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Posts publicados em agosto, 2013

Treinamento para motoristas

29 de agosto de 2013

Autor: Redação, Portal Competência em Portal, Recursos Humanos

Treinamento para motoristas

Capacitação facilita a retenção dos profissionais e gera motivação

Não é raro que as empresas ofereçam treinamentos para profissionais atuantes na área de vendas, representação comercial ou para cargos de supervisão e gestão. Diante disso, os setores operacionais por vezes ficam de lado quando o assunto é capacitação. No caso dos departamentos de transportes, porém, investir em treinamentos para colaboradores que atuam como motoristas pode diminuir a rotatividade expressiva existente na função.

Segundo dados da Confederação Nacional de Transportes (CNT), atualmente existem cerca de 40 mil vagas de motoristas ociosas no Brasil. A escassez de mão de obra no setor é um dos fatores que impulsiona a alta rotatividade nesses cargos. Um contexto que exige das empresas medidas para a retenção desses profissionais em seus quadros de pessoal.

Além de ações que promovam a qualidade de vida dos trabalhadores, oferecer possibilidade de capacitação e enriquecimento do currículo dentro da empresa é uma estratégia eficaz de motivação e retenção de motoristas. A orientação do especialista em pedagogia empresarial Marco Meda é que sejam aplicados cursos que vão além dos já exigidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres.

“Estamos falando aqui de treinamentos relacionados às operações logísticas, de distribuição (transportes e entregas), otimização de rotas, direção defensiva, relacionamento interpessoal, trabalho em equipe e até treinamentos na linha comportamental, que visam o resultado global da empresa”, sugere Meda, que também é coach e consultor em gestão de pessoas.

A TW Transportes é um exemplo de empresa que investe na capacitação como uma estratégia de reter os profissionais motoristas em seus cargos. Entre suas ações está o Programa Na Boleia.  Segundo a gerente de RH da empresa, Carla Goergen, o projeto veio para suprir a carência de profissionais qualificados no setor e criar proximidade com os colaboradores da empresa.

“Por meio do Programa Na Boleia, também damos oportunidade a colaboradores de outros setores operacionais para que se tornem motoristas profissionais. Dessa maneira, o sentimento de gratidão pela empresa aumenta e a rotatividade diminui”, explica Carla.

Os treinamentos também servem para fortalecer a autoestima do motorista, de acordo com a diretora da Universidade Corporativa do Transporte, Ana Rosa Chopard Bonilauri, que dirige a área de gestão de pessoas da Fetranspor.

“No programa Motorista Cidadão procuramos orientá-los sobre questões comportamentais e qualidade de vida, além de conscientizá-los de que o sucesso da empresa também depende da maneira como ele atua em sua profissão”, enfatiza Ana Rosa.

 

Leia Também: “Passivos Trabalhistas. Menos é mais”

E para nós, brasileiros, nada?

29 de agosto de 2013

Autor: Wagner Siqueira em Portal

E para nos brasileiros nada

“Brasil é o país mais difícil para contratação de expatriados”

Acessando a pesquisa desenvolvida pela consultoria internacional Hays, verifica-se que esse lugar é ocupado pelo Brasil quando considerados os países emergentes, informação essa omitida do título da reportagem. Aliás, a pesquisa revela ainda que o país possui um bom número de boas universidades.

A jornalista não revela em sua curta matéria as razões do governo brasileiro para essa postura, ao mesmo tempo em que ignora as dificuldades que milhares de profissionais brasileiros têm enfrentado há décadas para exercerem seus ofícios no exterior. Podemos ainda não ter todas as demandas atendidas no mercado de trabalho, mas essa é uma questão que passa pela definição soberana de nossos marcos técnicos, políticos e institucionais.

É preciso saber a serviço de quem estamos quando lemos matérias rasas como essa em uma revista do porte da Exame. É preciso sim existir salvaguardas para não aumentarmos o desemprego no Brasil apenas porque países ainda ricos, mas com taxas de desemprego recordes querem aliviar suas pressões. É preciso que sejam oferecidas contrapartidas para que também a nossa inteligência, em diversos setores da economia, possa ser exportada.

Sua empresa está preparando profissionais para o futuro próximo?

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

Sua empresa esta preparando profissionais para o futuro proximo

Tempos difíceis estes onde as vendas sofrem concorrência e o consumo não crescem como o mercado gostaria. O empresário precisa conhecer sobre estoques; estar totalmente informatizada (inclusive com relatórios de gestão); saber negociar e comprar bem; ter uma loja com layout atual, agradável e bem definido; conhecer um pouco sobre legislação trabalhista, sanitária, fiscal; ter noções de marketing; saber treinar e motivar funcionários além de outros tantos requisitos de gestão.

Aí eu pergunto: você como RH está preparado para atender a todas essas demandas? Os funcionários da empresa estão preparados para enfrentar tanta concorrência com competência?

Volto a perguntar: Você está preparando profissionais para atuar na sua empresa em curto e médio prazo?

Só permanecerão no mercado empresas (ainda que pequenas) administradas por profissionais empreendedores que estejam preocupados em treinar e atualizar seus colaboradores permanentemente.

