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Posts publicados em setembro, 2013

A Era do Cliente

30 de setembro de 2013

Autor: Ernesto Berg em Portal

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Estamos na época da teletromática. Teletromática é uma junção de três palavras: telecomunicação, eletrônica e informática. A teletromática agiliza tudo, compartilha tudo, globaliza tudo e informa rapidamente através de infinitos vasos intercomunicantes, em tempo real, numa escala sem precedentes na história da humanidade provocando mudanças e rupturas na ordem existente. Hoje em dia não é a empresa grande que engole a pequena, mas é a ágil que engole a lerda.

Com auxílio da internet  e das mídias sociais como Facebook, Twitter, Blogs, as informações e os relacionamentos humanos receberam enorme impulso e não param de crescer. Como se isso não bastasse, tudo – ou quase tudo de que precisamos -, encontramos com alguns cliques no Google, eBay, MercadoLivre, Yahoo e outros mecanismos de busca onde podemos comparar serviços, produtos, preços, condições e decidir pela melhor oferta. É a era do cliente.

Um dos pontos fundamentais da era do cliente é que, agora, ter foco no cliente não é mais suficiente. Essencial, hoje, é ter foco do cliente. Ter foco no cliente significa que você olha para o cliente imaginando o que seria bom para ele, do que ele gostaria, quais seriam suas preferências e necessidades, seus problemas e interesses. É uma visão de fora pra dentro. Foco do cliente significa que você colocou os sapatos dele e descobre onde aperta o calo, isto é, você se põe no seu lugar e passa a sentir suas necessidades, interesses e motivações. Você está sintonizado com a realidade dele. Sua visão é de dentro pra fora. É assim que as empresas bem-sucedidas estão conseguindo fidelizar seus clientes e consumidores.

Outra questão importante é o binômio consumidor-mercado que adquiriu nova fisionomia. Já não é mais o jargão tradicional “O custo faz o preço”. Agora é: “O preço faz o custo”. Na economia tradicional o preço, isto é, a margem de lucro é estabelecida com base no custo do produto ou serviço.

Na nova economia, em função da concorrência acirrada, o preço está condicionado ao valor que o mercado consumidor está disposto a pagar pelo seu produto ou serviço. É o que ocorre, por exemplo, com as empresas de telecomunicações, de cartões de crédito ou de informática, que, além de reduzirem constantemente seus preços, ainda oferecem vantagens e brindes para manterem os clientes ou conquistarem novos. A menos que sua empresa tenha um diferencial competitivo extraordinário, se quiser sobreviver, ela terá que adequar e reduzir seus custos ao valor aceito e praticado pelo mercado, caso contrário, é candidata séria a quebrar.

O terceiro ponto, e também o mais crítico, é o atendimento deficiente praticado pela maioria das empresas. A triste realidade é que, em vez de melhorar, temos a impressão que o atendimento piora a cada dia que passa, não importa a área ou segmento em que a empresa atua. Tratam o cliente como se ele fosse um incômodo ou um mal necessário – apenas tolerando-o -, e parecem ignorar que o cliente é a própria razão da existência da empresa. Ela só existe porque tem clientes. Sem clientes não há lucro, não tem emprego, não tem serviço ou produto, nem empresa.

É bom lembrar que é o cliente que paga a prestação ou aluguel de sua casa, é ele que paga o alimento que você consome, a roupa que você veste, o colégio de seus filhos, o carro que você dirige, os medicamentos que você compra, os impostos e tributos da organização etc. etc. Não é a empresa que paga você; é o cliente que paga e sustenta a companhia. O que toda empresa faz é simplesmente repassar aos funcionários, aos proprietários, aos acionistas – ou quem mais for -, parte do dinheiro que ela recebeu por comercializar determinados produtos ou serviços. O cliente sempre é, e será, o fator-chave do crescimento ou falência das organizações.

