assumisse o protagonismo de seu reality show particular tornando público a cada instante o que faz, por onde anda e o que pensa. Neste contexto, falta discernimento na hora de postar uma mensagem qualquer e o resultado é que também estes canais estão sendo prostituídos.

É assim que o Facebook está se tornando o novo celeiro de spams – um autêntico Facespam. O volume de notificações cresce exponencialmente. Experimente reunir todas as mensagens recebidas no decorrer de um dia e depois selecione aquelas que lhe pareçam interessantes ou mostrem-se dignas de leitura.

Com o Twitter não é diferente. Mecanismo fantástico para comunicação objetiva e instantânea – exemplo de sua efetividade foi a interação entre parentes distantes após o terremoto que afligiu o Japão em março de 2011 – tem sido utilizado para difusão de mensagens descartáveis ou absolutamente insignificantes. Um exemplo recorrente, adotado por muitos, é o envio de citações de personalidades – frases motivacionais que cabem como uma luva no restrito espaço de 140 caracteres. É por isso que o denomino chatwitter: porque seguir alguém que usa deste tipo de expediente é uma tremenda chatice!

O nome do jogo, no que tange à comunicação atual, é RELEVÂNCIA. Assim, procure abordar temas que possam impactar positivamente as pessoas de seu círculo de relacionamentos que desfrutem de interesses comuns. Tenha em mente que menos é mais.

Além disso, procure gerenciar o tempo destinado ao acesso às mídias sociais. Determine quantos minutos você irá dedicar a esta atividade, acessando as redes apenas duas vezes por dia, no início do expediente ou no intervalo de seu almoço e ao término da jornada de trabalho. No decorrer do dia, feche as janelas, evitando a tentação de dar uma “espiadinha” no que estão escrevendo.

Receber atualizações pelo celular é outro expediente que deve ser analisado com critério, justamente porque a maioria das mensagens não tem qualquer importância, funcionando como autênticos desperdiçadores de tempo. Estamos nos tornando escravos cibernéticos, dependentes de smartphones e voltados a relacionamentos superficiais formados por centenas a milhares de “amigos” virtuais. Entretanto, paradoxalmente estamos cada vez mais isolados e menos sociáveis…

Tenha a tecnologia como sua aliada. As redes sociais devem estar a seu serviço – e não você a serviço delas.

Para tornar um treinamento eficaz

22 de novembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

Para tornar um treinamento eficaz

O investimento das empresas brasileiras em treinamentos internos tem aumentado a cada ano. De acordo com a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, a previsão é de que, até o final de 2013, esse crescimento chegue a 15,3%.

Apenas disponibilizar uma série de treinamentos, porém, não é o suficiente para garantir os resultados esperados pela empresa. Abaixo, especialistas sugerem medidas que vão ajudar o RH a potencializar os efeitos dessas ações.

Definir estrategicamente o tema, os conteúdos e a periodicidade dos treinamentos a serem aplicados pela empresa é o primeiro passo a caminho da eficiência.  Segundo a especialista Lais Lamana, a aplicação de treinamentos deve ser consequência de um plano de educação corporativa mais amplo, que esteja atrelado aos objetivos estratégicos da organização.

“A área de treinamento deve atuar com programas corporativos mais robustos para ter foco nas reais necessidades da empresa”, ressalta Lais, que apresenta mais de sete anos de experiência em processos de Educação Corporativa, Gestão do Conhecimento e Desenvolvimento Humano.

Não basta, entretanto, apenas se importar com a definição de tema e conteúdo, também é fundamental atentar para o formato. Isso enfatiza Ana Paula Cunha, Mestre em Psicologia Social e especialista em Desenvolvimento Humano: “um dos erros das empresas é não se importar com a adequação da linguagem utilizada, ela deve estar de acordo com o público alvo”.

A aplicação de treinamentos também não é garantia que os colaboradores vão assimilar todos os conteúdos. Ana Paula enfatiza que os profissionais precisam ser conscientizados sobre o valor agregado da capacitação para se motivarem ao conhecimento, e sugere o investimento em interatividade e metodologias alternativas para despertar a atenção dos profissionais.

“O modelo tradicional de treinamento, onde o professor/instrutor assume a palavra e se coloca como ‘dono do saber’, não é eficaz. O conhecimento precisa ser construído junto com o aluno. Nesse ponto, a criatividade e a inovação fazem a diferença em um treinamento”, ressalta Ana Paula.

Após os treinamentos, Ana Paula também aconselha que o RH sempre avalie os resultados obtidos. “Levantar informações sobre a reação dos colaboradores após o treinamento e também o atingimento dos objetivos propostos é muito importante”, coloca.