Para isso é preciso preparar e qualificar a equipe, verificando a princípio se vale à pena investir neles ou substituí-los analisando aspectos importantes como:

Possuem talento? Tem uma dose de inconformismo diante das atividades rotineiras, para transformar idéias simples, em negócios efetivos e lucrativos.

Conhecem ou se esforçam para conhecer o ramo? Quanto mais dominarem o ramo, maiores serão as chances de êxito. Se não tiverem muito conhecimento sobre o ramo, mas tiverem vontade, deverão ser treinadas através de cursos presenciais, vias Internet, leituras ou até por outros funcionários.

Tem disposição para assumir riscos? Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso aprender a administrá-los. Arriscar significa ter coragem para enfrentar desafios, ousar a execução de novos comportamentos e escolher os melhores caminhos para executá-los.

Tem capacidade para aproveitar as oportunidades? Estão atentos e são capazes de perceber, no momento exato, oportunidades de negócio que o cliente está exigindo.

Sabem organizar? Tem senso de organização e capacidade de utilizar recursos humanos, materiais e financeiros de forma lógica e racional. A capacidade de organização facilita o trabalho e economiza tempo e dinheiro.

São capazes de tomar decisões? Decidem acertadamente e no momento certo, estando bem informados, analisando friamente a situação e avaliando as opções e escolhendo a solução mais adequada.

Tem liderança? Sabe definir objetivos, orientar a realização de tarefas, combinarem métodos e procedimentos práticos, incentivar pessoas, produzir condições de relacionamento equilibrado entre a equipe de trabalho e a missão do empreendimento.

Mantém o otimismo? Tem sempre a vontade de ver seus próprios projetos realizados, porque tem confiança em seu desempenho profissional.

São independentes? Sabe determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, decidir o rumo de sua vida e principalmente saber o que querem ser.

Se você não identifica essas qualidades em seus colaboradores prepare-se para fazer a substituição deles o quanto antes. Use atributos de Recrutamento e Seleção e inicie uma nova conquista trazendo para as empresas profissionais mais interessados em crescer e aprender.

Se identificar pessoas interessadas em aprender e com mais alguns atributos dos acima citados, comece imediatamente a treiná-los e a investir em suas carreiras. O mercado anda carente de profissionais com essas características e considerar o aperfeiçoamento profissional como uma das metas mais importantes para si e para seus funcionários é um grande desafio.

Bom trabalho; você vai conseguir!

 

Leia Também: “Relações humanas no ambiente de trabalho”

Relações humanas no ambiente de trabalho

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

Relacoes humanas no ambiente de trabalho

O assunto relações humanas está vinculado ao Respeito Pessoal – que compreende promover o relacionamento profissional baseado na ética

Muito se tem falado sobre as deficiências nas Relações Humanas no ambiente de trabalho. Profissionais despreparados para atuar num mercado competitivo e altamente exigente apresentam-se diariamente aos empresários em busca de emprego. A baixa escolaridade, a falta de bons modos e de traquejo social tem contribuído para isso. O fenômeno da globalização trouxe mudanças significativas tanto para as pessoas quanto para as corporações. No meio organizacional de hoje, se observam investimentos destinados não apenas às novas tecnologias, como também em ações voltadas ao desenvolvimento do capital humano e das atitudes comportamentais.

Mas por que motivo as empresas voltaram suas atenções para as competências relacionadas ao comportamento dos profissionais? A resposta surge da necessidade de encontrar um diferencial significativo para o negócio. E essa busca culmina nas pessoas.

O desenvolvimento de competências comportamentais passou a ser trabalhado, na prática, em treinamentos dinâmicos que abordam as relações humanas e aplicam técnicas de sensibilização, em que o colaborador faz uma reflexão sobre seus relacionamentos pessoais e profissionais, e uma análise em relação às escolhas feitas todos os dias e que nortearão suas vidas, tanto na organização como fora dela. O assunto “relações humanas” está vinculado ao Respeito Pessoal – que compreende promover o relacionamento profissional baseado na ética, no respeito e no reconhecimento das diferenças de cada pessoa.

Com esses treinamentos, os resultados se evidenciam na melhoria no desempenho das pessoas; aumento do orgulho pessoal em pertencer à empresa; crescimento da satisfação dos colaboradores; maior retenção de talentos; aumento na participação no mercado; progresso na qualidade dos serviços e atendimento; melhoria da imagem institucional; expansão dos negócios da empresa; aumento da eficácia organizacional; equipes mais inspiradas para superação de metas e a motivação das pessoas em busca de objetivos.

Lembro a seguir alguns aspectos dos treinamentos comportamentais e as regras de boa convivência funcional e que devem ser trabalhadas com superiores, subordinados e colegas:

·         Respeitar o chefe imediato, colegas, subordinados e clientes – quem respeita, sempre será respeitado.

·         Não cortar a palavra de quem fala – falar pouco e com segurança agrada mais aos clientes e colegas.

·         Ser claro na comunicação – falar somente o necessário. Saber ouvir é uma arte!

·         Cuidar para não ferir o outro com reações agressivas – controlar emoções é fundamental.