Quem garante todos os empregos não são os empresários, os sindicatos ou os governantes. São os consumidores.

Extraído do livro “Manual do Atendimento ao Cliente”, de Ernesto Artur Berg, Juruá Editora..

 

Para recrutar a secretária ideal

27 de setembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Administração, Portal

Pra recrutar a secretaria ideal

Entenda os diferentes perfis desta profissional e escolha a pessoa certa para a sua empresa

Em 30 de setembro comemora-se o Dia da Secretária. Data oportuna para refletir sobre os diferentes tipos de secretárias e a importância desta profissional. Cada vaga de secretariado tem as suas necessidades. Há a que exige formação ampla e domínio de idiomas. Outras precisam é de agilidade e muito jogo de cintura e equilíbrio emocional. Diante de tanta diferenciação, saber recrutar a secretária ideal para a oportunidade em aberto na sua empresa faz toda a diferença.

Quem esclarece é a psicóloga organizacional Mirian Nasser, do blog Tudo Sobre Secretariado. Mirian já atuou como Secretária Bilíngue por quase 20 anos em multinacionais e empresas de grande porte. Para ela, o RH deve ficar atento à personalidade da candidata. “Uma pessoa tímida, por mais habilitada que seja, não vai conseguir trabalhar em áreas comerciais ou de marketing, por exemplo. O ideal é que atue em setores como o de informática ou financeiro”, explica.

Além dos fatores comportamentais, porém, a avaliação dos conhecimentos técnicos da candidata também faz toda a diferença no processo de recrutamento. Entender os três níveis de secretariado pode auxiliar o RH nesta questão, segundo Mirian. Caso contrário, os profissionais atendidos pela secretária ficarão sujeitos a realizar trabalho extra.

“Quando eu trabalhava em empresas de grande porte, existiam muitas secretárias ao meu lado que precisavam ser bilíngües e não eram. Com isso, eu ficava responsável por executar um trabalho que seria delas. Diante disso, é imprescindível que o RH alinhe o perfil do profissional à demanda do departamento”, orienta a idealizadora do blog Tudo Sobre Secretariado.

Sobre os tipos de secretariado, Mirian explica que a Secretária Júnior geralmente é estudante ou recém-formada e atua apenas em nível gerencial. A Sênior já possui de dois a três anos de experiência, em geral é bilíngüe e pode atuar junto à diretoria. A Executiva trabalha junto à diretoria e até presidência, fala mais de dois idiomas e tem mais de cinco anos de experiência.

Escolha a pessoa certa para te ajudar a realizar as metas

26 de setembro de 2013

Autor: Leandro Cristo em Portal

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Nós temos muitos sonhos, metas e planos. Muitas vezes, no entanto, conversamos com as pessoas erradas para alcançá-los. Não costumamos nos aproximar das pessoas certas para nos ajudarem, com dicas, sugestões, apoio de forma positiva, sabe por quê?

Não temos o hábito de selecionar e avaliar modelos de pessoas que possam fazer diferença em nossas vidas. Não temos o costume de priorizar tempo pra isso. E acabamos conversando com as pessoas erradas, para então, com o tempo, perdermos a motivação e não conversarmos com mais ninguém sobre o assunto – e o plano acaba.

Suponha que você quer abrir uma empresa, e pode se deparar com quatro modelos de pessoas diferentes, que podem te levar para o sucesso ou fracasso:

1º Modelo:

O indivíduo nunca abriu uma empresa, nunca gerenciou um negócio, não deseja o mesmo que você e nunca atingiu algum objetivo planejado. Mesmo ele não possuindo experiência, ele lhe diz que seu negócio ou ideia não vai dar certo, ainda diz um monte de coisas negativas, empurrando-o pra baixo o tempo todo. Só que, nesse momento, você deixa seu emocional ocupar o lugar do racional e não para pra analisar que aquele cara não é a pessoa apropriada para auxiliá-lo, e você nem percebe que ele o induz para o insucesso que é dele.

2º Modelo:

É uma pessoa que quer abrir um negócio, mas não sabe como, e não tem em sua convivência pessoas que tenham resultados nesse sentido.

3º Modelo

É uma pessoa que você conhece e admira por seu alto resultado. É um modelo de inspiração que você projeta por conteúdo ou desejo, no entanto, você não consegue entender como ele chegou lá, não consegue identificar a técnica usada.

4º Modelo

É um cara FELIZ, SORRIDENTE que usou uma técnica pra chegar lá. Ele já abriu um negócio, tem alto resultado, e deixa bem claro para todos como conseguiu. Então ele é uma autoridade, realmente pode dar opinião para você.

Então fica a dica: Se aproxime de pessoas do modelo 4. Você quer falar inglês? Escolha uma pessoa que fala inglês pra lhe dar sugestão, quer abrir uma empresa? Escolha uma pessoa que tem uma empresa com bom resultado, quer ter uma renda extra? Procure pessoas que trabalham fazendo renda extra. Sucesso em sua jornada!

Mais zelo nas demissões por justa causa

25 de setembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

Mais zelo nas demissoes por justa causa

Medidas de precaução e provas legais evitam que a rescisão gere ações trabalhistas

Seja por não cumprir uma obrigação contratual da empresa ou por apresentar uma conduta pessoal inconveniente. São diversos os atos faltosos de um empregado que justificam uma demissão por parte do empregador. O que não se pode esquecer, porém, é que também são numerosos os casos onde o trabalhador consegue reverter a justa causa a seu favor. Medidas de precaução e provas legais evitam problemas como esses.

Observar com cautela o que prevê o artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho é o primeiro passo a ser dado antes de operar uma rescisão por justa causa. A CLT especifica as condutas que autorizam o rompimento do contrato de trabalho por culpa do empregado.

A advogada trabalhista do escritório Augusto Prolik, Ana Paula de Araújo Cia, cita algumas dessas condutas previstas em lei: “ato de improbidade, mau procedimento, negociação por conta própria sem permissão, condenação criminal do empregado, embriaguês habitual ou em serviço, violação de segredo da empresa, ato de indisciplina ou insubordinação, ato lesivo da honra ou da boa fama e ofensa física contra qualquer pessoa – salvo em legítima defesa e não observância às instruções de saúde e segurança do trabalho”.

Estar incluso em alguma das situações acima, entretanto, não é o suficiente para garantir que o empregador não entre com uma ação trabalhista contra a empresa. O advogado e contador Ailton Motta, fundador da Impaccto Consultoria Empresarial, concede orientações a esse respeito. “Muitas vezes o empregador faz a dispensa sem antes acumular provas que comprovem a justa causa. Uma das medidas capazes de o proteger são as advertências seguidas de suspensões e, só após reiteração da falta cometida, a finalização do contrato”, explica Motta.

Mesmo os casos de abandono de emprego devem ser tratados com zelo, de acordo com o consultor da Impaccto. “Em situações como essas, a empresa deve notificar o empregado via telegrama solicitando o seu comparecimento à empresa para justificar suas faltas. Caso não tenha resposta, aí sim deve notificar o funcionário sobre o seu desligamento”, aconselha o advogado.

Controle Financeiro Melhora a Produtividade

25 de setembro de 2013

Autor: Samuel Marques em Portal

Controle Financeiro Melhora a Produtividade

Encontrei o Renato no refeitório da empresa onde ele trabalha e durante o almoço ouvi sua ótima história.

Quando nos falamos pela primeira vez, ele estava pensando em pedir demissão da empresa para ter acesso ao dinheiro da rescisão. Não aguentava mais a pressão de empresas de cobranças, bancos e até colegas de trabalho. As brigas em casa eram constantes e ele não sabia mais o que fazer.