·         Procurar a causa das antipatias para vencê-las – conhecer a si mesmo e procurar ser compatível com colegas e chefia são básicos para o trabalho harmonioso e rentável.

·         Nunca dizer categoricamente: “Não concordo! Você está errado” – dizer a mesma coisa com outros termos. A maneira como você diz é mais importante do que aquilo que você diz.

·         Aprender a enaltecer as qualidades positivas das pessoas, através do elogio – esta é a melhor arma para quem quer conquistar e cativar amigos.

·         Usar normas de etiqueta social, aplicando-as corretamente como: dizer obrigada, por favor, com licença etc.

·         Ter sempre um semblante alegre e sorridente – o sorriso contagia favoravelmente o ambiente. A simpatia atrai amizades.

·         Mostrar interesse pelos outros – as pessoas gostam de receber atenção. Amigos sim; íntimos não!

·         Dar importância ao outro, por mais humilde que seja – valorizar cada pessoa é uma questão de respeito.

·         Lembrar sempre que ninguém nasce sabendo – aprender é descobrir as suas próprias ignorâncias; dialogar uma arte!

·         Gostar do que faz é gostar de si. Gostar do outro e amar seu trabalho são ingredientes de sucesso nas relações humanas.

Se algum empresário ainda questiona os resultados que esses treinamentos podem gerar, afirmo que esse o investimento ainda estimula nas pessoas o sentimento de pertencer ao contexto da empresa, encoraja o aprendizado e o crescimento contínuo dos profissionais, cria um clima que estimula os desafios e a criatividade, inspira entusiasmo, reconhece e compreende os sentimentos dos outros. Tente e verá os resultados que obterá!

 

Veja Também: “Porque é bom ser um Worklover ?”

Porque é bom ser um Worklover ?

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

Porque e bom ser um Worklover

Há muitos que trabalham demais e podem se considerados “Workaholic” (ou viciado por trabalho), mas há os que realmente sentem prazer e satisfação na sua vida profissional, o que chamo de “Worklover”.

Com o mercado em crise de empregos formais há algum tempo, com as dificuldades para os jovens ingressarem no trabalho ou para profissionais maduros permanecerem nele, com a pouca possibilidade vindoura de empregos formais, fica a pergunta: o que fazer com o meu futuro?

Essa é uma pergunta que muitos têm me feito em palestras e contatos nos últimos meses. Minha resposta parece simplista, mas não é: seja um “Worklover”, isto é um amante do trabalho.

Há muitos que trabalham demais e podem se considerados “Workaholic” (ou viciado por trabalho), mas há os que realmente sentem prazer e satisfação na sua vida profissional, o que chamo de “Worklover”.

O “Workaholic” é um verdadeiro viciado no trabalho; sua motivação pelo trabalho é muito alta, seu foco é o trabalho em si, mas sua insatisfação é permanente. Se a vida profissional vai mal, sofre adoece e tem dificuldade de reconhecer que precisa de ajuda. Geralmente trabalha muitas horas por dia, mas descuida-se da vida pessoal e da saúde. Foge dos problemas pessoais, familiares e se distancia do social. Sua vida resume-se a afundar-se no trabalho imaginando que isso é ser produtivo e que será, ou está sendo, reconhecido por isso.

O “Worklover” é um apaixonado pelo trabalho, pois vive satisfeito com suas realizações. Por isso, é mais aberto ao lidar com as dificuldades que surgem. Se as condições do trabalho vão mal, busca ajuda em vez de criticar ou esmorecer. Este “amante” trabalha muitas horas por dia de forma produtiva e nem percebe o tempo passar, sendo que esta satisfação se estende a sua vida pessoal.

Já deve ter conhecido profissionais que mesmo em férias usam parte do seu dia, por mera diversão e curiosidade, visitando concorrentes para conhecer seus pontos fortes e fracos. Não se estressam, curtem a família (que muitas vezes o acompanha) e ainda aprendem enquanto descansam. Isso é aproveitar e unir o profissional à satisfação pessoal. Conheço vários deste tipo ! Eu, particularmente sou uma dessas!! Curto o que faço e faço o que curto!!

O amante do trabalho descobre isso bem cedo e cuida de suas aptidões. Veja um jovem que descobre sua vocação para criar, desenhar ou modelar jogos para a Internet. Passa horas do dia e às vezes da noite estudando e criando sem parar coisas que serão utilizadas e comercializadas para empresas. Não pense que é fácil! O mercado é competitivo, mas os que mais se dedicam curtem o prazer de trabalhar como um amante do trabalho e ainda acham tempo para ir à universidade, à academia e outros prazeres. Suas diversões às vezes são fruto de inspiração para a criação de novos jogos.

Os amantes do trabalho cuidam do corpo, da mente, do espírito; e sentem menos estresse, enquanto os viciados em trabalho, geralmente são indisciplinados, trabalham à exaustão, têm mais chances de sofrer doenças cardiovasculares, gastrites, depressão, ou mesmo de usar drogas, entre outras doenças físicas e psíquicas.