Eu recomendei que ele tivesse calma, principalmente em relação ao emprego e formulamos uma estratégia para enfrentar o problema. Eram dívidas altas, representando mais de 10 vezes a sua renda mensal.

Ele seguiu o plano em detalhes e foi me contando como isto ajudou a família. E, antes de chegarmos na sobremesa, ele anunciou também que atingiu antecipadamente as metas de trabalho neste ano.

Em lugar de pedir demissão, ele agora está fazendo faculdade com a intenção de ser promovido. Fiquei muito feliz com o que ouvi e lhe dei os parabéns pelas conquistas que alcançou: controle financeiro, redução das dívidas e melhoria na produtividade.

Este trio caminha junto há muito tempo. A companhia de seguros “Met Life” fez uma pesquisa em corporações de 9 países, e as conclusões apontaram o seguinte:

1. o descontrole financeiro está diretamente ligado às ausências no trabalho em 58% das empresas;

2. o excesso de dívidas abala negativamente a produtividade em 78% destas empresas.

A pesquisa não envolveu o Brasil, mas eu comprovo os seus resultados todos os dias nas empresas onde implantamos os programas de educação financeira.

A organização financeira dos colaboradores de uma empresa tem reflexos diretos sobre a rotatividade, absenteísmo e a produtividade. Já fizemos um trabalho de educação financeira totalmente focado na redução do “turn over”. Em outra empresa, vimos a relação direta da organização das finanças com a redução das faltas ao trabalho.

E nesta história do Renato, a produtividade foi o grande destaque. As metas definidas com o chefe estavam emperradas. Mas depois que ele percebeu que havia solução para o problema financeiro, a mente destravou e ele foi capaz de cumprir as tarefas e até antecipar trabalhos que só seriam exigidos no final do ano.

Como a empresa atua no agronegócio, nos despedimos com um cafezinho, fazendo a seguinte reflexão: a empresa plantou educação financeira e colheu produtividade. Já o Renato ficou com um subproduto precioso chamado qualidade de vida.

A sua empresa já começou o plantio?

 

Grande Abraço

Sinais de desmotivação

25 de setembro de 2013

Autor: Tom Coelho em Portal

Sinais de desmotivacao

“As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram circunstâncias que precisam e, quando não as encontram, as criam.”

O entardecer do domingo oferece uma sensação de angústia diante do início de mais uma semana de trabalho que se avizinha. Você logo imagina o desconforto de levantar-se cedo e encarar um pesado trânsito – ou transporte público lotado – até sua empresa, onde reencontrará colegas com os quais mantém um relacionamento superficial, caixa de entrada cheia e reuniões intermináveis que parecem não levar a ações concretas.

Um almoço insípido, alguns telefonemas e uma eventual discussão podem completar uma rotina que se estenderá até a sexta-feira ou o sábado, quando finalmente a alegria se manifestará com uma pausa em suas atividades profissionais.

Se você se identifica com o cenário acima é porque sinais de desmotivação bateram à sua porta. Você se sente desanimado com tudo, sem notar que animus representa o princípio espiritual da vida, do latim anima, ou o sopro de vida. Assim, estar desanimado é estar sem alma, sem espírito, sem vida…

Basicamente, esta situação pode decorrer de um aspecto interno, a falta de entusiasmo, ou externo, a falta de reconhecimento.

A perda de entusiasmo é um processo endógeno, ou seja, inerente a você. Ela parte de dentro para fora e pode ser consequência de diversos fatores. Primeiro, de um trabalho desalinhado com seus propósitos, em especial missão e visão. Se a sua atividade não guarda sinergia com os objetivos que você determina para seu futuro, é natural que gradualmente o interesse se desvaneça, porque você não enxerga sentido no que faz.

Além disso, há que considerar a influência do ambiente de trabalho – coisas e pessoas. Uma infraestrutura inadequada, formada por equipamentos ultrapassados, que comprometem um bom desempenho profissional, associada a um clima de trabalho tenso em virtude de desarmonia com os colegas, certamente prejudicam seu estado emocional.

Outra variante possível é o que denomino de “síndrome da cabeça no teto”. Isso acontece quando mesmo dispondo de boa infraestrutura, clima organizacional favorável e atividade sintonizada com seus objetivos pessoais, a empresa mostra-se pequena para seu potencial. Neste contexto, você se sente maior do que a estrutura que lhe é oferecida e percebe que seu crescimento está ou ficará limitado.

Todas estas circunstâncias conduzem a um crescente desestímulo. A apatia floresce, o desalento toma conta de seu ser e o entusiasmo se despede. E quando remetemos à raiz grega da palavra entusiasmo, que significa literalmente “ter Deus dentro de si”, compreendemos a importância de cultivá-lo para alcançar o sucesso pessoal e profissional.

Já a falta de reconhecimento é uma vertente exógena, ou seja, dada de fora para dentro. Em maior ou menor grau, todas as pessoas precisam de doses de reconhecimento. Aqueles dotados de uma autoestima mais elevada conseguem saciar esta necessidade individualmente. Porém, em especial no mundo corporativo, espera-se que nossos pares, e mais ainda, os superiores hierárquicos, demonstrem reconhecimento por nossos feitos, seja como identificação ou por gratidão.

Este reconhecimento pode vir travestido por um sorriso ou um abraço fraterno, congratulações públicas ou privadas, recompensa financeira ou promoção de cargo. Mas é fundamental que se demonstre, pois funciona como combustível a nos mover em direção a novas realizações, maior empenho e satisfação.

Em regra, note que aplacar os sinais de desmotivação depende exclusivamente de você. Em princípio, esteja atento para identificar estes sinais. Em seguida, procure agir para combatê-los. Isso pode significar mudar ou melhorar o ambiente de trabalho, buscar relações mais amistosas com seus colegas, alterar sempre que possível sua rotina, perseguir novos desafios, estreitar o diálogo com seus supervisores. E, num extremo, até mesmo mudar de organização se preciso for, planejando sua saída com consciência e racionalidade.

E se eu fosse uma empresa?

24 de setembro de 2013

Autor: Jorge Matos em Portal

E seu eu fosse uma empresa

Atualmente, um profissional pode atuar em dois lados do campo em uma mesma partida: ora estamos no time dos clientes, ora no dos fornecedores. Como profissionais, prestamos serviço à empresa que nos contrata e, por isso, somos fornecedores. Outras horas, negociando com empresas, somos clientes. Dois lados, duas funções e uma pergunta: como eu me comportaria se eu fosse uma empresa?

As instituições que nos empregam estão sempre cobrando novas posturas, de modo que, atualmente, não basta ser “somente” profissional. É necessário ser empresário do nosso próprio serviço e, nessa lógica, vale uma tentativa de nos imaginarmos como uma própria empresa. Para ilustrar, valem algumas comparações entre nós, profissionais, e as empresas.

Assim como as empresas, os profissionais têm um faturamento, mais conhecido como salário. Para controlar e administrar seu faturamento, as instituições planejam um orçamento. E nós? Como é nosso controle de gastos, despesas e investimentos?

As empresas se deparam, em alguns momentos, com dificuldades para vender seus produtos e serviços no mercado. Da mesma forma, nós também encontramos barreiras para colocar nosso produto principal, o Talento, na praça. E, muitas vezes, não sabemos valorizá-lo como deveríamos.

Além disso, as instituições estruturam um plano de marketing. Como profissionais, de que forma estamos fazendo nosso marketing pessoal? Muito além de currículo e imagem, como está nosso relacionamento com os diversos públicos com os quais nossa empresa pessoal precisa atuar?

Estabelecendo essa relação entre “os dois lados do campo”, podemos concluir que somos muito semelhantes a uma empresa. E, daí, surge um alerta: será que não deveríamos mudar a forma como temos gerenciado a nossa empresa, a nossa EU S.A., da qual somos acionistas, presidentes e principais empregados?