Tudo que é feito em excesso pode virar doença. É fundamental, na vida, buscar o equilíbrio e a satisfação. Se você trabalha como Gestor de RH e percebe que sua empresa está passando dos limites e que seus colaboradores estão se estressando demais, procure ajudá-los a encontrar o seu caminho. É importante que façam uma boa reflexão sobre seu dia a dia e se preciso tenham coragem para mudar. Sempre há possibilidade de um recomeço.

Está provado que as empresas onde o ambiente de trabalho é mais cordial, onde as pessoas sentem que são apoiadas em suas dificuldades e onde os profissionais estão mais para “Worklover” do que para “Workaholic” os resultados em lucratividade e produtividade são maiores. Este é um desafio pessoal e profissional a ser perseguido. Qual o seu perfil? Qual a sua opinião?

* Se quiser se aprofundar mais sobre o assunto leia Desafiando Talentos – Mitos e verdades sobre o sucesso do autor Geoff Colvin (Editora Globo).

 

Veja Também: “Os talentos que o RH procura”

Os talentos que o RH procura

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

Os talentos que o RH procura

A globalização e a concorrência exigem que as empresas selecionem e contratem profissionais cada vez mais completos e capazes. O que era bom até pouco tempo atrás, hoje vale muito pouco e amanhã valerá menos ainda. Habilidades que eram pouco valorizadas agora o são, com frequência cada vez maior.

Como o RH se situa em face desse mercado mutante? 

Simples: investindo firme na procura de profissionais cujas competências e habilidades o mercado buscará no futuro próximo ou que já está buscando agora. As empresas, de um modo geral, quando fazem seus mapeamentos de talentos visando planos estratégicos de sucessão para os próximos anos, têm buscado algumas competências comuns, que são:

1• Autogerenciamento

Uma das qualidades mais procuradas: proatividade. Esta característica significa a capacidade do indivíduo de se automotivar, autodisciplinar, autocobrar, autoavaliar. Em resumo, o indivíduo ser ou atuar como uma “estação de trabalho completa”, capaz de realizar projetos e tarefas, além de buscar soluções e identificar formas de implementá-las. Além disso, há valores essenciais à competência de autogerenciar-se:

Saber o que quer fazer profissionalmente e ir nessa direção. Não desistir;
Estabelecer metas pessoais e saber conjugá-las com as metas de um grupo ou de uma empresa;
Montar um planejamento eficaz sobre como atingir essas metas;
Executar esse planejamento, avaliar os resultados, corrigir rumos e continuar o processo em um ciclo constante.

2• Comunicação Múltipla

O mundo é uma aldeia global. Por isso, é mais do que necessária a capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em outra língua. O inglês, principalmente, deve ser a prioridade na área de línguas estrangeiras, salvo casos específicos.

Há uma análise que deve ser feita com bastante cuidado: antes de sair para uma terceira língua, certificar-se de que o inglês está realmente bom. Por quê? O mundo inteiro se comunica nesse idioma. Os outros países também têm essa mesma preocupação, por isso é que ressaltamos que em se tratando de outras línguas é fundamental avaliar bem o custo de aprendê-las versus o benefício que terá com isso. Afinal, aprender uma linguagem nova requer esforço, tempo e dedicação.

Há ainda outras formas de comunicação que devem ser exploradas e conhecidas como o uso da informática, blogs, twitter, internet, intranet, processos e sistemas de informação e transmissão de dados. Como usuário, é importante conhecer o máximo e manter-se atualizado com todas as formas de comunicação.

3• Negociação

Todo mundo está vendendo alguma coisa a alguém o tempo todo. Isso é cada vez mais verdadeiro e se aplica constantemente ao mercado de trabalho, em um número crescente de áreas ou funções profissionais. Por esse motivo, você deve dedicar especial atenção às suas habilidades nesse campo. Uma forma de entender e avaliar esse tópico em seu perfil comportamental é refletir sobre os itens a seguir. O quanto você se encaixa em cada um? Qual o tipo de dificuldade que tem? Qual o tipo de vantagem que você tem? Resumindo, capacidade de negociação significa:

• Saber apresentar ideias de modo claro e convincente;
Saber argumentar positiva, franca e objetivamente;
Saber ouvir e ponderar o que se ouve;
Saber amarrar conclusões e pedir/cobrar/tomar uma decisão ao final de um processo de argumentação ou mesmo de venda;
Saber ouvir e entender objeções. Em seguida, saber construir formas convincentes de superá-las.

4• Adaptabilidade

Mudança é uma das duas grandes certezas da vida. As coisas mudam. Sempre. Por isso, o profissional do futuro não deve apenas assumir uma posição de apenas aceitar as mudanças. Ele deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.

A capacidade de facilitar o processo de mudanças, quaisquer que sejam, para as pessoas à volta também é uma característica importante e uma habilidade a ser cultivada. Portanto, a linha de ação a seguir se traduz em buscar as mudanças, antecipar-se.

5• Educação Contínua

A vida é um aprendizado constante e no mundo moderno isso se torna cada vez mais verdade. A cada ano e semestre, novidades tecnológicas se incorporam ao nosso dia a dia. Novas descobertas e processos mais eficazes de fazer as coisas aparecem a cada momento.