Assim como as empresas, o profissional também é uma instituição e, por isso, deve gerar lucro, ter bons produtos e serviços a oferecer e estar em constante aprendizado e desenvolvimento, para, dessa forma, estar sempre adequado ao mercado.

Praticar esse “modelo empresarial” significa mudar uma série de paradigmas pessoais. E aí dois aspectos assumem grande importância: passamos a ser donos e responsáveis pela nossa motivação e pela nossa competência. Vontade própria, perseverança e dedicação precisam nos acompanhar sempre. E uma avaliação periódica de nossa atuação em campo também é essencial. Como técnicos de nós mesmos, precisamos identificar os momentos certos de fazer uma substituição ou de montar um novo esquema de jogo. Se o placar ainda não está a seu favor, há tempo de reverter o jogo. Boa sorte!

Relações saudáveis

24 de setembro de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Qualidade de Vida

Relacoes saudaveis

Quer uma equipe produtiva? Reúna pessoas que sabem se relacionar e incentive a integração

Reunir profissionais com alto nível de conhecimento técnico não é o suficiente para garantir o bom desempenho de uma equipe de trabalho. Sabe-se que as aptidões comportamentais são fundamentais para o sucesso de um grupo. Se as pessoas apresentam dificuldades de relacionamento entre si, a produtividade de todos por certo será comprometida.

Capacidade de construir redes de relacionamentos, visão sistêmica, sinergia e habilidade de trabalhar em equipe. Procure essas características nos seus profissionais caso deseje ter uma equipe integrada e, por consequência, produtiva. A orientação é de Renata Tapioca, Gerente de Talent Development da consultoria LHH/DBM – unidade Rio.  “O diferencial para atingir resultados excepcionais pode, em muitos casos, se dar pela forma como as pessoas se relacionam e envolvem umas as outras nesse processo”, enfatiza Renata.

Não basta, porém, ter profissionais com ótimas competências comportamentais, é preciso que o setor de RH da empresa também incentive o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis. “Trabalhar em ambientes profissionais onde a cultura do relacionamento e da construção de conexões é valorizada pode ser determinante para garantir a produtividade e uma entrega de qualidade”, reforça Renata.

Para promover esse entrosamento entre os profissionais de uma mesma equipe, a gerente da LHH/DBM sugere que sejam aplicadas estratégias específicas para este fim. “É interessante destinar espaços no próprio ambiente de trabalho para um bate papo rápido e atualizações, promover comemorações de datas e de resultados e encontros formais desenhados e mediados por profissionais da área de desenvolvimento de carreira para levar equipes a construírem sua identidade ou estreitar seus laços e garantir suas metas”, aconselha.

O presidente do Instituto Brasileiro dos Consultores de Organização (IBCO), Cristian Welsh Miguens, defende o desenvolvimento de uma cultura da integração não apenas dentro de um mesmo grupo de trabalho, mas, também, entre equipes diferentes. “Para isso, é preciso que a empresa faça uso eficiente de seus sistemas de informação e tenha uma comunicação interna eficaz, além de um Plano Estratégico gerido por meio da gestão de processos”, opina Miguens.

Seu Cliente é Fiel?

23 de setembro de 2013

Autor: Paulo Gerhardt em Portal

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Todas as empresas buscam fidelizar seu clientes, mas, pergunto a você, você é fiel aos seus fornecedores? Quando assumimos o papel de cliente somos muito exigentes, queremos sempre o melhor. O melhor atendimento, o melhor produto, o melhor preço, etc. Se encontramos tudo isto em um lugar, é este que escolhemos. No entanto, isto não garante que da próxima vez iremos comprar neste mesmo lugar. Começaremos nossa saga pelo melhor novamente. Podemos até ter preferências, no entanto, isto não garante a nossa compra.