O que era um mistério ontem, tem uma solução hoje, e amanhã será apenas uma lembrança. Por isso, o processo de treinamento e desenvolvimento de um profissional de sucesso ocorre por toda a sua vida. Ele tem que estar se atualizando constantemente, buscando novos conhecimentos, novas abordagens. Nesse item, as competências a serem praticadas são:

Buscar aprimoramento contínuo;
Identificar qual conhecimento adicional é importante e ir buscá-lo;
Questionar-se constantemente, exercendo a curiosidade profissional.

6• Domínio da Tecnologia

Tecnologia faz diferença. Esse item tem uma relação estreita com os anteriores. Algumas habilidades importantes a serem praticadas são: buscar, usar e fomentar o uso de tecnologia, sempre que possível.

7• Foco nos Resultados

No mundo atual, são os resultados que interessam desde que a ética seja respeitada. As pessoas são avaliadas por suas ações e pelo resultado delas. Essa é uma máxima verdadeira. Todos precisam saber identificar qual é o resultado que se busca e saber reconhecer o que agrega valor em termos de custo/benefício (e centrar-se nisso).

Diante dessas considerações, como sua empresa tem investido na procura de profissionais cujas competências e habilidades comentamos acima? Ela já está buscando agora o profissional que o futuro precisa?

 

Leia Também: “Mais da metade das empresas querem investir em treinamento”

Mais da metade das empresas querem investir em treinamento

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

Mais da metade das empresas querem investir em treinamento

A evolução da carreira dos funcionários é a principal prioridade na gestão de talentos

Li a notícia a seguir no site Folha de São Paulo, em 25 de setembro deste ano. Ela dizia: “A Across, consultoria de desenvolvimento organizacional com foco em gestão de pessoas, realizou uma pesquisa com gestores de 43 multinacionais e uma das conclusões foi que, apesar da crise, as organizações pretendem investir mais do que no ano passado em programas de liderança (56%), planejamento de carreira (58%) e desenvolvimento de habilidades e competências críticas para os líderes (58%).

Além disso, a pesquisa mostrou que e evolução da carreira dos funcionários é a principal prioridade na gestão de talentos. Essa afirmação foi feita por 84% dos entrevistados. Os resultados brasileiros vão ao encontro dos números estrangeiros apontados pela Global Novations. O desenvolvimento do pipeline de lideranças também foi apontado como prioridade para 61% das empresas norte-americanas e 67% das latino-americanas. Apesar da prioridade na gestão de talentos nas empresas brasileiras ser o desenvolvimento da carreira dos colaboradores, aumentar a produtividade dos mesmos foi apontado só por 12% dos entrevistados. Nos Estados Unidos, essa questão foi apontada como prioritária por 43% das empresas e nos países latinos por 41%. Entre os principais fatores a serem trabalhados pelos gestores de RH, desenvolver e planejar carreiras (60%) e desenvolver habilidades e competências críticas para líderes (60%) foram os destaques. Os executivos também citaram a realização de treinamentos de coaching e mentoring (42%), desenvolvimento de equipes (35%) e desenvolvimento e aprendizagem de colaboradores (35%)”.

Baseada nela é que faço algumas reflexões. As empresas brasileiras realmente estão interessadas em fazer um Programa de Treinamento de boa qualidade? Têm profissionais capacitados para desenvolver esses Programas internamente? Acham que é investimento formar mão de obra e desenvolver talentos?

Queridos colegas que atuam na área de RH e que muitas vezes passam meses tentando convencer os proprietários, diretores e gestores de empresas que é melhor formar do que encontrar no mercado e que treinar é investimento, quem sabe agora consigam argumentos para convencer que o melhor é TREINAR!

Pergunto então: estão preparados para produzir programas de desenvolvimento de pessoas em todos os níveis? Para preparar a identificação do público-alvo? Levantar necessidades de treinamento? Diagnosticar se os problemas são de treinamento ou de processos? Têm condições de estabelecer objetivos de treinamento? Definir os temas, títulos e conteúdo dos treinamentos? E a metodologia e as técnicas? Os planos e roteiros de aula? A duração, tempo e custos estimados? Possuem instrutores preparados? Sabem como efetuar as avaliações de treinamento e de resultados?

Como veem, preparar todo o processo de treinamento não é feito de um dia para o outro. Há muitos processos a descrever, profissionais a contratar ou desenvolver internamente para que se possa dar início ao treinamento propriamente dito.

Com um mercado mais maduro e clientes mais seletivos, o nível de exigência na seleção dos profissionais também cresceu. A menos que o produto ou serviço seja único no mercado, é preciso procurar por uma vantagem ou diferencial, alguma coisa que faça com que a empresa se mantenha acima de seus concorrentes. Em outras palavras, o sucesso só está ao lado de quem tiver colaboradores qualificados, capazes de encantar o consumidor, prestar-lhe serviços e estabelecer com eles um clima de confiança.