Ao assumirmos o papel de vendedor, temos que ter me mente que o nosso cliente irá agir exatamente como agimos, quando somos clientes. Ou seja, por mais que ele tenha ficado satisfeito em sua última compra feita conosco, não teremos a garantia que irá comprar nosso produto, novamente. Se tivermos sempre em mente que nosso cliente não é fiel, nos obriga a conquistá-lo a cada novo contato. Assim que conseguimos fazer uma venda, temos que fazer de tudo para conquistá-lo, novamente. Esta é uma ideia interessante, pois nos obriga a não nos acomodar em uma zona de conforto e pensar que uma vez cliente, sempre cliente.

Tem uma história interessante que ilustra muito bem como a maioria dos fornecedores trata seus clientes depois que eles compram. João morreu e foi parar no purgatório, onde poderia escolher onde passar a eternidade, no céu ou no inferno. Para tanto, foi lhe permitido fazer uma visita ao céu e ao inferno para ver como seria passar a eternidade em cada um destes lugares. Ele foi primeiro ao inferno e ao bater na porta do inferno foi recebido com uma taça de champagne e caviar, muita festa, música e comida à vontade, as pessoas pulavam e cantavam com muita alegria, parecia tudo perfeito. Ao chegar ao céu, foi recebido por anjos, cânticos de louvor, muito silêncio, tranquilidade e paz, as pessoas caminhavam por trilhas em parques floridos. Ao retornar ao purgatório, foi questionado sobre qual dos dois lugares tinha escolhido e foi ressaltado que a escolha uma vez feita, não poderia mais ser mudada. Ele pensou e disse: gostei muito do céu, porém, como gostava de festas e muita alegria o inferno tinha chamado mais a sua atenção e portanto, sua escolha seria o inferno. A descer ao inferno de forma definitiva, encontrou um ambiente muito diferente daquele que vira na visita, gente sofrendo, gritando de dor, um calor  e um cheiro insuportável de enxofre, ficou confuso e falou ao diabo: Mas não foi isto que eu escolhi. Ao que o capeta respondeu: Bem vindo ao inferno, antes você ainda não era cliente.

Só existe uma possibilidade de você ter clientes fiéis: é considerar que seu cliente deve ser conquistado a cada nova venda, como se fosse a primeira. É tratar o cliente como se fosse a conquista do amor de sua vida. O que fazemos quando nos interessamos por alguém e queremos conquistá-lo? Nós homens mandamos flores, escrevemos poesias, enviamos bilhetes apaixonados, passamos horas e horas apenas ouvindo e as mulheres são compreensivas, tolerantes, delicadas e dedicadas. A única chance é sempre surpreender o cliente. Para isto, é necessário conhecê-lo cada vez mais, entender quais são suas preocupações, seus gostos, suas aversões, seus hábitos, seu jeito de ser e tentar satisfazê-lo em tudo, agradá-lo, dar atenção, mimá-lo, ouvi-lo e servi-lo. Lembrar de datas importantes, visitá-lo com a simples intenção de escutar, enviar presentes, mantê-lo sempre informado das novidades e mudanças, são apenas algumas dicas para você manter a chama acesa da paixão que você sente por ele. Demonstre a sua importância a cada novo contato. Se você conhece a história de Joe Girard, considerado o maior vendedor do mundo, seu sucesso baseia-se na forma como ele trata seus clientes e numa época, onde não existia internet e nem sistema que gerenciam automaticamente grande parte destas ações.

Você possui todas as ferramentas que necessita para ajudá-lo nesta tarefa, mas não esqueça, o segredo é ser um eterno apaixonado pelo seu cliente. E mesmo que em algum momento seu cliente não escolha você, não desista, faça de tudo para reconquistá-lo. Lembre o que você fez quando adolescente para reconquistar seu grande amor. O cliente pode não comprar de você sempre, mas se você for a preferência dele, terá já conquistado muito no processo da fidelização. Um abraço e boas vendas.