Se conseguir profissionais capacitados no mercado está difícil, a sugestão é treinar!
Podemos definir treinamento como uma forma de ajudar os colaboradores a conquistar o poder nas habilidades, conceitos, comportamentos e atitudes que aumentam sua qualificação em influenciar parceiros ou clientes para produzir resultados ou tomar decisões positivas. Assim, o treinamento só se torna um elemento que cria satisfação, promove o crescimento pessoal e profissional e contribui para diminuir a rotatividade se todo o sistema de gestão estiver focado em um mesmo objetivo. Não é possível efetuá-lo desassociado da área de compras, recursos humanos, marketing, operações e serviços. Se um dos objetivos da empresa é obter lucro, a equipe só será motivada se a atitude dos gestores também colaborar para isso.

Em épocas de falta de mão de obra, vale aproveitar a “prata da casa”, um mote antigo, mas que faz uma grande diferença se bem utilizado. É nessa hora em que, em vez de demitir, vale a pena treinar e adequar antigos funcionários a novas funções.

Para treinar de forma adequada e produtiva, é preciso obedecer a algumas regras que comentamos a seguir:

1ª- Treinar não é dar um curso ou palestra apenas: Dar uma palestra ou curso é melhor do que nenhum; sem dúvida. Um curso apenas, no entanto, não é suficiente para gerar as mudanças que se deseja em uma equipe. É preciso que haja continuidade, cursos básicos, reciclagens e aperfeiçoamentos, de modo que a equipe esteja sempre em evolução, em sintonia com as mudanças do mercado.

2ª- Treinar exige um programa: Quando se fala em programa, não se fala apenas em treinamento. O treinamento deve ser parte de uma programação mais ampla, que envolva toda a empresa, incluindo plano de carreira, salário, benefícios. Se o empresário quer crescer, deve tratar seus colaboradores como seu mais valioso ativo. Uma empresa, por mais bem instalada que seja, só ganha vida e desenvolvimento quando pode contar com profissionais de alto nível.

3ª- Não basta treinar a equipe de linha de frente: A maioria das empresas que treina seu pessoal dá ênfase primordial à equipe de vendas e linha de frente. Porém, não basta treinar o vendedor se o pessoal da retaguarda continua adotando os velhos métodos.

4ª- Não são suficientes apenas técnicas de vendas e atendimento: Os melhores treinamentos são os que oferecem aos colaboradores noções claras sobre a importância da empresa em que trabalham e do seu trabalho em particular, e não apenas ensinam técnicas de vendas e de atendimento. Quando os funcionários compartilham dos valores e dos objetivos da empresa, dedicando-se a atingi-los, o treinamento ganha outra dimensão e produz melhores resultados.

5ª- Deve haver sintonia com o programa de resultados: Tudo deve começar, na verdade, no planejamento estratégico da empresa: onde está, aonde quer chegar, o que fazer para atingir os objetivos. Ao definir todos os meios com os quais pretende trabalhar, a empresa necessariamente deve definir o que espera de seus colaboradores, dos palestrantes ou consultores; instruí-los sobre o que pretende alcançar, e verificar do que necessitam para que apresentem o desempenho desejado.

6ª- Treinar exige acompanhamento: Não há resultados sem acompanhamento. Muitos treinamentos bem ministrados tornam-se nulos quando os colaboradores deixam de ser estimulados, elogiados e acompanhados em seu trabalho. É necessário corrigir rumos, rever metas e elogiar ou reorientar.

Vivemos um período de grandes desafios e muitas mudanças. Nunca foi tão necessário investir no seu maior ativo – “os colaboradores” –, pois é impossível oferecer produtos e serviços de qualidade e criar diferenciais competitivos sem pessoas qualificadas. Acredite: treinar é vantajoso!

 

Leia Também: “Formação de mão de obra”

Formação de mão de obra

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

Formacao de mao de obra

Atualmente todos os empresários querem melhorar sua relação e o atendimento aos clientes, a fim de aumentar suas vendas e conquistar uma maior fatia do mercado. Sabem por quê?

Há muitas razões para isto. Pode ser que o número absoluto de seus concorrentes tenha crescido; talvez as decisões de compras dos seus clientes estejam sendo influenciadas pela pressão dos preços; pode ser que o mercado esteja mais maduro ou sua tecnologia esteja “envelhecendo”. Portanto, a menos que o produto ou serviço seja único no mercado, é preciso procurar por uma vantagem ou diferencial, algo que faça com que a empresa se mantenha acima de seus concorrentes. Em outras palavras, o sucesso vai estar ao lado de quem tiver funcionários de qualidade, que trabalhem com satisfação, em todas as áreas, capazes de encantar o consumidor, prestar-lhe serviços e estabelecer com ele um clima de confiança.

Siga meu raciocínio: o ato de atender pode ser definido como um convite para influenciar outras pessoas a agirem de acordo com a sua orientação – embora você não tenha autoridade para realmente forçá-las a fazer isso. Este fato foi verdade quando o primeiro vendedor do mundo persuadiu seu provável cliente sobre os benefícios de fazer a compra, e isto continuou a ser válido através da história. Hoje não é mais assim!

Formar mão de obra é treinar e orientar. É uma forma de ajudar os funcionários a desenvolver o poder nas habilidades, conceitos, comportamentos e atitudes que aumentam sua qualificação em influenciar pessoas ou clientes para tomar decisões positivas ou desejadas.

O investimento em formação de mão de obra e treinamento só será um elemento que cria satisfação; promove o crescimento pessoal e profissional; contribui para diminuir a rotatividade se todo o sistema de gestão estiver focado num mesmo objetivo. Não é possível efetuá-lo desassociado da área de compras, recursos humanos, marketing, operações e serviços. Por exemplo, se um dos objetivos da empresa é vender lucrativamente; a equipe só será motivada se a atitudes dos gestores também colaborar para isso.

Para formar mão de obra, é preciso treinar os colaboradores da empresa de forma adequada e produtiva. É preciso obedecer algumas regras – estas que comentaremos a seguir:

1ª-Formar mão de obra e treinar não é dar um curso apenas
Dar um curso é melhor do que nenhum; sem dúvida. Mas um curso apenas não é suficiente para gerar as mudanças que se deseja em uma equipe. É preciso que haja continuidade, cursos básicos, “reciclagens” e aperfeiçoamentos, de modo que a equipe esteja sempre em evolução, em sintonia com as mudanças do mercado (novos produtos, exigências do consumidor etc).

2ª-Treinamento exige um programa
Quando se fala em programa, não se fala apenas em treinamento. O treinamento deve ser parte de um mais amplo, que envolva toda a empresa, incluindo plano de carreira, salário, benefícios. Se o empresário quer crescer, deve tratar seus colaboradores como seu mais valioso ativo. Uma loja, por melhor instalada que seja, só ganha vida e desenvolvimento quando pode contar com profissionais de alto nível.

3ª- Não basta treinar a equipe para vendas
A maioria das empresas do varejo que treina seu pessoal dá ênfase primordial à equipe de vendas. Porém, não basta treinar o vendedor, se o pessoal da reposição, televendas e caixa continuam adotando os mesmos velhos métodos.

4ª- Técnicas de vendas e atendimento não são suficientes
Os melhores treinamentos são os que estabelecem nos colaboradores noções claras sobre a importância da empresa em que trabalham; do seu trabalho em particular e não apenas ensinam técnicas de vendas e de atendimento. Quando os funcionários compartilham dos valores, missão, visão e dos objetivos, dedicando-se a atingi-los, o treinamento ganha outra dimensão e produz melhores resultados.

5ª- Deve haver sintonia com o programa de resultados
Tudo deve começar, na verdade, no planejamento estratégico da empresa, isto é: onde está, onde quer chegar, o que fazer para atingir os objetivos. Ao definir todos os meios com os quais pretende trabalhar, necessariamente deve definir o que espera de seus colaboradores; dos palestrantes ou consultores; instruí-los sobre o que pretendem alcançar e verificar do que necessitam para apresentarem o desempenho desejado.

6ª- Treinamento exige acompanhamento. Formar mão de obra é um processo contínuo
Não há resultados sem acompanhamento. Muitos treinamentos bem ministrados tornam-se nulos quando os colaboradores deixam de ser estimulados, elogiados e acompanhados em seu trabalho. É necessário corrigir rumos, rever performances, metas e elogiar ou reorientar.

Vivemos um período de grandes desafios e muitas mudanças; nunca foi tão necessário investir no seu maior ativo “os colaboradores”, pois é impossível oferecer produtos e serviços de qualidade, criar diferenciais competitivos sem pessoas qualificadas. Treinar é preciso!

 

Leia Também: “Deixe a imagem de estudante para trás e se torne um profissional”

Deixe a imagem de estudante para trás e se torne um profissional

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

Deixe a imagem de estudante para tras e se torne um profissional

A faculdade acabou. Época de deixar para trás as conversas diárias com os colegas no intervalo, os trabalhos em grupo nas casas dos amigos e as tão temidas provas. Agora, chega uma nova fase da vida, a de deixar de ser estudante para passar a ser PROFISSIONAL.

A busca por uma vaga no mercado de trabalho exige que se façam alguns esforços. “Para conseguir emprego no mundo real, você precisa ter as ferramentas, os hábitos e o profissionalismo esperados no mundo real”, ressalta Lindsey Pollak em seu livro “Da escola para o mercado de trabalho: 90 dicas para conseguir um bom emprego” (Summus Editorial). Isso significa cuidar da sua imagem real (como se vestir, falar, agir), mas também da virtual, que são seus rastros deixados pela Internet, em comunidades de amigos, blogs, Twitter ; Facebook e outros.
Confira as sugestões abaixo, para deixar para trás a imagem de estudante e passar a ser um profissional:

1. Use meios de contato adequados
Em seu telefone, deixe um recado mais sério na caixa postal; no e-mail, nada de endereços com piadinhas, prefira usar seu nome; na mensagem de e-mail, personalize uma assinatura.

2. Mande e-mails como profissional
Use corretamente a língua portuguesa, não use “emoticons”; não abuse dos pontos de exclamação; não deixe o campo de assunto em branco; releia as mensagens importantes mesmo depois de ter conferido a ortografia; deixe o endereço do destinatário por último (para não mandar antes de checar); não mande mensagem instantânea e não encaminhe piadas.