Meu Enunciado de Missão de Vida

23 de setembro de 2013

Autor: Leandro Cristo em Portal

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Missão de vida é o motivo pelo o qual vivemos, é a razão de nossa existência,  é aquilo que nos torna seres humanos, pelo impacto e resultado que causamos na vida das pessoas e por todo o mundo.

Porque é importante conhecer nossa Missão de Vida?

Para se autoconhecer, ter um senso de propósito naquilo que faz isso traz para o ser humano realização, prazer, felicidade, e sentido de viver. Muitas pessoas passam o resto de suas vidas sem saber o que irá acontecer no dia de amanhã, e quando chegam ao final dos seus dias percebem que sua vida foi vazia e sem sentido.

Missão de Vida, não é algo que pode ser inventado, pois ela já existe. É questão de buscar acessar o nosso interior para descobrir o que está lá dentro. Vale ressaltar que não existe missão certa ou errada; é o quanto ela te inspira e impulsiona em direção aquilo, que você julga ser o principal motivo de sua existência naquela área de sua vida. A nossa Missão de Vida não é algo fácil pra se definir, temos que entrar em um processo  autodescobrimento.

Vamos descobrir o enunciado de nossa Missão de Vida?

Agora escolha uma área de sua vida na qual deseja criar o enunciado de sua Missão. Pode ser a área Profissional, Familiar, Financeira, Amorosa, o que você desejar.

 

  • Qual é o meu diferencial nesta área?

 

  • Quais são minhas mais fortes qualidades nesta área?

 

  • O que está incompleto nesta área?
  •  O que eu gostaria de fazer nesta área para me considerar completamente realizado?
  •  O que eu gostaria de aprender nesta área?
  •  Qual é o meu propósito nesta área da minha vida?
  •  Faça uma lista: O que você faria nesta área, se tivesse apenas seis meses de vida?
  •  Quais são as coisas mais importantes nesta área?
  •   Imagine que você morreu, e em seu enterro estão familiares, cônjuge, filhos, colegas do trabalho, e amigos. O que eles dizem sobre você e sua vida nesta área?
  •  O que você gostaria que eles dissessem sobre você e sua vida nesta área?
  •   Se encontrasse o “gênio da lâmpada”, e pudesse fazer três pedidos relacionados a “o que mudaria nesta área de sua vida?”, e mais três relacionados a “o que não mudaria?”, quais seriam estes pedidos?
  •  O que você ama? (A alma vive pelo que ela ama)
  •  Pelo que você morreria?

Uma vez respondidas estas perguntas, construa o seu enunciado de missão para esta área:

 

1. Somente para relembrar: você já deve ter escolhido uma área de sua vida e ter respondido às perguntas acima.

 

2. Escreva três qualidades ou talentos que você apresenta nesta área. Quais comportamentos e ações videnciam essas qualidades? A opinião de seus familiares e colegas de trabalho pode ajudar em sua resposta.

 

3. Quais são as três principais sensações, valores, sentimentos ou emoções que você deseja experimentar ou produzir nesta área?

 

4. Finalmente, vamos à declaração de missão nesta área, que tem a seguinte estrutura:

 

“Através de (qualidades) gerar mais (valores ou sensações) para conquistar(objetivo geral)”.

 

Exemplo:

Área Emocional: Através de autocrítica, empatia e equilíbrio, gerar mais paz, alegria e reconhecimento para conquistar equilíbrio emocional eterno.

 

Relacionamento Familiar: Através de aceitação, vontade e prioridade gerar mais força, apoio e paz para conquistar segurança para minha família.

 

Área Intelectual: Através de capacitação, determinação e dedicação gerar mais ensino, influenciar pessoas para conquistar reconhecimento das pessoas.

Crie agora o seu enunciado de missão na área que escolheu:

Através de______________________________________                          

gerar mais______________________________________

para conquistar____________________________________