3. Providencie cartões
Mesmo que ainda não esteja trabalhando, é interessante ter um cartão com seu nome, número do telefone (pode ser um celular) e o endereço de e-mail profissional. Vale também, se ainda está na faculdade, colocar o ano da graduação e o nome da instituição.

4. Limpe sua imagem na Internet
Nem sempre você pode controlar as informações a seu respeito na Internet. Mas, se algum amigo colocou algo que possa lhe prejudicar, peça para retirar. Tente rastrear todas essas informações, já que é inocência pensar que os recrutadores não atentam a isso.

5. Brilhe na web
Tente disseminar coisas positivas sobre você na Internet e faça trabalhos que possam ser vistos pela rede mundial, como artigos e resenhas.

6. Conheça a sua área de atuação
A principal dica é: leia diariamente as notícias do dia, participe de algum grupo profissional ou mídia social, hábito que será útil não só durante a procura do primeiro emprego, mas também na pesquisa de empregos futuros e pelo resto da sua carreira. Assim que escolher a carreira que quer seguir, comece a ler sobre o setor e as pessoas de destaque que atuam nele. Use também publicações específicas do setor.

7. Cuide se sua imagem pessoal
Ao comparecer para entrevistas ou em eventos onde possa conseguir um emprego, procure estar com a aparência bem cuidada – desde os aspectos físicos aos de vestimenta ou linguajar. O mundo corporativo é implacável quando se trata de imagem pessoal: cuide bem dela e será bem sucedido. Eu garanto!

 

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A força de sua imagem pessoal

29 de agosto de 2013

Autor: Silvia OSSO em Portal

A forca da sua imagem pessoal

Pesquisas demonstram que as pessoas nos julgam logo nos primeiros 15 segundos que nos encontram

No mundo competitivo, a construção do seu Marketing Pessoal – isto é, da sua boa imagem pessoal, social e profissional – requer postura, hábito e vestimenta adequados. Os profissionais que têm consciência do poder da imagem dispõem de uma ferramenta poderosa que os leva ao sucesso, qualquer que seja a sua profissão.

No campo das empresas e na avaliação do profissional, são avaliadas as boas maneiras, a postura, a cortesia e a aparência. No mercado de trabalho, diante a dois candidatos com igual capacitação técnica, sobressai-se com maior chance aquele com melhor aparência e trato agradável. Os profissionais que dominam estes bem elaborados itens desenvolvem uma autoconfiança e reforçam sua atitude.
Costumamos frequentemente julgar os livros pela sua capa e as pessoas pela sua aparência. Interpretamos pessoas através de sinais não-verbais e as julgamos inteligentes, educadas e prósperas. A interferência dos sinais é muito grande sobre nosso marketing pessoal. Quem percebe a importância da comunicação não-verbal na sua exposição ao público sempre se sai melhor no ambiente de trabalho.

O que me refiro aqui como comunicação não-verbal, divide-se em dois grupos: Aparência e Linguagem Corporal.
A Aparência compreende às roupas, acessórios, beleza e higiene pessoal; já a Linguagem Corporal corresponde aos gestos, postura e etiqueta profissional.

Ter uma excelente capacitação técnica, cursos de especialização ou domínio de vários idiomas não são o suficiente no mercado de trabalho. Os entrevistadores muitas vezes dão uma “olhada geral” nos candidatos, antes de começar a entrevista, procurando dicas visuais para economizar seu tempo. Assim já são eliminados automaticamente os que estão passando mensagens negativas por meio de sua aparência ou maneiras, como homens com barba por fazer, mulheres com unhas roídas, sapatos mal cuidados, gestos irrequietos, entre outros detalhes que, a princípio, parecem bobos.

Cada sociedade tem seus padrões de avaliação e julgamento, portanto, existe uma vestimenta para cada tipo de situação, localidade ou cultura. Um banqueiro em centro urbano conduz seus negócios em uma sofisticada sala de reunião, vestido um terno impecável. O mesmo muitas vezes não acontece com o banqueiro de uma zona rural. Se estiver em Macau, o traje a rigor dos homens não é o smoking, mas sim uma camisa tipo havaiana toda estampada.

A presença visual tem que oferecer integridade e consistência. As roupas sozinhas não são um truque, claro. É a harmonia de todos os sinais não-verbais e a repetição deles que tornam a imagem consistente. Como uma identidade visual de uma empresa, que é repetida da mesma forma, seja qual for sua aplicação, é que dá consistência e credibilidade à marca.

Quero lembrar que a fórmula efetiva de uma comunicação não-verbal não está baseada em riqueza e berço, mas sim em aprender regras e técnicas de projetar sua imagem e sustentá-la em sua vida profissional. Assim como a formação acadêmica e a experiência profissional levam tempo para se conquistar, construir a imagem profissional também requer tempo e investimento financeiro, mas com empenho ou com auxílio de um profissional da área este objetivo pode ser facilmente atingido.

Basta querer!

 

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